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Posts Tagged ‘segunda guerra mundial’

Guerras Mundiais no HISTORY & João Barone e Convidados!

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 O dia 31 de julho será um excelente dia para os entusiastas, pesquisadores e estudiosos da Segunda Guerra Mundial. Na verdade, para ser mais amplo, a jornada da Segunda Guerra Mundial, será nos dias 28, 29 e 30 de julho, com a série Guerras Mundiais, exibida pelo HISTORY CHANNEL, indicada a 03 Emmy.

Minissérie em 6 episódios, que traz a história de uma geração de homens que lutaram como soldados nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, e que se tornaram líderes na Segunda Guerra Mundial. Hitler, Churchill, De Gaulle, MacArthur, Patton, Stalin e Mussolini hoje são conhecidas lendas globais, e fizeram parte das duas guerras sangrentas que abalaram a humanidade por 30 anos. Desde as primeiras batalhas, eles souberam o quanto lhes custaria subir ao poder, lutando por suas vidas na linha de frente. As lições que aprenderam ali os moldou, e os revelou quando o combate irrompeu de novo. Alguns se tornaram heróis, forjados pela coragem debaixo de fogo; outros, despontaram como os vilões mais infames que o mundo já viu. Reconstituir as guerras mundiais dessa forma, é contá-la através desses homens em uma abordagem única e inédita: a Primeira Guerra os mudou e na Segunda Guerra, eles mudaram o mundo.

  No dia 31, a partir das 21h00, será transmitido ONLINE pelo Hangout um vídeo Chat com João Barone e os convidados Marcelo Madureira, Arthur Dapieve e Chico Miranda. Falaremos sobre a Segunda Guerra Mundial, abordando, inclusive a participação brasileira.

  Para participar é só Clica neste LINK: https://plus.google.com/u/0/events/c3u0jqefnibrf8h2keekcgdqcs4

 Confirme sua presença e mande sua pergunta! PARTICIPEM!

 MAIS INFORMAÇÕES: http://seuhistory.com/programas/guerras-mundiais

 

 

 

A Velha e Boa Alemanha de SEMPRE!

Depois da consagração da Copa do Mundo do Brasil, a imprensa brasileira muito tem alardeado sobre a organização e o planejamento dos alemães e seu metodismo para tornar-se a maior potência futebolística do mundo. Mas, para quem conhece o histórico da Alemanha, não é difícil entender os motivos que levaram a Alemanha a atingir esse nível de planejamento e execução, já que isso faz parte da cultura desse povo. Sempre fez. O mundo sentiu de forma voraz essa cultura de organização e execução calculista na mais trágica das formas. A Alemanha fez sua fama pela vocação belicista. Contudo, não quero falar sobre as duas guerras, daria margem para infindáveis discussões entre adeptos e acusados do rastro de destruição e morte dos regimes que estiveram no poder seja na Alemanha do Kaiser; seja na Alemanha Nazista.

A prova inconteste da magnitude da abnegação alemã surge exatamente quando o povo esteve destroçado, ou seja, no final da Segunda Guerra Mundial. Não há outro exemplo mais contundente de humilhação que uma nação tenha vivenciado com privação ao extremo, nos difíceis meses posteriores a guerra. Cidades completamente destruídas, mortos aos milhões, estupros em massa, foram os ingredientes que acompanharam a chegada das forças estrangeiras a partir de abril de 1945 e por lá permaneceram até 1989.

Não importa os motivos da guerra, as ideologias ou qualquer tipo de juízo de valor sobre seu desfecho causal, o que interessa são os fatos e isso aponta para um povo extraordinário e resistente, e com uma impressionante vocação para se reinventar e se adaptar as mais adversas situações; seja causado por regimes nefastos; seja para reerguer-se da quase aniquilação ou até mesmo para se planejarem para ser o país do futebol.

Uma Luz na Escuridão Histórica: Gastão Coimbra e o Seu Maravilhoso “Homens da Pátria”

O professor e historiador Roney Cytrynowicz  escreveu um artigo que dizia o seguinte sobre o envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial: 

O lugar da Segunda Guerra Mundial na história e na memória coletiva da população do São Paulo, e do Brasil [grifo nosso], tem sido, no entanto, marcado muito mais pela ausência do que por uma presença efetiva e consistente. A guerra, episódio central da História do século 20, não está presente na memória da cidade de São Paulo; ela não é celebrada coletivamente, não é lembrada. Os soldados que lutaram e os mortos não são referenciados a não ser por pequenos grupos diretamente ligados a eles. 

 Infelizmente uma verdade gritante que se agrega a característica do Brasil em ser um País sem memória. Mas, sempre haverá ações que possam ir de encontro a essa nociva cultura. Essas ações, não raras vezes, são protagonizadas por pessoas que, distantes dos financiamentos públicos e de suas estatais, têm que vivenciar sacrifícios pessoais para ter sua obra sendo exibida.

 Gestão Coimbra conseguiu formar um bastião de resistência para levar ao público uma obra cinematográfica que retrate o sacrifício de jovens, que deixaram suas famílias e sua terra, para obedecer ao chamado patriótico de uma nação em guerra.  O longa-metragem HOMENS DA PÁTRIA é muito mais do que um filme, é um projeto que traz ao público histórias marcantes e reais de pessoas humildes que estivem à serviço do Brasil e lá deixaram suas vidas ou grande parte de sua juventude; histórias reais vivenciados por brasileiros que, infelizmente, são estigmatizados pelo ideologismo governamental que vira as costas para a importância histórica dos mais de 25 mil brasileiros que lutaram na Itália e a memória de quase 500 mortos.

 Apesar dos sacrifícios para concepção do projeto, é facilmente perceptível a fidelidade histórica do filme de 90 minutos, possibilitando uma vivência com os fatos narrados, ou seja, será uma aula de história e o reconhecimento da Força Expedicionária Brasileira na formação de uma política de regaste do nosso passado recente.

 Esses são alguns motivos para que TODOS possam apreciar e convidar outras pessoas, principalmente àqueles que acham que o Brasil pulou de 1939 para 1945.

 O Todos os envolvidos nosso muito obrigado!

 

 

NATAL, TRAMPOLIM DA VITÓRIA: UMA AULA DE CIDADANIA HISTÓRICA – FUNDAÇÃO RAMPA

Muitos textos e artigos foram publicados aqui no BLOG para expressar a indignação quando o abandono histórico que o Brasil relega sua participação na Segunda Guerra Mundial. Infelizmente, nenhum é tão gritante quando a completa ausência de informações sobre o que americanos consideravam ser o “Trampolim da Vitória”.  A bela cidade de Natal figura como a cidade que mais sentia os efeitos da guerra, simplesmente pelo fato dela ser a principal rota aérea para apoio e suprimento das operações ocorridas em todo Teatro do Mediterrâneo que sustentavam os bombardeios ao sul da Alemanha, além de operações do Pacífico. Era a maior Base Aérea Americana fora  dos Estados Unidos, por isso, a importância das operações do Pernamirim Field serem consideradas como cruciais para o esforço de guerra dos Aliados.

Os impactos sociais com a presença de centenas de americanos mudou a cara da cidade de Natal e transformou a vida de milhares de cidadãos. Para aqueles americanos, vivenciar as terras tropicais durante a guerra foi a melhor experiência que se poderia ter em um conflito de sofrimento humano inenarrável.

Tudo ficou em um passado obscuro e sem qualquer tipo de ligação com o presente. Não há mais paralelo histórico que possa trazer à luz a riqueza e importância da presença dos Aliados no importantíssimo e estratégico Saliente do Nordeste, exceto pela batalha individual de heróis contemporâneos como Augusto Maranhão e Marcos Sedin, aliando esforços para manter a História de sua cidade com a Fundação Rampa.

Aos Diretores da Fundação Rampa, nossa humilde continência.

http://www.fundacaorampa.com.br

 O Tenente Mário Messias, secretário da Associação Nacional dos Veteranos da FEB/Regional Pernambuco, enviou um conjunto de fotografias que orgulharia qualquer pesquisador. São fotos de Ivan Dmitri/Michael Ochs Archives / Getty Images.

Fotos Coloridas da Segunda Guerra – Impressionante – PARTE II

Seguindo com esse excelente acervo. As fotografias que impressionam pela realidade e por proporcionar uma visão diferente do conflito.

 

Fotos Coloridas da Segunda Guerra – Impressionante!

A Segunda Guerra Mundial deixou um acervo fotográfico vasto e ainda não totalmente esgotado. A grande maioria dos registros fotográficos, claro, em preto e branco, apesar da qualidade e do charme característicos, deixam a desejar quando é representar a realidade dos cenários. Principalmente para uma geração acostumada com os megapixels nas alturas.

Para minimizar essas faltas tecnológicas, alguns técnicos tem se desdobrado para aplicar cores digitalmente às imagens ao acervo da Segunda Guerra. Alguns, é verdade, não tem obtido êxito, pois muitas fotos perdem a naturalidade, contudo outros têm impressionado pela qualidade e pela realidade dos cenários. Vale a pena conferir.

Medalha…Medalha…Objeto de Reconhecimento do Soldado…Quase sempre!

Desde o princípio da civilização, quando o homem iniciou seus conflitos tribais até os grandes eventos militares, todos os povos sentiam a necessidade de condecorar seus soldados e seus comandantes pelas conquistas militares. Muito mais do que os despojos de guerra, as medalhas projetavam a bravura e as conquistas dos soldados, consequentemente respeito e status social.

Após o fim da Grande Guerra, a pobreza abateu sobre a República de Weimar, os bravos soldados alemães que lutaram durante anos e receberam altas condecorações militares, muitos mutilados de guerra, colocavam seus uniformes, com suas medalhas e se sentavam nas calçadas das principais cidades germânicas para pedir esmolas. Suas condecorações eram os instrumentos para sensibilizar as pessoas e lhe dar sustento. O próprio Hitler sustentava a mais famosa condecoração militar da Alemanha, a Cruz de Ferro. O Cabo Hitler recebeu a medalha quando levava mensagens de seu regimento. Até o fim da sua vida, Adolf ostentou sua Cruz de Ferro com orgulho.

Durante a Segunda Guerra Mundial as condecorações foram um elemento primordial na dura defesa do território soviético. Muitas condecorações militares foram criadas e oferecidas a homens e mulheres que lutaram em todas as frentes soviéticas contra o invasor alemão. Ao final da guerra e nos anos subsequentes, todos ostentavam suas medalhas e condecorações orgulhosamente.

A participação do Brasil no teatro de operações da Itália produziu vários heróis. Todos devidamente condecorados com medalhas de mérito de bravura individual, como é o caso do Tenente Apollo Rezk, o militar mais condecorado na campanha italiana. Todos que participaram da Força Expedicionária Brasileira foram agraciados com a Medalha de Campanha. Aos feridos, Sangue do Brasil.

Infelizmente, hoje as condecorações militares são mais objetos do ego humano do que o reconhecimento por serviços prestados. Muitas medalhas distribuídas de forma indiscriminada e por conveniência política, tornaram-se apenas condecorações do narcisismo de pessoas conhecidas como Muttley, personagem do desenho Corrida Maluca, que repetia insistentemente Medalha…Medalha…, depois de qualquer ação.

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