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A Morte de Hitler: Uma Análise Histórica – Parte I


É impressionante como as desventuras das notícias podem criar mitos e desvirtuar a verdade histórica. Isso quer dizer que um fato histórico pode ser diretamente influenciado por boatos e inverdades que circulam ao longo dos anos. É como se alguém lançasse um boato sobre alguma coisa e, depois de cem anos, aquele boato fosse testificado por pessoas como sendo um fato histórico, e isso, por mais incrível que possa parecer acontece de forma muito contundente nos meios de comunicação, principalmente a internet.

Um acontecimento histórico que tem sido vitima latente dos boatos e lendas urbanas modernas é sobre a Morte de Hitler. Desde o dia 01 de maio de 1945 (um dia após a sua morte) até os dias atuais são constantes os boatos sobre a sorte do destino que envolve a morte, sepultamente e o corpo do homem que mudou o século XX e a história da humanidade.

Antes de tudo é necessário separa o fato do boato, a informação errada do mito. Por isso, resolvemos realizar uma análise sistemática baseada nas informações existente sobre a morte do líder nazista. Nessa análise devemos levar em consideração relatos orais, documentos oficias do Exército Vermelho e outras fontes importantes para validar os acontecimentos registrados nos anais da história como sendo um dos mais importantes da humanidade.

Berlim começou a sofrer os primeiros ataques da Primeira Frente Bielo-russa em 21 de abril de 1945 e a cada dia os avanços eram maiores, enquanto a Wermarcht lutava desesperadamente para manter a capital. Hitler se transferiu para o Bunker que ficava próximo a Chancelaria no dia 22 de abril e de lá não saiu mais. Todos os colaboradores do líder nazista também foram transferidos para lá. Outro fator importante era a saúde de Adolf Hitler, que desde o atentado ocorrido em julho de 1944 deixou-o com sequelas no ouvido e, desde então, ele andava cada vem mais curvado. Todos os dias seu médico particular aplicava doses cada vez maiores de adrenalina para lhe dar ânimo.

Esse era o cenário que se encontrava Berlim. Um Líder que nem mesmo de longe lembrava aquele homem que o guiou em 1939 para vitórias militares avassaladoras e um avanço dos “Ivans” sobre sua capital, o coração do “Reich de Mil Anos”.

Gustav Weber - Sósia de Hitler e ainda hoje apontado como ele na foto

 

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