Análise Histórica Fotográfica da Segunda Guerra – Parte 01

Vamos realizar pequenas e rápidas análises fotográficas da Segunda Guerra para compor um cenário total. Não vamos obedecer uma ordem cronológica dos eventos, vamos apenas detalhar as fotos sem uma ordem de apreciação. O objetivo e entender cada situação que é mostrada da fotografia.

A foto arremata para uma reflexão sobre os esforços das baterias antiaéreas que foram exigidas exatamente de acordo com a direção da guerra. Inicialmente usada ao extremo na defesa dos céus de Londres em uma defesa desesperada, e posteriormente utilizada na defesa da Alemanha em uma tentativa de diminuir os estragos causados pelos bombardeios intermináveis.

O transporte de tropas americanas para compor o primeiro escalão dos desembarques na África. Os Estados Unidos realizava o primeiro contato com tropas do Exército fora do pacífico, e muito se esperava dos americanos, principalmente os ingleses, já que tinham como prioridade o fim das atividades de Rommel nesse front, seria o primeiro êxito real de tropas aliadas contra a Alemanha.

Um soldado ferido em combate da África e recolhido a hospitais de campanha não tinha seu sofrimento encerrado, depois de tratado. Havia ainda a precariedade das condições materiais e as dificuldades climáticas.

Durante todas aquelas campanhas, os alemães e italianos tiveram 620.000 mortos, enquanto os ingleses perderam 220.000 homens, e as mortes norte-americanas na Tunísia foram de mais de 18.500 homens. A vitória dos Aliados na África do Norte destruiu, ou neutralizou, cerca de 900.000 soldados alemães e italianos, abrindo uma segunda frente contra o Eixo, além de permitir a invasão da Sicília e da parte continental da Itália em meados de 1943, além de aniquilar a ameaça do Eixo aos campos de petróleo do Oriente Médio e às linhas de abastecimento para a Ásia e a África. Isso foi extremamente importante para o desenrolar da Segunda Guerra Mundial.

Depois das tentativas de paz com os o Japão, os Estados Unidos foram surpreendidos pelos ataques a Pearl Harbor e consequentemente iniciar sua campanha no Teatro de Operações do Pacífico, contudo as operações militares começavam a se equivaler entre duas nações cujo poderio naval eram semelhantes nesse período.

Depois que Batalha sobre a Inglaterra perdeu o ímpeto, a saída mais lógica para Hitler era realizar um bloquei naval contra a Inglaterra com o objetivo de minar economicamente o inimigo, para tanto era necessário que as operações de UBoots fossem intensificadas, principalmente no Atlântico Norte que era a rota natural dos suprimentos oriundo dos Estados Unidos.

Um soldado que lutou nas pequenas ilhas do pacífico foi participante de uma dos conflitos mais duros da história das guerras. Os combates eram desgastantes e intensos e o isolacionismo das tropas tinham um efeito devastador no moral da tropa. Muitos permaneceram meses estacionados em ilhas que nada tinham a oferecer exceto privações.

O ímpeto combativo do soldado japonês era muito diferente do pensamento que se fazia deles antes da guerra. Considerado pelo comando militar americano como um soldado desnutrido, sem preparo e intelectualmente inferior, quando iniciou os primeiros combates toda a mística cai por terra. O soldado japonês estava disposto a lutar até a morte pelo seu imperador, um exemplo era o índice de rendição era quase zero entre as tropas de infantaria, e infligiam baixas explodindo granadas quando todos esperavam a rendição.

As tropas alemãs deixaram o mundo perplexo com as conquistas rápidas e devastadoras sobre os Países Baixos e França. Esse novo exército utilizavam técnicas concebidas no período entre-guerras mas que só existiam nas teorias de von Seeckt e no disposição de Guderian de utilizar blindados para moaobras estratégicas de tropas. O mundo prendia a respiração para ver os próximos passos de uma Alemanha de força militar muito superior a visão expansionistas da Grande Guerra.

Hitler em sua casa, conhecida com Berghof, local de encontro da cúpula nazista e onde ele recebeu chefe de Estados, inclusive o Primeiro Ministro Chamberlain. Hitler comprou essa casa com o dinheiro da venda de seu livro, Mein Kampf.

O Fusca Nasceu no Reich Nazista

Adolf Hitler, o futuro líder da Alemanha, esboçou um desenho do que viria a ser um dos carros mais populares da história. No verão de 1932, enquanto almoçava em um restaurante em Munique, inspirando pela admiração e amizade a Henry Ford, formulou um engenhoso plano: para reduzir o desemprego, iria implantar um programa massivo de obras públicas, incluindo super-rodovias, para tanto era necessário desenvolver um carro totalmente idealizado ao estilo alemão de luxo e baixo custo de produção. Hitler entregou o desenho para o chefe da Daimler-Benz, Jakob Werlin e disse para ele levar para pessoas que entendem mais disso do que ele, mas que ele gostaria de saber se era possível fazer um veículo com aquelas linhas.

Havia apenas um automóvel para cada 50 alemães, com comparação com um para cada cinco nos Estados Unidos, já que a maioria dos trabalhadores usavam a bicicleta ou transporte público como meio de transporte.

Hitler não foi o primeiro a conceituar super-rodovias e carros a preços acessíveis, mas quando ele assumiu a liderança da Alemanha em 1933, procurou Ferdinand Porsche, mas esse estava enfrentando sérios problemas. Erwin Komenda, o designer-chefe da Auto Union, estava trabalhando no desenvolvimento de um veículo com a ajuda de um túnel de vento. Ele se voltou para o projeto e construiu o protótipo do carro mais fabricado do século XX. Uma pequena equipe de engenheiros iria iniciar o desenvolvimento a partir de 1934.

 Existem outras considerações do texto acima e fontes de consultas que devem ser levadas em consideração quando na afirmativa de Hitler teria “criado o fusca”. Uma das fontes repassadas foi http://www.volkswest.co.uk/beetle_history.html

esboço creditado a Hitler, contudo há sérias controvérsias sobre a origem desse desenho, contudo nenhuma delas comprovada.

O carro popular do alemães

Apresentação do Protótipo

Charges e Cartoons Políticos da Segunda Guerra – Parte 02

Uma visão, em sua maioria americana, de Hitler que circulou na imprensa antes e durante o envolvimento dos Estado Unidos na Segunda Guerra.

 

Interessante Cartoon que exemplifca o momento vivido na America do Sul nos anos anteriores a Declaração de Guerra com os EUA. O Brasil e os demais países tinham uma forte influência nazista.

 

O início do desmoronamento nazi.

 

A Boa e Velha Coca-Cola Alemã

 

Notícias do Posto de Comando – 17 maio 2012

 Pessoal vamos inaugurar uma espaço para as notícias de interesse geral para historiadores, escritores, aficionados, estudiosos, pesquisadores,  Forças Armadas, professores, modelistas, associações, confrarias e etc.

Se você quer divulgar, pode enviar email para blogchicomiranda@gmail.com. Teremos o maior prazer em postar aqui. E o que melhor, “de graça”, desde que seja de interesse geral.

NOTÍCIA

LANÇAMENTO DO LIVRO

Título: Torpedo, o terror no Atlântico

Autor: Marcus Vinicius

Tema – O tema central é o torpedeamento dos navios mercantes brasileiros por submarinos do Eixo durante a Segunda Guerra Mundial. Há também uma abordagem do patrulhamento do Atlântico Sul feito pela Marinha do Brasil e pela recém-criada Força Aérea Brasileira.

Formato projetado – 16 x 23 cm

Nº de páginas – 286

Ilustrações – 79 fotografias

Capa – ilustração a cores

Preço – R$ 50,00 com frete postal incluso

O Autor enviou convite para o BLOG para o lançamento do livro. Agradecemos e oporturnidade e divulgação esse importante trabalho para a historiografia brasileira.

Contato com o autor:

mv.arantes@hotmail.com

NOTÍCIA

Comunidade do Orkut

 Para aqueles que acham que o Orkut está acabado, pois ainda é o melhor para debates e exposição de ideias. E uma das comunidades que queremos promover através de um debate responsável sem tendenciosismo, mas principalmente centrado em um argumento histórico é a de Adolf Hitler – Biografia ®. Se você tem ou pretende ter uma visão histórica sobre Hitler, sua obra e sua vida, sem qualquer tendência filosófica ou ideológica, mas puramente Histórica, pode entrar nessa comunidade que você não vai se arrepender.

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=122206981

NOTÍCIA

Dia 24 de maio

Para aqueles que não sabem, no dia 24 de maio é dia da Infantaria e o BLOG tá trazendo uma homenagem aqueles que são exemplo de coragem.

NOTÍCIA

Indicação de Livro e Artigo

Coronel Lima Gil indicou e eu estou lendo e adorando, o livro é O OUTRO LADO DA COLINA, escrito por ninguém menos que o historiador estrategista Liddell Hart, expondo de forma brilhante a visão dos generais germânicos sobre a Segunda Guerra.

Um excelente artigo sobre o livro é do BLOG do Júlio César, Sala de Guerra, confiram:

http://saladeguerra.blogspot.com.br/2009/09/livro-o-outro-lado-da-colina.html

 

CategoriasGuerras, História

O Pai da Blitzkrieg? Uma Visão dos Blindados

Hans von Seeckt foi nomeado para o cargo de chefe do Reichwehr da República do Weimar, que era o Exército de Defesa da Alemanha, segundo o Tratado de Paz de Versalhes. Esse Exército estava reduzido a um efetivo de 100 mil homens, sendo 4000 oficiais e 96 mil praças e constituía a única força autorizada a manter a defesa do território alemão após 1919.

Seeckt realizou uma prodigiosa mudança no comportamento e na qualificação da tropa, realizando um treinamento profissional desse efetivo, mesmo sob as severas imposições do Tratado. Ele foi um dos primeiros generais a lançar as bases para a Blitzkrieg, defendendo a especialização de unidades relativamente pequenas, mas empregada com grande mobilidade nos campos de batalhas contra grandes efetivos de tropas inexperientes e mal formadas. Esse pensamento revolucionário deixava de lado o conceito de guerra estática e tornava evidente a criação de uma nova metodologia de combate. Para ele, os grandes efetivos de conscritos eram um enfardo desastroso para as futuras batalhas, pois os jovens seriam mais bem utilizados para os fins da guerra, trabalhando na indústria e fornecendo material bélico de primeira linha para os soldados profissionais. Outro efetivo, menos experiente, poderia ser utilizado como tropa de ocupação e reservas, buscando um aprimoramento e adquirindo a experiência necessária para entrar na linha de frente.

Contudo dois elementos importantes ficaram de fora da análise de emprego de tropas, segundo os conceitos que seriam empregados pelos alemães durante a Segunda Guerra, a utilização da aviação contra tropas inimigas, o que, para Seeckt, a Força Aérea deveria ser empregada especificamente para neutralizar a aviação inimiga e não na ofensiva contra tropas em solo. Um segundo conceito era a utilização de blindados para alcançar a mobilidade necessária nos campos de batalha. Nesse último caso, coube ao general Heinz Guderian a consolidação e aperfeiçoamento das técnicas de emprego de blindados na composição de uma guerra ofensiva de alta mobilidade que ficou consagrada como “Guerra Relâmpago”.

Portanto vamos verificar nas fotos abaixo alguns blindados que foram criados para alcançar a mobilidade ignorada por Seeckt e aperfeiçoada por Guderian, cujo o resultado já é notório para a História.

Fonte: O outro lado da Colina – Liddell Hart

A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra – O Retorno

 Mais uma série das mais loucas da Segunda Guerra.

AMAN e ANVFEB-PE entregam Medalha Aspirante Mega – Reconhecimento Histórico

            A Associação Nacional dos Veteranos da FEB – Seção Regional Pernambuco fez a entrega da Medalha Aspirante Mega no dia 10 de maio, na Academia Militar das Agulhas Negras, ao cadete primeiro colocado do terceiro ano do Curso de Infantaria, sendo agraciado com a honraria após participar do exercício da liderança, cuja execução visa desenvolver atributos das áreas afetiva, cognitiva e psicomotora, inerentes ao futuro comandante dos pelotões da Arma de Infantaria.

            Esta prova é realizada em uma única oportunidade durante o ano de instrução, sendo desencadeada ao longo de três jornadas ininterruptas. Ao longo deste período, os cadetes são submetidos a intensos esforços físicos, sendo avaliados quanto à sua capacidade de comando sob condições adversas, as quais buscam a imitação das extenuantes situações de combate.

            O nome dado à prova foi inspirado na heroica ação de combate desencadeada pelo Aspirante Francisco Mega, único Aspirante a oficial a tombar em combate no Teatro de Operações da Itália. No dia 15 de Abril de 1945, ele lançou-se à frente do seu pelotão contra as tropas inimigas instaladas na Cota 778 à leste da cidade de Montese e, mesmo sendo ferido mortalmente  no momento do assalto, buscou  a motivação dos seus homens na manutenção do ataque, proferindo as seguintes palavras: “Porque estão parados em torno de mim? A guerra é lá na frente. Quem está no fogo é para se queimar! Estou aqui por que quis! Se vocês estão sentidos com o que aconteceu, vinguem-se acertando o comandante deles! De nada valerá o meu sacrifício se não conquistarem o objetivo. A minha vida nada vale, a minha morte nada significa diante do que vocês ainda tem para fazer . Prossigam na luta…”

            Através deste legado deixado pelo Aspirante Mega, o Curso de Infantaria da Academia Militar das Agulhas Negras, por meio da referida prova, procura forjar o caráter militar de cada um dos seus Cadetes.

            Na solenidade, o General Arruda – Comandante da AMAN, fez a entrega da Medalha Aspirante Mega ao Cadete João Paulo Milanello TESSARI (1º colocado de 2011) e ao Cadete STYVERSON Mendes Fernandes (1º colocado de 2012).

            A Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira sente-se honrada em poder agraciar estes Cadetes que souberam enfrentar com bravura e dignidade as dificuldades impostas, honrando a memória dos nossos verdadeiros Heróis.

“Conspira contra sua própria grandeza,  o povo que não cultiva os seus feitos heroicos”

Aspirante Francisco Mega

 

Os agraciados em continência a Bandeira

 

Cadete Styverson Mendes Fernandes

 

Cadete João Paulo Milanello Tessari (destaque 2011)

 

Foto da Turma do Aspirante Francisco Mega da Escola Militar de Realengo – 1942

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