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Vivendo e Morrendo como um Soldado!


Viver e morrer como soldado são conceitos que engrandece a vida de qualquer ser humano.  Um soldado em tempo de paz deve estar sempre preparado para cumprir o que sua pátria espera. Durante a Segunda Guerra Mundial, nos Estados Unidos, muitos jovens sabiam exatamente o que deveriam fazer com relação à guerra. E depois dos ataques a Pearl Harbor, milhares se candidataram voluntariamente para compor e se doar para sua pátria. Em outros países não foi diferente. O que podemos dizer dos soldados russos? O país que mais sofreu baixas na guerra. Independente de qualquer tendência filosófica ou social deve-se engrandecer o sacrifício do povo russo, do Soldado Russo. O que podemos dizer do soldado alemão? Podemos citar o exemplo da 148ª Divisão Alemã que se rendeu as Forças Brasileiras (FEB) de forma disciplinada e com a reverência peculiar que fez a fama do Exército Germânico. Se perguntar a qualquer soldado que lutou contra os alemães, dez entre dez fará referência a conduta, bravura e disciplina alemã.

Soldado é a forma mais elementar da guerra! Dizia Eisenhower: “Antes da Batalha os Planos são tudo! A partir do momento que ela começa eles nada valem”. A guerra é feita pelos soldados, pela infantaria na linha de combate, pela artilharia nas posições, pelo soldado raso entrincheirado.

Infelizmente é fácil observar que a relação soldado e guerra, tenha um consciente triste…A Morte! Mas morrer como um soldado é acima de tudo, uma honraria. Não há um soldado que caiu em terreno que não fosse motivo de orgulho inebriante de sua família, de sua terra e de seu país. Sua vida passou a ter um sentido a partir de sacrifício de morte! Triste, mas honroso. Embora nenhum soldado queira morrer em combate, mas ele está pronto para isso se preciso for.

O que dizer da bravura de três soldados mineiros? Geraldo Baêta da Cruz, então com 28 anos, natural de Entre Rios de Minas; Arlindo Lúcio da Silva, de 25, de São João del-Rei; e Geraldo Rodrigues de Souza, de 26, de Rio Preto, morreram como heróis em Montese, Itália. Eles são a prova viva, mesmo em morte, que a bravura de um soldado é venerada, independentemente do resultado do combate!

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  1. washington jadum de campos
    15/09/2011 às 8:53 PM

    Mesmo que tenha uma forte noção do que vai encontrar, o soldado é um soldado, para defender e para viver, as honras eles merecem não importa o lado que estão.

  2. 15/09/2011 às 10:32 PM

    excelente esse post
    parabéns Chico Miranda
    TC Monteiro

  3. Vitor
    18/09/2011 às 7:40 AM

    Besteira.
    Antes se acorvadar em uma guera e se entregar do que morrer.

  4. Francisco Bendl
    04/10/2011 às 5:19 PM

    Muito diferente se falar do “romantismo” de se ser um soldado e, efetivamente, exercer a função numa guerra!
    Certamente milhões dos soldados envolvidos em conflitos queriam o seu término, e muitos milhares desertaram!
    E não há ninguém que possa acusar um homem que foge de uma batalha, haja vista que o ser humano reage diferentemente quando pressionado.
    Eu servi o Exército, na Polícia do Exército, na década de sessenta.
    Conheci verdadeiros soldados que haviam lutado em combate; São Domingos, Suez, mas que voltaram com as imagens terríveis em suas lembranças sobre o pavor de uma guerra e suas consequências!
    Aprendi a lutar com armas poderosas, devastadoras; a lutar corpo a corpo; a obedecer; a mandar; a executar tarefas em princípio impossíveis, mas para um soldado normais.
    Quando eu decidi sair da caserna, eu constatei que precisava lutar sem uniforme e sem armas; eu precisava sustentar a minha família recém formada e esta seria a minha maior incumbência, pois eles dependiam do meu vigor, da minha determinação, da minha vontade em levar a cabo esta tarefa árdua, mas não menos meritória e heróica de vencer uma guerra. Com uma diferença fundamental: sem vítimas!
    Nós todos podemos ser exemplos de soldados: basta que cumpramos com o nosso dever de cidadãos, de homens, de chefes de famílias, de pais e irmãos.
    E sem o sofrimento de uma família que tenha tido seus filhos mortos por um “herói” do outro lado, de uma família que o tenha recebido vivo do conflito estabelecido invariavelmente por mentes doentias, inescrupulosas, criminosas!
    Não, eu não vejo heroísmo na morte, vejo injustiça!

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