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Tanques – Destruição e Bravura de Cavaleiro!


Falamos sempre da Infantaria, pois é das armas a Rainha!! Cantamos a canção da Rainha das Armas:

“…Nós Peitos nunca vencidos de valor desmedidos no fragor da disputa…És a Nobre Infantaria das Armas a Rainha…”

Mas sinceramente, o cara da Cavalaria Mecanizada é das armas a morte mais sofrível! Dentro de uma tanque da Segunda Guerra, sob um ataque aéreo…O que fazer? Nem correr o cara pode!! E basta um soldado! Apenas um! Dotado de um mísera arma anti-tanque…Já era!! Se sair correndo a abandonar o tanque…Já era!! Se ficar dentro sem abrir a escotilha…Já era!!

 Enfim! O cara tem que ser muito de Infantaria para lutar dentro de um “Cavalo Mecânico” . Segue alguns exemplos!!

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  1. washington jadum de campos
    28/09/2011 às 4:36 PM

    Um tanque, se correr o bicho pega se ficar o bicho come, a infantaria motorizada apesar de ser uma arma mortal tambem mortal ela é, é um inferno dentro destas máquinas de morte.

  2. Mauro Moriarty
    16/01/2012 às 4:22 AM

    – No inicio foi o problema, primeira Guerra mundial, impasse, posições defensivas inexpugnáveis, ataques com muitas baixas, uma guerra em que muitos passaram a acreditar seriamente que jamais teria fim, a solução uma maneira de romper as consistentes linhas inimigas e conter o inevitável contra-ataque que viria desta situação.

    – Uma solução que teve origem na Inglaterra “O tanque”, uma caixa de metal capaz de resistir a tiros, movida por uma lagarta, recurso muito mais eficiente para enfrentar todo o tipo de terreno difícil que pneus convencionais, a solução que parecia promissora de inicio excedeu todas as expectativas.

    – De inicio qualquer exercito ao conceber uma arma precisa ter respostas precisas para algumas perguntas vitais, quais suas características mais relevantes e o que se pode fazer com ela baseada nessas características.

    – Com o tanque não foi diferente, a primeira guerra mundial apresentou o desafio de vencer batalhas rompendo o dispositivo inimigo de maneira eficaz, com o mínimo de baixas, os primeiros tanques Britânicos e Franceses, feito os ajustes iniciais nas máquinas e complementado o treinamento de suas tripulações, como resultado das experiências modestas a que foram submetidos no campo de batalha com a finalidade de testar seu desempenho, foram usados e aprovados.

    – Começaram a serem produzidos em massa e a empurrar a Frente de batalha da França ocupada para as fronteiras da Alemanha exausta, foi o fim, a Alemanha não podia segura-los, eles não foram os únicos artífices da vitória, mas estão entre os principais.

    – No período entre guerras veio a fase de estudo do emprego tático da nova arma no campo de batalha, nomes se destacaram Liddel Hart e Fuller na Inglaterra e Guderian na Alemanha, esses estudos deram origem a dois tipos de emprego distinto do Tanque em batalha o convencional adotado pela Inglaterra e França, baseado nas suas experiências de I Guerra mundial, que aconselhava sua utilização como apoio a infantaria no rompimento das linhas inimigas e o tanque como arma independente com o fim de apoiado por força aérea conquistar objetivos atrás das linhas inimigas.

    – Os Ingleses citados advogaram essa teoria a (Blitzkrieg), que foi repudiada pelos exércitos de seus países, os Alemães queriam uma solução eficiente para o impasse e a teoria advogada por Guderian ganhou adeptos e apoio no exercito Alemão, passou a ser conhecida pelo nome Alemão de “Blitzkrieg”.

    – Na II Guerra mundial França e Inglaterra pagariam caro o erro, tanto a teoria tática que apoiaram quanto os tanques que construíram para pô-la em prática eram ineficientes, e as derrotas se acumularam diante da devastadora Blitzkrieg que conquistou quase toda a Europa, bons tanques, aviões e pessoal bem treinado como pedia a Blitzkrieg, conseguia vitórias rápidas e garantidas.

    – Essa situação perduraria até a fatídica decisão nazista de invadir a URSS, outro país que optaria por tanques com características bem equilibradas, notadamente o T34, um choque para os Nazistas, e quando os Soviéticos assimilaram as lições da Blitzkrieg e puderam graças aos seus recursos naturais e produção industrial obterem grandes concentrações de blindados conduzindo contra ataques ao modo blitzkrieg, (Notadamente o que cercou o sexto exercito nazista em Stalingrado), os nazistas iniciaram o seu recuo ate a derrota final.

    – Do lado Anglo-americano, o único tanque a merecer citação foi mesmo o Sherman inferior aos principais nazistas, mas com a vantagem de ser fácil de ser produzido em massa, apoiado pelo numero e sua força aérea superior ele conseguia se impor no campo de batalha.

    – O fim nazista veio inevitável, seus últimos modelos eram enormes foram construídos com finalidade defensiva, tentando segurar ao máximo um inimigo que avançava sempre, mas se tinham qualidade não poderiam ser produzidos dentro da quantidade necessária e a Luftwaffen arrasada não poderia mais apoia-los, seus últimos remanescentes foram usados enterrados até a torre na batalha final de Berlim.

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