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Os Motivos da Segunda Guerra Mundial


Há muito, temos uma onda de pensamentos e pesquisas sobre as causas e origens da Segunda Guerra Mundial, evidentemente é mais do que compreensível o interesse pelo assunto, haja vista suas conseqüências em todas as áreas de conhecimento da humanidade, até os nossos dias. Mas perguntas básicas sobre esse evento catastrófico ainda geram controvérsias que dividem opinião de historiadores, pesquisados e aficionados pelo assunto; perguntas como: quais as principais causas que levaram o novo confronto entre nações que estavam em guerra a menos de trinta anos? O nazismo foi um fenômeno político que gerou conseqüências sociais, e sua ascensão foi o principal motivo das agressões alemãs? Adolf Hitler foi um principal agente dos acontecimentos? Essas e muitas outras perguntas deixam repostas ainda encobertas por dúvidas e divisões. É Evidente que este artigo não tem a intenção de esclarecer qualquer questionamento, contudo queremos refletir sobre um prisma diferente das que são comumente usadas para avaliar os eventos que conhecemos como Segunda Guerra Mundial.

Estudar os acontecimentos relacionados à Segunda Guerra Mundial, em termos gerais, é consolidar informações que vão dos resultados econômicos do Tratado de Versalhes, que deu origem a opressão econômica das nações Aliadas contra a Alemanha, e consequentemente seus reflexos sociais com o surgimento do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores, da Alemanha, que ficou conhecido como Nazismo, e uma reflexão das posições internacionais e a concorrência armamentista de países europeus e asiáticos. Bem, sob os aspectos históricos não há nenhum problema, contudo é importante se estudar a sociedade da época de forma mais profunda, incluindo os valores defendidos pela sociedade da época e suas crenças políticas, sociais e filosóficas, e não se deixar levar por temas superficiais que são meros resultados dos desdobramentos referenciados no período.

Primeiro é necessário se pensar qual era o pensamento social comum, chamado pelos sociólogos de senso comum, sobre assuntos que foram explorados de alguma forma pelo pelos Nazistas e Aliados durante seu estado de beligerância. Vamos analisar os seguintes tópicos:

Racismo

Racismos nos termos acadêmicos é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outra. Embora essa palavra tenha evoluído e sua utilização moderna tem se desdobrado imensamente, em termos gerais, o significado era exatamente esse no final do século XIX e início do século XX.

Todavia, para surpresa de muitos, essa palavra não era um pensamento ou atitude reprovável pela sociedade e isso perdurou por décadas até as mudanças de conceitos que foram sendo implementadas a partir dos anos 50, mas nesse período todas as nações, das mais democráticas as grandes ditaduras, possuíam formas de racismo aceitas como comum pela sociedade. Alguns exemplos claros disso: soldados americanos negros, índios e nipônicos lutaram por seus países, mas não podiam frequentar, morar ou andar em determinados lugares, bairros e ruas nos Estados Unidos que se auto denominavam defensores da justiça e liberdade, e isso ainda hoje fica evidente em determinadas regiões desse país; os próprios judeus eram considerados raça inferior, povo indigno de ter uma nação, pela maioria dos países onde habitavam, e esse pensamento era secular; negros, mesmo com a libertação da escravidão desde o século XIX, não eram reconhecidos como “homens”; O francês Joseph Arthur de Gobineau, o Conde Gobineau, Essai sur l’inégalité des races humaines (Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas). Nessa obra o autor sustenta que a raça ariana nasceu a aristocracia que dominou a civilização européia e cujos descendentes eram os senhores naturais das outras raças inferiores.

Todo o processo de idéia comum de raças superiores e discriminação étnica foi permissivo nas posições hitleristas, já que outros povos toleravam ou compactuavam com esse tipo de pensamento. Isso nos fornece indícios de que entre a tolerância e a permissividade do racismo exercido por vários povos, que vai do início das agressões nazista até sua capitulação, passando por indignação, muitas vezes hipócritas dos Aliados, que descobriram os campos de concentração nazistas e se indignavam, como é o caso da União Soviética, que praticava a execução seletiva havia anos, ou os americanos que possuíam campos de refugiados que simplesmente retiravam do convívio social os descendentes nipônicos, ou outros países que adotava leis sionistas estabelecidas. Evidente, guardando as devidas proporções com as disparates nazista e a industrialização da execução, mas temos que levar em consideração que a Alemanha só adotou um plano de execução em larga escala, quando os rumos da guerra já não os favoreciam, contudo no mundo de uma forma geral, o sistema social era completamente permissivo e conivente com a descriminação racial e religiosa, aceita ou praticada pela sociedade mundial de forma generalizada.

O sistema de governo

Importante elemento na composição da pesquisa histórica de qualquer período pelo fato de não existir, ainda que no século XX, qualquer exemplo de sistema de governo que conseguisse acabar com os males econômicos e sociais de um país (como ainda o é atualmente). A partir da década de 20, observamos tentativas de se implementar sistemas de governos baseado no socialialismo marxista dos filósofos Karl Marx e Friedrich Engels. Primeiramente com a queda do czarismo russo em 1917 e que aos poucos, foi colecionando seguidores ao redor do mundo, entre eles a própria Alemanha, que possui um partido comunista atuante. Mas de uma forma geral, o socialismo exercido pela URSS foi transformada em uma república stalinista, onde o próprio Joseph Stálin era o centro do poder. Um exemplo de república socialista mais próxima do marxismo foi a Finlândia, que por motivos territoriais acaba entrando em guerra com a URSS.

Não existia um sistema governamental referência de sucesso, a monarquia já não servia de parâmetro, pois o rei ou imperador, na maioria dos países que adotavam a monarquia, já se tornara objeto meramente cerimonial; a república capitalista, aos moldes americanos, ainda apresentavam sérios problemas, principalmente depois da queda da bolsa de valores de 1929. E logo depois, na década de 30, uma série de países passou a experimentar um totalitarismo moldados pelo argumento nacionalista como respaldo, por isso, como exemplo desse fenômeno para solução dos problemas econômicos e sociais, o Nacional Socialismo angaria apoio popular e vai ao poder legitimamente na Alemanha; na Itália, Benedito Mussolini cria o fascismo; no Brasil Vargas implanta o Estado Novo.  Enfim, ocorre um fenômeno de militarização de várias nações.

Demais Problemas

É necessário também entender que a máquina de propaganda nazista foi a primeira experiência de manipulação de massa da humanidade, o arquiteto Paul Joseph Goebbels, como ministro da propagada seduzia o povo alemão e massificava a idéia da superioridade ariana e a necessidade da nação ter um líder, um homem que pudesse ser o catalisador dos anseios da povo, nasce o lema: um só povo, um só líder uma só nação.

Os resultados

Associe os fatores citados anteriormente aos problemas econômicos mundiais da época, também as relações agressivas das nações européias e os problemas históricos envolvendo nações asiáticas.

Conclusão

Não podemos elencar apenas um fator preponderante na eclosão da guerra em 39, podemos apontar cenários e prognósticos que determinaram o início das agressões. Quando a Alemanha bombardeou a Polônia em 01 setembro de 1939, Hitler declara: “A guerra é como um quarto escuro, você não sabe o que irá encontrar…”. Ele tinha razão.

O importante é não focar em uma única visão para definir as causas do conflito e suas consequências, o que  não é apropriado, tendo em vista que há questões mais profundas do que meramente o estudo Eixo X Aliados.

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  1. Moriarty
    26/09/2011 às 7:55 PM

    A nota que posto aqui é minha opinião, pouca coisa é tão difícil de fazer quanto determinar qual é a causa e a consequência de um fato histórico, pois as consequências são mais visíveis, imediatas, e por isso vemos personagens históricos esforçando-se para remediar consequências numa vã tentativa de evitar o pior, sem, no entanto discernir entender e combater o verdadeiro mal, a causa, geradora das consequências indesejadas.
    E dentre todas, a campeã das especulações é sem dúvida a causa (Ou causas) da II Guerra mundial. Mas a meu ver uma se sobressai. O Medo de ver uma Alemanha Potencia predominante no continente Europeu, uma coisa inaceitável para França e Inglaterra o que levaria predomínio da influência politica e econômica Germânica na Europa e em longo prazo no mundo, rivalizando com a influência Inglesa disseminada pelas colonizações promovidas por esta.

    E tudo começa com a unificação Alemã promovida pelo estado da Prússia sob a direção de Bismarck com o apoio do Kaiser Guilherme I, este aos olhos da França seria o primeiro passo para o nascimento da potencia embrionária Alemã, portanto deveria ser evitada de qualquer maneira fosse pela diplomacia ou guerra, a França escolheu a guerra e deparou com um exercito Prussiano muito bem preparado para realizar o sonho da unificação, o resultado uma derrota devastadora Francesa com a captura de seu soberano, mas os representantes Prussianos não levaram em consideração os conselhos de Bismarck, o de não fazer nenhuma reivindicação territorial a França e anexaram a Alsasia-Lorena ao recém-criado Império Alemão, ao sentimento de derrota que poderia ser superado pelo tempo, aliou-se o de humilhação que o tempo não cura.

    Instalou-se no espirito Frances o revanchismo que não cessaria de por todos os meios buscar outra guerra de vingança, estimulado agora pelo medo Britânico de perder tudo o que havia conseguido na sua própria politica de expansionismo colonial, ditada pela busca de novos mercados, orientação pós-Revolução Industrial. A guerra desejável só não veio antes em virtude da atuação de Bismarck como estadista e a condição da Alemanha como potencia predominante na Europa, na politica e na força militar, Bismarck sempre foi hábil o suficiente para se manter longe da possibilidade de guerras que não interessavam a Alemanha.

    Mas a tragédia veio, Bismarck foi afastado de seu posto pelo novo Kaiser Guilherme II cujo novo Chanceler, desprezando os conselhos de Bismarck inclinou-se a cair na armadilha de uma guerra que abateria a Alemanha como Potencia predominante Europeia.
    A 1ª Guerra mundial estabeleceu a regra fatal para a Alemanha, a obrigação de lutar em duas frentes contra inimigos poderosos, Rússia de um lado, e França e Inglaterra de outro com a disponibilidade das duas potencias de contar com a ajuda dos EUA isto seria demais para qualquer potencia e a Alemanha sucumbiu não pela derrota, mas pela exaustão total, mesmo depois da grande vitória no leste contra a Rússia.

    E quando finalmente a Alemanha estava preparada para aceitar a paz oferecida nos termos aliados, ou seja, uma paz sem vencidos ou vencedores, subscrita pelo Presidente Americano Wilson, e sentou-se a mesa de negociações com as armas já depostas, a Inglaterra e os Estados Unidos logo desconversaram e se afastaram das negociações deixando a França Revanchista e sádica conduzir o processo como se ela fosse a única que tivesse vencido a Alemanha e pudesse dar razão a sua vingança insana, nem a França nem os aliados foram destruídos com a guerra mas exigiram que a Alemanha o fosse pela Paz, impondo a Alemanha o (Indigno de ser chamado tratado) de Versalhes pois um tratado é Bilateral e Versalhes era unilateral, poderia ser melhor chamado de ultimato, a Alemanha foi reduzida a impotência pelo confisco de suas armas,a quebra econômica pelas indenizações financeiras, e ao caos politico pela imposição a renuncia do Kaiser, tornando a Alemanha ingovernável a exemplo da natimorta republica de Weimar, e campo fértil para todo partido radical que prometesse restituir a Alemanha sua antiga grandeza, venceu o mais radical, o nazista, que não poderia cumprir sua promessa sem risco de guerra, risco que assumiu e perdeu como toda Europa e mundo perderia com a guerra.

    • 26/09/2011 às 9:05 PM

      Mais uma vez muito bem embasada com excepcional didática. Muito obrigado amigo por mais esse comentário.

    • 26/09/2011 às 9:05 PM

      Mais uma vez muito bem embasada com excepcional didática. Muito obrigado amigo por mais esse comentário.

  2. Francisco Bendl
    04/10/2011 às 11:08 PM

    Sabemos que a Primeira Guerra redesenhou o mapa mundial, para a Segunda Guerra dar origem a confrontos políticos.
    De um lado os comunistas e do outro os capitalistas.
    Quem dominaria quem?
    Se a humanidade não suportaria novo conflito mundial, que esta batalha se travasse em escalas menores, iniciando com a tomada do poder chinês por Mao, no embate entre comunistas e nacionalistas. Guerra da Coréia, em seguida; quase ao mesmo tempo, tivemos a derrota francesa na Indochina; pouco depois a Guerra da Argélia; início da década de sessenta o Vietnã, que desencadeou outras revoluções paralelas (Laos, Camboja), enfim, desde o término da Segunda Guerra não temos vivido em paz.
    Por quê?
    Afinal das contas é o povo que é sempre prejudicado por políticas mal elaboradas e líderes insanos!
    O que leva um país a entrar em guerra com outro?
    Por que surge um pseudo revolucionário e instiga as massas a fazer o que ele não tem coragem de terminar?
    Ou que aparece um salvador e promete um sistema de governo que possibilitará melhoria à vida de cada cidadão?
    E por que acreditamos sempre nessas ladainhas?
    Penso que apenas estudar e pesquisar as causas o origens de um grande conflito não estaria completo se não levássemos em conta as razões pelas quais o genocida foi guindado ao poder e lá permitido ficar!
    Acredito que deveríamos nos voltar a refletir sobre o aspecto sociólogico e descobrir os motivos que levam uma população inteira a acreditar em fantasias se pessoas sensatas dizem o contrário!
    Por que acreditamos mais em quem sabemos ser mentirosos do que naquele que não diz mentiras? Exemplifico: nossos políticos são mentirosos e, no entanto, são reeleitos.
    O que faz um país virar às costas à realidade em favorecimento de vãs promessas?
    Certamente o povo alemão foi convocado a defender o seu país aviltado que tinha sido pelo Tratado de Versailles. mas por que lá pelas tantas permitiu o crescimento dos camisas pardas, dos camisas pretas, da perseguição aos judeus?
    Medo?
    Deixou-se levar pelo orador fantástico que era o Führer?
    Onde foi que o povo perdeu as rédeas do comando enquanto tinha tempo para impedir o desenvolvimento armamentista alemão?
    Igualmente eu faço essas perguntas para qualquer líder mundial: russo, árabe, americano, japonês e até mesmo brasileiro, pois já vivemos vários períodos de perseguição e assassinatos políticos. A nossa “democracia” é adolescente ainda, tem muito que aprender e, tomara, saiba conduzir o país para rumos que todos querem e desejam e não somente aqueles que são simpatizantes de um partido somente.
    Portanto, esta é a minha inquietação atual: o destino do meu país comandado por falsos líderes, por corruptos, vendilhões do templo, traidores da pátria, e sem que se faça algo
    de concreto para abrir os olhos de um povo que vem sendo enganado durante anos!
    Um dia o Brasil terá o seu Hitler ou Stálin?
    Seremos lançados em uma guerra suicida e fratricida contra outros países para satisfazer a ânsia criminosa do nosso “chefe”?
    E não teremos ninguém a detê-lo ou impedir que o governo use o povo para suas manobras?
    Que a história nos sirva de exemplo para que não permitamos que ela se repita, mesmo em tons mais brandos, mas não menos sofríveis para os inocentes.
    Parabéns ao autor deste Blog e seus participantes.
    Mesmo que discordemos um dos outros, a verdade é que esta é a legítima democracia, onde é no campo das idéias que os debates se travam e não nos campos de batalha, com mortos e feridos.
    Precisamos nos unir em prol de uma nação decente e comprometida consigo mesma, e não homens ligados a partidos políticos; queremos um país que atenda às necessidades de seu povo e não aos deslumbramentos de seus políticos.
    O final todos nós sabemos como termina!

    • Moriarty
      06/10/2011 às 1:51 PM

      Caro colega concordo com sua abordagem humanista da questão que enfatiza não o que as pessoas fizeram mas quais os mobeis que as levaram a fazer o que fizeram.

      – Entretanto não nos devemos entregar a tentação de velos conforme vemos a nos próprios pois ha grandes diferenças entre nós e eles que precisam ser consideradas antes de os julgarmos num tom de que se quisessem não fariam o que fizeram.

      – Sabe o que penso cara Francisco (Aos dois) penso que somos, imensamente privilégiados pois temos um futuro e o deles é incerto, temos o que eles acharam que precisavam se matar para ter, temos um país que tem quase 9 milhões de quilômetros quadrados e uma população que ainda pequena, tem condições de se expandir pois espaço não falta,enquanto eles precisam ver seus parentes partirem em migrações rumo a terras desconhecidas, e os que ficam submeterem-se espontaneamente ou não a politicas de controle de natalidade.

      – O tamanho do território também está relacionado com os recursos naturais disponíveis achávamos no passado que nosso pais tinha tudo, menos o petróleo, o tempo passou e felizmente nos mostrou que estávamos errados isso ele também tem, vejamos a Alemanha então 82 milhões de pessoas se espremendo em pouco mais de 350 mil quilômetros, de um território que está longe em proporcional todos os recursos naturais necessários a manter sua economia em funcionamento.

      – Sua unica saída é continuar mantendo a dianteira tecnológica e continuar indefinidamente vendendo seus produtos manufaturados e mais caros a nós em troca de nossas matérias – primas,e torcer que nos mantenhamos afundados na nossa própria incompetência em manufaturarmos nós mesmos o que temos em abundancia, e vendermos a eles e ganharmos nós e não eles.

      – Posso lhes dizer caros Franciscos que as guerras e atribulações pelas quais passaram não são totalmente desprezíveis, pois parece que lhes incutiu em excesso algo que nos falta igualmente em excesso, um patriotismo, um amor a sua terra e a sua gente, que nos em nosso caso desconhecemos ou que teimamos em desconhecer, talvez a unica coisa capaz de ameaçar o futuro brilhante ao qual me referir antes.

      – Parte é culpa nossa devemos todos buscar nos instruir ao invés de aceitar que nos instruam, devemos buscar votar no candidato certo mas apos votar não virar as costas mas acompanhar o votado afim de que ele corresponda as expectativas, devemos nos rebelar e pressionar o mal politico afim de neutraliza-lo durante seu mandato e quando este chegar ao fim tomar cuidado afim de que não seja mais eleito novamente.

      – Não é que seja apenas fácil falar e difícil fazer, é que é o único caminho a ser seguido, apenas assim teremos para nós e os pósteros o futuros maravilhoso que sonhamos para nós e os nossos. Sou intelectualmente um pessimista mas na vontade um otimista de que trabalhando e rompendo os grilhões nos um dia conseguiremos,nem que não estejamos mais aqui para ver.

      – Paz, saúde e felicidade a vocês e a todos que estão empenhados nessa luta.

      • 06/10/2011 às 1:57 PM

        Amigos

        Estou adorando a questão dos “Franciscos”! Excelente!! :)

      • 06/10/2011 às 1:58 PM

        Vocês só enriquecem o conteúdo…Obrigado!

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