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Archive for 05/11/2011

Curiosidades do Pós-Guerra – Parte III

Continua…

TV e Pós-Guerra

Este aparelho de televisão, no varejo por US $ 100, é o primeiro receptor com preço acessível fabricados em quantidade industrial. Rose Clare Leonard observa a tela, que reproduz uma imagem de 5×7, sintoniza na primeira apresentação pública do pós-guerra que estava à venda em uma loja de departamento de Nova York, em 24 de agosto de 1945. Embora a televisão fosse inventada antes da Segunda Guerra Mundial, a guerra impediu a produção em massa.(AP Photo / Ed Ford).

O Retorno do Companheiros dos Brasileiros

O navio de transporte WP Geral Richardson, atracou em Nova York com os veteranos da guerra europeia, em 7 de junho de 1945. Muitos soldados eram veteranos da campanha Africana, Salerno, Anzio, Cassino e da guerra de inverno nas montanhas da Itália. Inclusive as tropas do V Exército que combateram com a Força Expedicionária Brasileira(AP Photo / Tony Camerano).

O Veterano General De Gaulle e a Cidade devastada pelos...Aliados!

General Charles de Gaulle (centro) apertando as mãos de crianças, dois meses após a capitulação alemã em Lorient, França, em julho de 1945. Lorient foi a localização de uma base de submarinos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. Entre 14 de janeiro a 17 de fevereiro de 1943, cerca de 500 bombas aéreas de alto poder explosivo e mais de 60.000 bombas incendiárias foram lançadas sobre Lorient. A cidade foi quase completamente destruída, com quase 90% da cidade achatada.(AFP / Getty Images).

Amor estranho Amor...

Um soldado americano coloca seu braço em volta de uma jovem japonesa. Eles estão vendo a paisagem do parque Hibiya, perto do palácio do imperador em Tóquio, em 21 de janeiro de 1946. (AP Photo / Charles Gorry).

lar doce lar...

Ônibus sem utilidade que enchiam as ruas de Tóquio são usados ​​para ajudar a aliviar a falta de moradia aguda na capital japonesa em 2 de outubro de 1946. Japoneses sem-teto que arrastaram o ônibus para um terreno baldio, convertendo-os em casas para suas famílias.(AP Photo / Charles Gorry).

As marcas da Guerra

Um sobrevivente da primeira bomba atômica já usada em uma guerra, Jinpe Teravama mantém cicatrizes após o tratamento de queimaduras a partir da explosão, em Hiroshima, em junho de 1947.(AP Photo).

Os Prisioneiros cuidando do Cemitério Aliado

Um ano após o desembarque do Dia D na Normandia, a paisagem está com prisioneiros alemães no cemitério dos EUA em Saint-Laurent-sur-Mer, França, perto de “Omaha” Beach, em 28 de maio de 1945.(AP Photo / Peter J. Carroll).

Exposição de Aviões Nazista em Londres

Muitos dos aviões experimentais capturados da Alemanha foram exibidos em uma exposição como parte da semana de Ação de Graças de Londres, em 14 de setembro de 1945. Entre os aviões uma série de aviões a jato e foguetes de propulsão. Aqui, uma vista lateral do Heinkel He-162 “Volksjaeger”, impulsionado por uma unidade de turbo-jato montado acima da fuselagem, em Hyde Park, em Londres.(AP Photo).

O Zero UM depois da Guerra

  Hermann Goering, uma vez que o líder da Luftwaffe e segundo no comando do Reich alemão de Hitler, aparece arquivado no Registro Central de Criminosos de Guerra e Suspeitos de Segurança em Paris, França, em 05 de novembro de 1945. Goering entregue a soldados dos EUA na Baviera, em 09 de maio de 1945, e acabou por ser levado para Nuremberg para enfrentar um julgamento por crimes de guerra. (AP Photo).

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Joaquim Fernandes e a FEB – Uma Esperança e um Exemplo

Sempre que pensamos em consciência histórica do povo brasileiro somos unanimes em rotular-nos de “povo sem memória”, evidentemente que há razões consideráveis para a colocação, e quando falamos da História da Força Expedicionária Brasileira, o quadro fica mais complicado, tendo em vista a quase imposição governamental para o esquecimento dos sacrifícios dos ex-combatentes ao longo das décadas de pós-guerra. Sobre o assunto, o blog já publicou alguns artigos, e, claro, sempre embasado no descaso histórico peculiar de nossa nação. Contudo, tivemos o prazer de conhecer uma ESPERANÇA de nome Joaquim Laranjeira, filho de um honroso companheiro, o jovem garoto revigorou os ânimos de vários combatentes da memória da FEB.

Aficionado pela participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, Joaquim foi convidado para participar da reunião mensal da Associação dos Ex-Combatentes da Força Expedicionária Brasileira – Seccional Pernambuco, e deixou todos impressionados pela galhardia de conhecer e conversar com vários pracinhas da associação. Isso nos revigora, pois entendemos que a nossa esperança repousa no reconhecimento dos jovens para que a Memória da FEB permaneça viva, mesmo quando todos os nossos pracinhas nos deixar pela imposição da idade, teremos condições de repassar para as próximas gerações os exemplos dos heróis brasileiros nos campos da Itália.

Joaquim Laranjeira representa a juventude olhando para o passado de nosso país, portanto é fruto da nova realidade brasileira, da geração da informação fácil e acessível ao clique de um mouse, nessa geração é que depositamos todos os nossos esforços para que outros como o Joaquim, possam entender o passado do seu próprio povo e dignificar os sacrifícios de gerações passadas para que, hoje, desfrutássemos do mundo tal como o conhecemos.

O mais importante é que o jovem Joaquim tem sempre o apoio do pai Fernandes, aquele que incentiva e é fiel depositário do seu conhecimento, pois quantos exemplos temos negativos de pais que pouco estão interessados pelo o que o filho estuda? Fernandes é um exemplo de pai participativo na busca pela necessidade de conhecimento do jovem filho. E é assim que tem que ser; um homem que se preocupa com a consciência histórica dos seus filhos.

Então, ao Joaquim, o agradecimento pela esperança de que a FEB terá uma continuidade nas próximas gerações. E a Fernandes, nossos parabéns pela direção e incentivo dado ao filho.

E como diria nosso nobre amigo e pesquisador Rigoberto Júnior: A COBRA SEGUE FUMANDO…

“Conspira contra a sua própria grandeza, o povo que não cultiva seus
feitos heróicos”

 Hoje ficamos mais longe dessa Conspiração.

Saudações Febianas

Joaquim com a Bandeira da FEB

Na ANVFEB-Seccional Pernambuco

Joaquim na Rol Principal de Cerimônia da ANVFEB-PE

Joaquim com os pracinhas Alberiades e Rigoberto

Categorias:História, Pernambuco Tags:

Fotografia: Contando a Segunda Guerra Mundial – Parte VII

As defesas russas não foram páreas as primeiras incursões sobre seu território. Stálin perplexo com a manobra alemã ordena, de forma desvairada, que todas as forças soviéticas resistam à investida nazista, e em vão, soldados do Exército Vermelho despreparados e sem as mínimas condições de combate, tentam enfrentar uma Wermacht exercendo sua Blitzkrieg.

 

O avanço chega a 150km em poucas horas, vila após vila, caem diante do poderio das forças invasoras. Em pouco tempo, grandes centros populacionais, como Leningrado, sofrerão cercos terríveis que abalará o moral do povo soviético.

 

De qualquer forma, todos da Alemanha, sabiam que o tempo era um dos principais inimigos do Exército, todos entendiam o rigor do frio russo, e esperavam uma derrota antes da chegada do inverno. Outro problema é a extensão dos territórios ocupados, pois as linhas de suprimentos eram cada vez maiores e perigosas. O efetivo de 4.5 milhões de soldados, empregados na Operação Barbarossa, deveriam tomar seus objetivos e ainda estarem abastecidos de toda a sorte de suprimentos necessários à operação. Hitler não queria, e não poderia, estender a guerra a ponto de dar oportunidade para que as forças soviéticas ou aos seus aliados no ocidente reestruturassem suas indústrias bélicas.

 

No final das contas a Operação Barbarossa é estudada hoje como sendo um dos grandes erros de Adolf Hitler. Com a operação, a Alemanha estava atuando em três grandes fronts (Grã-Bretanha, África e URSS), curiosamente Hitler cita em seu livro Mein Kampf, que a luta em dois fronts tinha sido um dos motivos da derrota alemã na Grande Guerra. Ele sabia da História, mas não aplicou a realidade.

Um contexto que precisa ser citado é que as manobras no território soviético incluíam várias unidades de voluntários e nações do Eixo, tais como: polonesas, francesas e italianas.

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