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Archive for outubro \31\UTC 2011

A Guerra do Deserto – Morte e Agonia

Convenhamos, Hitler nunca teve aliados que dividissem o fardo da guerra com ele. Isso é apontado como sendo uma dos erros que levaram a derrota alemã. Mussoline abriu um novo front para a Alemanha, em uma guerra que ela não queria participar, mas que foi arrastada depois que o Dulce estava quase sendo expulso. O Japão era a esperança de Hitler no apoio para abrir um front contra a URSS, o que de fato nunca aconteceu.

Enfim, vamos publicar os detalhes de um front, que é considerado como o mais difícil para as tropas alemãs, até aquele momento (o frio russo ainda não tinha batido as portas…). O front africano! Para ele foi enviado o mais popular dos generais Erwin Rommel, que consagrou a imagem de Raposa do Deserto e entrou para História Militar Mundial

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Os alemães e o Brasil – A Imigração Alemã – Parte II

Continuando uma série aprofundada de estudos sobre a Força Expedicionária Brasileira produzida pelo Mestre em História Alessandro dos Santos Rosa.

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O isolamento alemão

Os imigrantes alemães que povoaram as regiões do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no século XIX, efetivaram sua ocupação em terras que ficavam compreendidas entre as áreas litorâneas e as áreas de planalto, as terras de matas e terras dobradas, ficando distante das terras luso-brasileiras e das grandes fazendas cafeicultoras.

Os alemães foram designados a ocupar as regiões indicadas por uma opção estratégica, pois o café era nesse momento um dos produtos mais importantes para a economia brasileira, e pequenas propriedades em meio a esses campos acabariam prejudicando a produção. Outro ponto importante era que havia necessidade de se criar uma via de comunicação entre o litoral e as regiões que compreendiam o planalto, como abordado por Giralda Seyferth[1]:

     As primeiras colônias foram estabelecidas em pontos estratégicos entre o planalto e o litoral do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a fim de garantir de alguma forma as vias de penetração. Em Santa Catarina, principalmente, não havia comunicação entre a capital Desterro e o Planalto e foi com esta finalidade que se deu estímulo à colonização alemã no Vale do Itajaí. (p.31)

Devido às suas características culturais européias, mais especificamente da própria Alemanha, os imigrantes conseguem, mesmo com um número pequeno de componentes, contribuir consideravelmente com a economia brasileira, possibilitando que pequenas propriedades tenham um alto índice de produtividade na produção agrícola e agropecuária.

Tiveram também grande êxito ao procurar uma inserção no setor de comércio, realizando investimentos em diversos setores da economia comercial e extrativa, como explicado por Dennison[2]:

     Embora possuíssem menos de 0,5% da superfície cultivável do país, as comunidades de origem alemã geravam 8% da produção agrícola. Além da agropecuária, alemães e seus descendentes mantinham também empreendimentos nos setores comercial, extrativo e industrial. Fábricas de cerveja, charutos, mineradoras, têxteis e calçados eram suas atividades de investimento preferenciais, fazendo com que possuíssem 10% da indústria e 12% do comércio do Brasil. (p.13-14).

Portanto, é perceptível através dos estudos dos pesquisadores Dennison, Giralda e René, que os imigrantes alemães apresentavam um espírito empreendedor e sofisticado, conseqüência das experiências vivenciadas e perspectivas que conseguiam também realizar.

Juntamente a isso soma-se o desprendimento e força de vontade para trabalhar suas pequenas propriedades e torná-las significativamente produtivas. Essas características apresentaram-se também na participação do comércio e indústria como observado pelo general da reserva e ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira Italo Conti, de origem italiana, natural de Mallet, interior do estado do Paraná[3]:

     Por que todos nós sabemos da contribuição dos colonizadores alemães em beneficio ao desenvolvimento da economia brasileira e do progresso do Brasil, principalmente na indústria. Na lavoura também, mas o grande destaque foi na área industrial. Aqui em Curitiba, tinham três sociedades alemãs, que era muito freqüentada pela alta sociedade, havia uma confraternização muito grande, realmente eles eram um pouco mais fechados, porem eram respeitados de uma forma geral.

O depoimento acima deixa mais transparente a realidade vivida pelos imigrantes alemães e sua importância dentro das localidades onde se alocavam. Tanto pesquisadores como demais membros da sociedade que vivenciaram aquele momento, vem nos trazer a confirmação desses fatos.

A imigração alemã, que fora tão incentivada pelo governo brasileiro, acabou tendo restrições quanto às propagandas feitas dentro da Alemanha. Isso ocorreu por parte do governo alemão, no momento em que soube da utilização dos imigrantes nos campos e fazendas do interior de São Paulo. Essa atividade caracterizava, de certa forma, uma forma de exploração inaceitável. A proibição foi generalizada em 1871, voltando a normalização a partir do ano de 1896, já no final do século XIX.

Além da importante contribuição econômica, os alemães também colaboraram na parte demográfica, já que era de costume das famílias dessa época, principalmente àquelas que possuíam uma pequena gleba de terra, terem grande número de filhos, cruciais para que se tivesse mais mão-de-obra para trabalhar a terra e desenvolver as atividades que se faziam necessárias. Esse fato fez com que, nos estados sulinos, essa população tivesse expressividade, como explicado por Dennison de Oliveira[4]:

     …se caracterizavam por um expressivo índice de fertilidade, na média de oito a nove filhos por mulher, para aquelas que se casaram até os 19 anos, e sete filhos, para as que casaram após essa idade. Como resultado, a Colônia alemã tinha antes da Segunda Guerra Mundial uma participação significativa no conjunto da população dos Estados da região sul, onde residiam seus maiores efetivos: 6,9% da população do Paraná, 19,62% do Rio Grande do Sul e 22,34% de Santa Catarina. (p. 14).

A parcela mais expressiva de imigrantes alemães teve sua entrada entre 1850 e o final do século, tendo como característica o surgimento de um grande número de povoados espalhados pelos estados do Sul. Até meados de 1830, o governo oferecia incentivos financeiros para que os alemães se estabelecessem em terras brasileiras e adquirissem as pequenas propriedades. Contudo, a partir desta data houve uma mudança na política Imperial passando essas responsabilidades aos governos das províncias onde os imigrantes se estabeleceriam, sendo que, a partir de 1850, empresas privadas passam a assumir essas atividades.

A grande maioria desses grupos imigrantes ou pequenas comunidades que se formaram, constituiu-se de forma isolada, sem interferência de outras etnias ou grupos, até mesmo porque o Estado não ofereceu nenhum tipo de estrutura básica. Dessa forma, mantiveram seus costumes e sua cultura inalterados. Por estarem localizados nos pontos estratégicos determinados pelos governos, até mesmo a comunicação entre eles acabava ocorrendo na língua materna, ou seja, somente em casos extremos utilizam o pobre vocabulário que tinham em português.

Esse cenário de isolamento dos imigrantes alemães com o passar dos tempos vai acarretar em problema, pois as comunidades germânicas admitidas no Brasil não estavam conseguindo o entrosamento com os brasileiros, portanto, não estavam constituindo um único grupo, como explicado por René Gertz[5]: “Acusação repetida contra alemães e descendentes, desde o início da imigração em 1824, é o de não-integração, do que resultaria uma verdadeira anticidadania brasileira, mesmo para os descendentes que são brasileiros de fato e de direito”. (p. 13)

Por outro lado, os portugueses que se fixaram nas terras brasileiras, já na sua segunda geração possuíam hábitos e costumes brasileiros, procurando integrar-se rapidamente a nova cultura, como analisa Gertz[6]:

     O filho do português entre nós já é brasileiro e pugna pelo Brasil como sua única pátria. Podemos dizer o mesmo dos míseros alemães? Me parece que não. Em geral não há filho e mesmo neto de colono alemão que pugne pelo Brasil como se pugnasse pela sua pátria; pelos exemplos dos pais que olham esta terra mais como madrasta do que como mãe…  (p.13)

A não-integração dos alemães com a sociedade brasileira criou naturalmente uma preocupação para aqueles que conduziam o Brasil, pois estava surgindo um problema social que colocaria em risco a própria formação geográfica do país, como explicado por Dennison de Oliveira [7]:

     Contudo, a relativa não-integração das comunidades de origem germânica levou a uma reversão dessas expectativas iniciais. Termos como “quistos inassimiláveis” de estrangeiros que estariam vivendo no Brasil, alertas para o “perigo alemão” e os temores com relação à criação de uma “Alemanha Antártida” no sul do Brasil passariam, a partir daí, a circular entre as elites dirigentes brasileiras com diferentes graus de aceitação e intensidade. No decorrer das duas guerras mundiais, tais receios seriam amplificados ao máximo, num contexto em que os projetos de uma possível separação da região sul e a criação de uma nova entidade nacional sob controle dos alemães eram tidos não só como altamente prováveis de virem a ser realizados, como também iminentes.  (p.15)

Para deixar a situação ainda mais grave, havia por parte do governo alemão incentivo para aqueles que se encontravam morando no exterior e que se mantivessem autênticos nas suas origens, como explicado por Frank D. McCann[8]: “O governo alemão os incentivava a se considerarem não como imigrantes, mas como alemães vivendo no exterior, como parte da Grande Alemanha”. (p.70)

Toda essa situação foi gerada pela própria estratégia de ocupação criada inicialmente pelos políticos que estavam a frente do Brasil, sendo posteriormente seguido o mesmo procedimento pelos governos provinciais. A idéia de deixar os imigrantes alemães em terras que tinham seus limites com as grandes fazendas, em lugares isolados dos grandes centros, sem muitos meios de comunicação, devido às grandes dificuldades impostas pelas distâncias, não representava, na visão das elites políticas e burguesia, nenhum tipo de perigo ou ameaça.

A própria falta de infra-estrutura, no caso de escolas e outros serviços que suprissem as necessidades básicas sociais, forneceram ferramentas para que esse cenário de não-integração tivesse se desenvolvido e ficasse ainda mais arraigado no peito dos imigrantes, como analisa Ricardo Seitenfus[9]: “Apesar de estabelecida há mais de um século, a colonização alemã é escassamente assimilada. Trata-se de um aparente paradoxo, pois poder-se-ia imaginar que o tempo fosse o importante elemento imigratório. Todavia é o espaço, ou seja, a localização do imigrado que determina sua assimilação”. (p.12)

A preocupação das elites brasileiras não fora somente que o imigrante efetivasse uma ocupação territorial, mas havia outras intenções, como a de melhorar a sociedade, estrategicamente pensada para que a população como um todo evoluísse, acreditava que seria possível desenvolver com melhor qualidade a economia e a cultura, como explicado por Dennison[10]:

     Inicialmente, a imigração alemã para o Brasil era considerada não apenas oportuna, mas extremamente necessária. Afinal, entendia-se que a vinda dos alemães ajudaria a “branquear” nossa população, erradicando-se, com o passar do tempo, a herança cultural e biológica de origem africana, indígena e lusitana, a qual era associada ao atraso cultural e ao subdesenvolvimento econômico. (p. 15)

A falta desse apoio básico propiciou um terreno, onde se desenvolveram instituições que incentivavam a prática da língua alemã e de costumes trazidos da própria Alemanha, como abordado pode Dennison[11]:

     Dessa forma, os colonos foram forçados a prover, com seus próprios recursos ou, em alguns casos, com auxílio financeiro de instituições alemãs, a oferta desses serviços. Assim, as instituições que se dedicavam a essas atividades reforçavam a tendência à endogenia da comunidade, na medida em que, tendo sido criadas por alemães para atender alemães, convertiam-se elas próprias em fatores de comunidade e reforço da germanidade (Deutschtum). (p. 17)

Todo esse conjunto de acontecimentos deflagrou um crescimento de estabelecimentos criados por alemães e para alemães, fazendo mais presente ainda a cultura e costumes germânicos, atingindo todas as idades e gerações que se faziam presentes no território brasileiro. De acordo com Dennison[12]: “No Rio Grande do Sul, por exemplo, elas passaram de 24 para 937 estabelecimentos de ensino. Em Santa Catarina não foi diferente. O caso de Blumenau é típico dessa tendência. Em 1928, das 200 escolas daquele município, nada menos de 132 eram alemãs”. (p.17-18). Não deixando de se mencionar aqui as outras instituições que serviam de meios de comunicação e de recreação.

Dessa forma, as comunidades utilizavam a língua alemã como língua principal, em jornais, nos cultos religiosos, dentro dos lares, fazendo uso do alemão para efetivar a comunicação deles dentro das comunidades. Todos, imigrados ou nascidos, já de segunda geração, se mantinham totalmente atrelados aos costumes e língua germânicos.

Como já analisado anteriormente, o principal fator que propicia esse desencadeamento, foi o abandono dessas famílias em lugares isolados pelas pessoas responsáveis pelos movimentos imigratórios, onde os alemães criaram mecanismos para educar suas gerações.

No ano de 1871 surge um novo fato que vai reforçar a idéia de isolamento das comunidades alemãs que se encontrassem morando em outras regiões fora da Alemanha, seja no Brasil ou qualquer outro lugar que existissem imigrantes germânicos, a criação do Império Alemão, como explica René[13]: “A idéia de não-integração, de segregação, de antipatriotismo e de anticidadania ganhou nova dimensão com a criação do império alemão em 1871 e do quadro internacional daí resultante”. (p. 15)

Essa nova situação trouxe consigo um novo fôlego aos imigrantes alemães, pois reascendeu o que nem havia se apagado, o sentimento de patriotismo pela terra que estava distante. A idéia de germanismo era passada de pai para filho, por isso atingiu todas as gerações.

A imagem criada de conservação da identidade alemã, mesmo em território estrangeiro, aguça ainda mais a idéia de isolamento e de uma “superioridade racial”, pois a imagem e características da sociedade alemã eram pontos positivos e a avaliação das demais etnias era o mais negativo possível, como abordado por Dennison[14]:

     …manutenção dos traços de origem ancestral alemã uma série de características positivas, como a eficiência, limpeza, produtividade, inteligência etc. Inversamente, imputavam aos habitantes de origem luso-brasileira características francamente negativas, as quais seriam racialmente determinadas, como preguiça, a sujeira, a doença etc. Sua principal referência negativa eram os caboclos, habitantes do litoral, que constituíam, aos seus olhos, uma raça que reputavam como portadora de características inatas que seriam antagônicas a tudo que se associavam ao modo de vida alemão, como o atraso, a ignorância, a pobreza etc. (p. 18)

Até mesmo nas uniões matrimoniais havia uma constante preocupação para que não houvesse uma mistura racial, uma miscigenação, para que se mantivesse a identidade alemã. Dessa forma, as características germânicas estariam preservadas, não havendo o risco de serem abandonadas ou desviadas, fortalecendo cada vez mais as ideologias partidas da Europa, mais propriamente dito da Alemanha. Situação essa que acabava sendo mais usual nas sociedades que moravam no interior, em áreas rurais, onde prevalecia o isolamento e a comunidade era composta somente por descendentes de alemães.

Essas práticas e formas de agir das sociedades alemãs que se encontravam morando no exterior fortaleciam a idéia de se manter isolada e inalteradamente sólida a germanidade. A Alemanha se utiliza dessas pessoas que moravam fora, para que elas divulguem a idéia da germanidade, na tentativa de manter essas sociedades interligadas com a pátria mãe, como analisado por René[15]: “A Alemanha não tinha colônias e ideólogos e estrategistas alemães pensaram no aproveitamento os “alemães no exterior” em beneficio da “pátria mãe”. (p.15)

Referencia Bibliográfica

 

*McCANN, Frank D. Aliança Brasil – Estados Unidos (1937-1945). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1995

*GERTZ, René. O perigo alemão. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1991

* OLIVEIRA, Dennison de. Os soldados alemães de Vargas. Curitiba: Juruá, 2008

* SEYFERTH, Giralda. A colonização alemã no vale do Itajaí – Mirim. Porto Alegre: Movimento, 1985

* Italo Conti. Ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira. Entrevista realizada no dia 12 de novembro de 2009 na cidade de Curitiba – PR.


[1]SEYFERTH, Giralda. A colonização alemã no vale do Itajaí – Mirim. Porto Alegre: Movimento, 1985. p.31

[2] OLIVEIRA, Dennison de. Os soldados alemães de Vargas. Curitiba: Juruá, 2008. p.13-14

[3]Italo Conti. Ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira. Entrevista realizada no dia 12 de novembro de 2009 na cidade de Curitiba – PR. Natural da cidade de Mallet – PR, de origem italiana, participou como voluntário. Após a declaração de guerra do Brasil contra as nações do eixo, todos os oficiais receberam do ministro um telegrama, solicitando que compusessem o efetivo da FEB, o qual ele fez prontamente. Fez parte do efetivo do 1o Grupo de Artilharia em apoio ao 11o RI. Tinha a função de oficial de ligação, era capitão naquela oportunidade, tendo como seu superior o coronel Valdemar Levi Cardoso, comandante do 1o Grupo de Artilharia. Após passar para a Reserva, desempenhou funções como chefe de segurança do Estado do Paraná e foi também por algumas vezes foi deputado estadual. Conta atualmente com 94 anos.

[4]OLIVEIRA, Dennison de. Os soldados alemães de Vargas. Curitiba: Juruá, 2008. p. 14

[5] GERTZ, René. O perigo alemão. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1991. p.13

[6] Idem, Ibidem.

[7]OLIVEIRA, Dennison de. Os soldados alemães de Vargas. Curitiba: Juruá, 2008. p.15

[8]McCANN, Frank D. Aliança Brasil – Estados Unidos (1937-1945). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1995. p.70

[9]SEITENFUS, Ricardo. O Brasil vai a Guerra: o processo do envolvimento brasileiro na Segunda Guerra Mundial. 3ª  ed. Barueri, SP: Mamole, 2003. p.12

[10]OLIVEIRA, Dennison de. Os soldados alemães de Vargas. Curitiba: Juruá, 2008. p.15

[11]Idem. p.17

[12] Idem. p.17-18

[13] GERTZ, René. O perigo alemão. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1991. p.15

[14] OLIVEIRA, Dennison de. Os soldados alemães de Vargas. Curitiba: Juruá, 2008. p.18

[15] GERTZ, René. O perigo alemão. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1991. p.15

A Vida dos Soviéticos nos Territórios Ocupados

Nenhuma pessoa sensata poderá negar que o século XX foi um século de provações para o povo soviético. Suas repúblicas satélites estiveram no centro dos grandes confrontos mundiais nos últimos cem anos e, além das condições normais de vida, já se apresentarem deveras duras, eles tinham que conviver com revoluções, revoltas, invasões e expulsões ano após ano. Ao final da Segunda Guerra se estabeleceu como o maior sacrifício já realizado por um povo em todos os tempos.

Por isso mesmo, resolvemos realizar uma publicação em homenagem a esse povo, sem retratar soldados como principal foco, mas expor o povo soviético durante a invasão alemã, para que o sacrifício de uma população sofrida tenha um rosto, e que possamos entender um pouco mais como as pessoas sobreviviam com um rigoroso inverno e, ao mesmo tempo, conseguiam conviver, ora com uma nação estrangeira ocupando seus campo ou com um regime totalitário ditando suas vidas.

 Uma pequena homenagem as nações soviéticas.

Aviso do Comando Alemão a uma Vila Ocupada

Tradução:

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Para restaurar a ordem e a segurança no território ocupado por autoridades militares alemãs,  ordenamos:
1) A população das aldeias é proibido ir para fora das áreas residenciais, sem a escolta de um soldado alemão.
2) A população está proibida de sair de suas residências do escuro até o amanhecer.
3) Cada cidadão de ambos os sexos devem se registrar nas listas no Comando local, a partir da idade de 12 anos de idade.
4) Cada cidadão registrado é obrigado a usar em seu peito uma prancha de madeira com seu número de inscrição e nome.
5) Armas de qualquer tipo, munições e explosivos devem ser entregues ao Comando local imediatamente.
6) Quem desobedecer essa ordem será preso e punido por um tribunal militar.

Comandante do exército alemão.

NAZISTAS NA AMAZÔNIA

A Amazônia esteve nos planos de Hitler como um território a ser conquistado pelo III Reich. 

Uma enorme cruz de madeira ostenta uma suástica nazista no cemitério de uma ilhota sem nome do Rio Jari, entre os estados do Amapá e Pará. É o que resta da expedição nazista que chegou a Belém em 1935 e durante dois anos explorou a geologia, fauna e flora da Amazônia.

Preparando a invasão

Um livro de 1938 achado recentemente num sebo em Berlim traz anotações precisas da expedição. Intitulado “Mistérios do Inferno da Mata Virgem”, o diário do geologista e piloto Otto Schulz-Kampfhenker revela que os quatro oficiais alemães teriam outros interesses que os científicos – buscavam os acessos e caminhos do Amapá até a Guiana Francesa, região estratégica a ser ocupada na guerra que se aproximava.

Os exploradores levaram 11 toneladas de suprimentos e munição para 5 mil tiros. Enviaram para a Alemanha as peles de 500 mamíferos diferentes, centenas de répteis e anfíbios e 1.500 objetos arqueológicos. Produziram 2.500 fotografias e 2.700 metros de filme 35mm que mostram índios, caboclos, animais, peles, cobras e outros espécimes exóticos do mundo tropical.

Eles também aproveitaram para testar um hidroavião com flutuadores de compensado de madeira, técnica inédita na época, e algumas armas e equipamentos não detalhados no livro.

“Papai grande”

A missão foi repleta de incidentes. O piloto errou duas vezes a rota de Arumanduba, de onde partiriam. Somente ao chegarem ao rio descobriram que era raso, encachoeirado e pedregoso, inviabilizando o uso da aeronave. O jeito foi seguir a pé e de barcos, com a contratação de caboclos para fazer o trabalho braçal.

Os alemães apreciaram o tipo indígena dos aparaís: “construído como um atleta olímpico (…) parecendo uma estátua de bronze modelada por um artista”. Fizeram amizade com eles apresentando-se como “filhos do Papai Grande da Ciência” e moraram na aldeia durante quase um ano, período em que Schulz teve uma filha com uma das nativas.

A uruca da sucuri

A expedição, porém, continuava azarada. Um dos alemães, Joseph Greiner, contraiu malária e morreu poucos dias depois. Foi enterrado ali mesmo, numa ilha do Rio Jari, onde está a cruz com a suástica. A expedição prosseguiu por mais um ano, até fevereiro de 1937, com ajuda de caboclos e índios. Malária, repetidos acidentes e apendicite atacaram os alemães. Otto quase perdeu a vida ao tentar subir as violentas corredeiras do rio.

Para os índios, os alemães estavam sendo castigados por terem matado uma sucuri de sete metros, animal sagrado cuja morte traz azar. A expedição terminou e os sobreviventes retornaram à Alemanha. Em seu diário, Otto anotou que concluíram a maioria das experiências técnicas “em prol de missões maiores no futuro”.

A Amazônia resiste

Os alemães sempre tiveram um interesse especial pela terra brasileira; Euclides da Cunha, em “Os Sertões”, mostrou como eles cartografaram detalhadamente a geologia e geografia nacionais havia muito tempo. Também é germânica a descoberta de que Goiás tem o solo mais antigo do planeta.

Além dos nazistas, os capitalistas tentaram a sorte na Amazônia e foram derrotados: em 1927, Henry Ford comprou cerca de um milhão de hectares na selva, junto ao rio Tapajós, e iniciou uma gigantesca plantação de borracha, a Fordlândia. O projeto durou 18 anos até ser tragado pela selva.

Em 1967, o homem mais rico dos EUA, Daniel K. Ludwig, também fracassou com sua fábrica de celulose flutuante denominada Projeto Jari. Mas estas histórias ficam para outro dia.

“”coletar espécies da fauna e da flora”, expediu um relatório dirigido a Himmler, o líder da SS em Berlim, o qual tacitamente afirmava: – “Aqui é oferecido um espaço suficiente para imigração e o estabelecimento dos povos nórdicos. Para a mais avançada raça, oferece infinitas possibilidades de exploração”.”
 
Fonte: http://www.serqueira.com.br/

Fotos do Bunker de Hitler

Os últimos momentos de Hitler:

Aspirante Mega – A Morte de um Herói Brasileiro

          Segue abaixo, texto enviado pelo Pesquisador Rigoberto Souza Júnior sobre a atuação e morte de umas das figuras lendárias do Exército Brasileiro e um Heróir Brasileiro de primeira grandeza.

           Passados alguns anos da Campanha da FEB na Europa, em suas considerações o Coronel Raul da Costa Mattos, se questionava da real necessidade de se levar Aspirantes para o Teatro de Operações da Itália, pois se por um lado há afoiteza e impetuosidade do jovem, falta-lhe bom senso dos homens maduros.  Quando o navio aportou em Nápoles, onde a crueza da guerra se mostrava com todas as suas cores, causando impacto no mais calejado militar, nos trazia a preocupação de pelo fato de não ter ido um contato mais próximo com os soldados, pois só na teoria estávamos preparados a comandar. O Aspirante, na carreira militar, vive a fase de transição, em que diante de casos práticos, só lhe vem à mente a teoria da difícil arte de comandar, e dentro desta ordem de ideias, o que dizer a um futuro Aspirante, para que lhe sirva numa contingência igual à vivida na 2ª Guerra Mundial.

  A cidade de Montese, que no consenso do IV Corpo, foi a posição mais duramente atingida e bombardeada pelos alemães desde Monte Casino,  foi o palco trágico da perda de uma vida preciosa: a o Aspirante Mega, carioca do Regimento Sampaio, sendo o único Aspirante a oficial tombado em combate, egresso da Escola Militar do Realengo, de onde havia saída há apenas três meses.

 O alemão se alojou numa posição, num último esforço de barrar a arrancada da 10ª Divisão de Montanha – linha de frente do IV Corpo, e que a FEB deveria cobrir, atacando aquela pequena cidade que se postava ao lado da Divisão Americana. Esta ação coube ao regimento Tiradentes, que por sua vez, era coberto ao Norte pelo Batalhão Syzeno do Regimento Sampaio, que participou daquela sanguinolenta batalha, por três longas jornadas, e devido ao pesado número de baixas, ficou conhecida pelos que lá combateram como a “cidade da torre sinistra”.

            O principal Herói desta Batalha foi o Aspirante Mega, que já fizera três lances vitoriosos por entre a fuzilaria, as minas e granadas, além do inferno imposto pela pesada artilharia do Exército Alemão. O ápice da luta se deu por volta das três da tarde de 14 de Abril de 1944, quando a cidade de Montese fumegava diante da artilharia da Força Expedicionária Brasileira, enquanto nossos infantes progrediam pelas encostas, repletas de casamatas, destruindo-as uma a uma.

            Impulsionados pelo vigor do Aspirante Mega, o seu Pelotão rompia os campos minados rumo à cota 778, seguido pelo Pelotão Amorim(que ainda não havia sido ferido), que os apoiava com seus fogos, por ordem do Capitão Vargas , comandante da Companhia. Em sua empreitada, o Aspirante Mega se defronta com uma casamata alemã, detém-se por alguns momentos, preparando sua bazuca e dispõe sue Pelotão para o assalto final. Neste momento um estilhaço de granada o acerta em cheio. Tomba, tenta erguer-se e tomba novamente. Seus homens vacilam diante do Chefe ferido,
e ele percebendo, antes que o assalto não se iniciasse e seus homens fossem trucidados pelos alemães, ele chama seu o Sargento Agenor, que se aproxima com os olhos marejados, encarando-o serenamente,  e ordena que assuma o comando, dizendo:

            “Por que estão parados diante de mim? A guerra é lá adiante, estou aqui por que quis, se vocês estão sentidos com o que aconteceu, se vinguem, acertando o Comandante deles. De nada valerá o meu sacrifício, se não conquistarem o objetivo. A minha vida nada vale. A minha morte nada significa diante do que vocês ainda tem por fazer. Prossigam na luta…”

            E apontando para o inimigo, o Aspirante Mega lançou seus bravos para frente, pedindo apenas um soldado para acompanhá-lo em suas orações. Ele morreu contemplando, heroico o último ataque que o Pelotão fazia sob seu comando.

 A  Associação Nacional dos Veteranos da FEB – Regional Pernambuco, tem orgulho de ter a efígie do Aspirante Mega, estampada em uma de suas medalhas, pois citando o Estadista e General Grego Péricles, do século V A.C. E grande artífice do apogeu da Grécia Antiga, berço da Arte Militar Ocidental.

 

            “Os que morrem por seu País o servem mais num só dia, do que os demais em todas as suas vidas”. 

Este post é dedicado a todos os amigos da  Associação dos Oficiais da Reserva do Recife –AORE e a todos que compõem o corpo do Centro de Preparação dos Oficiais da      Reserva –Recife.

 

Medalha Aspirante Mega - Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira - Seccional Pernambuco

Fonte: Livro “Do terço Velho ao Sampaio da FEB”  –  Ten Cel Nelson Rodrigues de Carvalho – Bibliex – 1953

Livro: “A presença do Brasil na 2ª guerra Mundial” – Cel Raul Mattos Simões

Como Pilotar um Bombardeiro JU88 Alemão

ORIENTAÇÕES GERAIS A.

1. Geral

Ju 88 é “avião de um só homem” quando se fala sobre o voo, com um homem, o piloto, é capaz de usar e controlar o motor e os controles do voo durante os voos normais.

Somente durante voos de longa distância para o acionamento da bomba manual que tem que ser usado na transferência de bombeamento do lubrificante e, em casos especiais uma operação manual das válvulas de combustível e da bomba de transferência de bombeamento de combustível, tem a necessidade de outros dois homens (operador remoto ou metralhador).

Abaixo veremos valores de desempenho para o plano em questão que pode ser encontrada na respectiva ranhura na parte central superior do painel de instrumentos.

Máximo de valores admissíveis para os motores estão marcados nos indicadores e instrumentos com linha vermelha ou auto marcas.

Controles diferentes têm sinais e uma explicação visível.

2. Características de voo

O avião é estável em todos os eixos, e plenamente capaz de utilizar voo por instrumentos.

A força do leme e a sua eficácia são equilibradas e adequadas para (também monomotor) os estados do voo.

Quando o avião é puxado para um ângulo excessivo de ataque (ou com flaps de aterragem fechados ou totalmente abertos), o avião só vai mudar lateralmente o nariz para baixo. Se a velocidade é reduzida para o valor V de pouso, a mudança de altitude aproximada se manifestará com a vibração no elevador de pouso.

Taxa de aterrissagem com flaps de pouso abertos é

Aprox. 20 m/seg (Ju 88 A-1, A-5, em vez de 15 m/seg)

Taxa de descer com flaps de aterragem fechada, é

Aprox. 15 m/seg (Ju 88 A-1, A-5: 10-12 m/seg)

Eficácia do leme quando em ângulo excessivo de ataque, a uma velocidade de 180 km/h, é adequada. Voltas com flaps estendidos são totalmente possível.

Em voo girando apenas pequena deflexão de leme é necessária. Quantidade de bancos é determinada pelo uso do turno e instrumentos.

Ao ajustar o plano do elevador aparar um pouco a cauda pesada.

Diferença na atitude de voo, por outro lado, quando flaps de aterragem estão fechados e, quando as abas são para pouso acidentado, o elevador é colocada na posição correspondente (posições de pouso e de cruzeiro). Portanto, quando deslizar atenção especial dado no indicador de velocidade.

Acrobacias são proibidas (ver “Voos em plano inclinado”)

3. Sistema hidráulico

Configuração do sistema hidráulico é de tal forma que quando se usa vários dispositivos ao mesmo tempo, apenas um de cada vez poderá ser visualizado, ou seja, ligue um dispositivo que deverá ser consultado.

Usando o “trocar prioridade”, torna possível sempre dar prioridade à operação de material a ser monitorado.

Após cada operação de dispositivos hidráulicos o interruptor de operação tem que ser devolvido a 0 – a posição, ou seja, posição intermediária, não incluída no interruptor, só tem as posições “fechadas” (“Ein”) e “aberto” (“Aus”). Neste caso posição “fechado” (“Ein”) é igual a zero.

4. Carregando o plano

Antes de embarcar no avião é da responsabilidade do piloto assegurar que o carregamento do avião foi feito corretamente e de acordo com as instruções de carregamento.

Documento de descarga e descarga do avião de diferentes opções, estão localizados em um compartimento atrás do assento do operador remoto.

ATENÇÃO: Se os regulamentos não forem seguidas na íntegra, haverá grande probabilidade de quebra estrutural, devido à existência de alternância de cargas excessivas longe do centro de gravidade.

5. Tripulação

Tripulação é constituída por quatro homens:

1. Piloto do avião (Comandante do avião), na sede pilotos.

2. Bombardeiro (Co-piloto), em “A posição” (“A Stand-“).

3. Operador de comunicações, em “B-position”.

4. Operador de Metralhadora, em “C-position”

Tripulação do avião 88 Ju C-6 é composto por três homens:

1. Piloto do avião (Comandante do avião), na sede pilotos.

2. Bombardeiro (Co-piloto), em “posição de A-” ou “C-position”

3. Operador de comunicações, em “B-position”.

ROUPAS

Toda a tripulação estará vestindo macacões de verão leve com capuzes de voo de verão, com microfones para falar (EIV) do aparelho.

Paraquedas

Piloto e operador de comunicações: paraquedas para sentado. Bombardeiro: paraquedas nas costas.

6. Relatório de disponibilidade de voo

Chefe de equipe deve dar ao piloto do avião, um relatório de acordo com a “tabela de prontidão de Voo”, do avião em questão, com motores parados, estando pronto para as operações de voo, (ver parte I “relatório de prontidão de Voo”). Piloto usa controles “in loco” para verificar se o relatório está correto. Se não houver um mecânico treinado responsável ​​presente, o piloto pode realizar a disponibilidade de voo.

PREPARATIVOS PARA VOO B.

1. Entrada

Tripulação entra no avião quando os motores não estão funcionando.

Parte do terminal teleférico é aberto (posição C) com uma chave de entrada, usando a escada. Ao entrar no avião usando apenas as alças e pontos de apoio para o efeito são permitidos.

A atenção para não alterar nenhum dos interruptores, alavancas ou alças de ajuste que são empurrados ou deslocados pelo uniforme quando entrar. E, assim, mudar para posições indesejadas.

A gôndola da arma é fortemente fixada para cima e reforçada com cordas: a alavanca de bloqueio no interior é virada à direita até a marca vermelha.

2. Reverificação da posição dos controles de voo e do avião

O piloto do avião verifica os fusíveis automáticos na posição do momento do embarque.

Há 11 interruptores de fusível (não contando o “circuito externo” (“Aussenbord”) e também dois switches “VS automático do motor esquerdo” (“VS Automatik  – ligações Antrieb”) e “VS automática do motor direito” (“VS Automatik rechts Antrieb” ) estão ligados e se ele vai realizar um voo de altitude de 4 válvulas da garrafa  de oxigênio na parede lateral esquerda com as gôndolas abertas.

Todos os outros e switches podem ser ligados se necessário, a caixa de fusíveis no lado esquerdo do piloto ou do equipamento de rádio.

Interruptor auxiliar hidráulico para uso de emergência do trem de pouso, portas do compartimento de material rodante, quebras de mergulho e flaps de aterragem devem estar nas posições 3 e 5.

Piloto aperta o cinto de segurança.

A alavanca que aciona a Bowden-line para ajustar o cinturão de volta está localizado a frente dos assentos.

O assento é ajustada de acordo com o tamanho do corpo para a melhor posição possível, ou seja, para uma posição com a melhor visibilidade e melhor funcionamento possível do leme e todas as alavancas (alavanca no lado esquerdo inferior do assento é pressionado fora ao ajustar a longitude distância do assento, e alavanca do lado direito do assento é pressionado de fora quando ajustar a altura do assento.

ATENÇÃO:. Quando ajustar o banco não se deve ter cuidado para não empurrar a bomba acidentalmente na alavanca jettison)

Pedais do leme lateral, direito e esquerdo, são definidos como altura igual (switch em frente à bomba de pé é levantado). Girando o corpo, deve ser possível chegar a colina de deflexão do leme e também deve ser possível para frear ao mesmo tempo, também é preciso, quando o leme centrado, ser possível chegar a deflexão da direção adequada com o jugo de direção.

Todos os movimentos de controle devem acontecer sem obstáculos e deflexão do leme deve coincidir com o movimento do pedal.

Precisão do altímetro é definido para indicar zero no campo (QFE).

Indicadores compensador de posição (no painel esquerdo) são na marcação do meio (será definido como marcas vermelhas apenas antes de mergulhar).

3. Taxiando para decolar

Flaps radiador estão completamente abertas.

ATENÇÃO: o tempo normal que leva a partir da posição “fechado” (“Zu”) para a posição “aberto” (“Auf”) e no sentido inverso é de aprox. 8 seg. O maior tempo de operação permitida para o motor 15 seg. Operador de metralhadora fica sentado no banco removível da frente para a direção de voo. Deitar na gôndola é proibido. Escotilha de entrada tem de ser fechada durante todo o taxiamento (caso contrário gôndola poderá ficar emperrada com a areia). O deslocamento é realizada, se possível, usando os motores e o leme. Durante o deslocamento é verificada que as rodas podem girar livremente e os freios funcionam de forma independente.

Freios têm de ser poupado: travagem tem de ser interrompida de vez em quando (excessivo superaquecimento).

Quando elevador de taxiamento é mantido na posição central (não refrigerado) para reduzir a reação da cauda. Se avião foi iniciado com o método começar a co Id, a temperatura do óleo do motor, quando taxiando ou com maior duração em marcha lenta não deve exceder mais de 30Y Em casos excepcionais, pode atingir a 70KC (no inverno) ou 851 C (no verão tempo – meia diluído lubrificante). Se a temperatura ultrapassar 701C ou 851C, o taxiamento tem que ser, se possível, abortado, até que a temperatura diminui.

C. VOO

1. Decolagem

ATENÇÃO: A hélice VS-11 que é instalado no avião tem um gerenciado de passo, que irá manter o RPM constante.

ATENÇÃO: A pressão do coletor vai subir muito rapidamente quando a velocidade da borboleta aumentar.

Roda de cauda é auto-centrada. Nenhum bloqueio.

Pivô de aquecimento do tubo é ligado, se o ar estiver muito úmido e a temperatura estiver abaixo de 01C (alternar para a esquerda do piloto).

Bomba de combustível seletor (FBH) alavancas estão em posição “PI + P2”. A válvula de interruptor da bateria está na posição II.

Ambas as bombas de alimentação “Tanque esquerdo” (“Kraftstoff links”) e “direito” (“Kraftstoff rechts”) estão envolvidos.

Flaps de pouso estão na posição de decolagem (251) (alavanca na posição central, com o indicador de utilização e lâmpadas amarelas por diante, com nove lâmpadas indicadoras).

Elevador e leme deve ter movimento irrestrito.

Direção de direção automática não é ligado.

RPM chave seletora está no limitador “RPM aumenta” (“Drehzahl mais grosseiros”).

Enricher switch “Normal”. Acelerador é empurrado para a frente até que o limitador “Inicie”

Um poder min

nmax = 26 00 20 / 0,50 RPM

pmax = 1,40 + /. 0,03 ATA

RPM excessiva é nivelar girando a chave seletora para RPM direção “diminui RPM” (“Drehzahl kleiner”). Tal evento tem de ser comunicada ao chefe de equipe imediatamente após o desembarque.

O avião é empurrado de forma suave e lentamente para atitude nível e, em seguida, até que o indicador de velocidade seja mais lenta e mostre a velocidade necessária para a carga atual.

Só depois é lentamente levanta voo.

A distância de rolamentos necessários para a decolagem, quando o efeito do vento cruzado não é levado em consideração, é para diferentes pesos de decolagem

Durante o dia com o avião sobrecarregado só é permitido a partir de aeródromo tona concreto, até 13,75 tons de um aeródromo preparados ou difícil, mesmo aeródromo com superfícies de grama.

Take-off durante a noite só é permitido com 13 toneladas de peso.

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