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Fotografia: Contando a Segunda Guerra Mundial – Parte VI


Stálin rejeitou qualquer alerta sobre um ataque que seria desferido a partir da Alemanha, ignorou os avisos de suas unidades de inteligência sobre o deslocamento de tropas para as fronteiras soviéticas. Em 11 de junho de 1941, o Alto Comando Alemão distribui a Diretiva Nº 32, que consolidou os detalhes da Operação de codinome Barbarossa. Todos os comandantes de unidades informavam sobre a convicção do OKW de uma operação rápida e avassaladora, nos moldes das campanhas desferidas contra os países baixos e França.

Nos primeiros avanços, com o despreparo do Exército Vermelho os alemães fazem uma frente de quase 300km de extensão e, nas primeiras horas, avançam mais de 100km sobre o território inimigo, e para aumentar a confiança na vitória, em determinados Estados satélite da URSS, os soldados da Wermarcht são recebidos como libertadores. Nesse contexto Hitler e seus auxiliares estão certos de uma vitória esmagadora sob “besta vermelha” e, também nesse instante, o mundo percebe que sempre foi esse o objetivo do Fürher; usando de dissimulação diplomática para assinatura de um Pacto de Agressão já enfadado ao fracasso, e contra os conselhos de vários generais e Ribbentrop, que acreditavam em um erro grotesco qualquer ação belicosa contra um gigante que, historicamente, permaneceu intacto contra invasores poderosos do passado, mas Hitler ignorou os ensinamentos históricos e preferiu a arrogância de um Exército invencível, pelo menos até aquele momento.

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  1. Francisco Bendl
    21/10/2011 às 8:20 PM

    A Segunda Guerra Mundial foi um acontecimento sem precedentes na história!
    Estou para dizer que nem a Peste Negra que dizimou um terço da Europa na Idade Média foi tão avassaladora quanto este conflito.
    Portanto, eu concordo e apóio integralmente as pessoas que se esforçam e tentam impedir que tal horror seja esquecido.
    Méritos para ti, Chico, que nos coloca diante de uma realidade que ainda corremos riscos diários, pois ela ainda nos espreita à distãncia. Refiro-ma à possibilidade de sempre estarmos na iminência de algum novo conflito, nova guerra, nova estabilidade.
    Atualmente, o aspecto econômico está a determinar que os países que estão endividados podem se envolver em luta armada, até mesmo em uma revolta civil, ocasionando mortes de inocentes.
    Os árabes, recentemente – e esta semana ainda -, estiveram em conflitos nos seus países com a derrubada de tiranos que há anos ocupavam o poder.
    Israelenses e Palestinos vivem às turras, apesar de o entendimento com o Hamas que redundou na troca de presos entre esses dois povos, parece que amenizará esta questão.
    Enfim, o mundo sempre esteve às voltas com a violência desmedida, demonstrando que não aprendeu a lição, lamentavelmente.
    Porém, um novo conflito em esfera mundial não teria vencidos e nem vencedores. Todos perderiam e, talvez, a extinção da raça humana.
    Será exatamente isso que os pseudos líderes mundiais querem?
    O nosso extermínio?
    A verdade é que o ser humano está perturbado, e estamos “fora da casinha”.
    Os mais de seis bilhões de habitantes desta nave chamada Terra precisariam ser internados em uma clínica psicológica para tratamento ou vamos nos matar aos poucos.
    Continua, meu caro, nessas postagens. Quem sabe elas não movem a cabeça de homens com poder perante os demais e eles se dão conta de que precisam cuidar da paz, de seus semelhantes, da sua população?
    Tomara que assim seja.

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