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Curiosidades do Pós-Guerra – Parte III


Continua…

TV e Pós-Guerra

Este aparelho de televisão, no varejo por US $ 100, é o primeiro receptor com preço acessível fabricados em quantidade industrial. Rose Clare Leonard observa a tela, que reproduz uma imagem de 5×7, sintoniza na primeira apresentação pública do pós-guerra que estava à venda em uma loja de departamento de Nova York, em 24 de agosto de 1945. Embora a televisão fosse inventada antes da Segunda Guerra Mundial, a guerra impediu a produção em massa.(AP Photo / Ed Ford).

O Retorno do Companheiros dos Brasileiros

O navio de transporte WP Geral Richardson, atracou em Nova York com os veteranos da guerra europeia, em 7 de junho de 1945. Muitos soldados eram veteranos da campanha Africana, Salerno, Anzio, Cassino e da guerra de inverno nas montanhas da Itália. Inclusive as tropas do V Exército que combateram com a Força Expedicionária Brasileira(AP Photo / Tony Camerano).

O Veterano General De Gaulle e a Cidade devastada pelos...Aliados!

General Charles de Gaulle (centro) apertando as mãos de crianças, dois meses após a capitulação alemã em Lorient, França, em julho de 1945. Lorient foi a localização de uma base de submarinos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. Entre 14 de janeiro a 17 de fevereiro de 1943, cerca de 500 bombas aéreas de alto poder explosivo e mais de 60.000 bombas incendiárias foram lançadas sobre Lorient. A cidade foi quase completamente destruída, com quase 90% da cidade achatada.(AFP / Getty Images).

Amor estranho Amor...

Um soldado americano coloca seu braço em volta de uma jovem japonesa. Eles estão vendo a paisagem do parque Hibiya, perto do palácio do imperador em Tóquio, em 21 de janeiro de 1946. (AP Photo / Charles Gorry).

lar doce lar...

Ônibus sem utilidade que enchiam as ruas de Tóquio são usados ​​para ajudar a aliviar a falta de moradia aguda na capital japonesa em 2 de outubro de 1946. Japoneses sem-teto que arrastaram o ônibus para um terreno baldio, convertendo-os em casas para suas famílias.(AP Photo / Charles Gorry).

As marcas da Guerra

Um sobrevivente da primeira bomba atômica já usada em uma guerra, Jinpe Teravama mantém cicatrizes após o tratamento de queimaduras a partir da explosão, em Hiroshima, em junho de 1947.(AP Photo).

Os Prisioneiros cuidando do Cemitério Aliado

Um ano após o desembarque do Dia D na Normandia, a paisagem está com prisioneiros alemães no cemitério dos EUA em Saint-Laurent-sur-Mer, França, perto de “Omaha” Beach, em 28 de maio de 1945.(AP Photo / Peter J. Carroll).

Exposição de Aviões Nazista em Londres

Muitos dos aviões experimentais capturados da Alemanha foram exibidos em uma exposição como parte da semana de Ação de Graças de Londres, em 14 de setembro de 1945. Entre os aviões uma série de aviões a jato e foguetes de propulsão. Aqui, uma vista lateral do Heinkel He-162 “Volksjaeger”, impulsionado por uma unidade de turbo-jato montado acima da fuselagem, em Hyde Park, em Londres.(AP Photo).

O Zero UM depois da Guerra

  Hermann Goering, uma vez que o líder da Luftwaffe e segundo no comando do Reich alemão de Hitler, aparece arquivado no Registro Central de Criminosos de Guerra e Suspeitos de Segurança em Paris, França, em 05 de novembro de 1945. Goering entregue a soldados dos EUA na Baviera, em 09 de maio de 1945, e acabou por ser levado para Nuremberg para enfrentar um julgamento por crimes de guerra. (AP Photo).

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  1. Chicão
    06/11/2011 às 10:02 AM

    Bela sequência de fotos, que nos diz explicitamente que, ao final de uma guerra, as imagens são tristes, de más recordações, dores, perdas e sofrimentos.
    A Segunda Guerra foi o ápice da bestialidade humana.
    Desde os Campos de Concentrações nazistas às bombas atômicas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasáqui; do bombardeio em Dresden (uma carnificina) às batalhas nas ilhas do Pacífico entre americanos (a maioria dos soldados aliados) e japoneses; dos milhões de soldados mortos aos milhões de inocentes civis chacinados no conflito.
    Não há comparação em termos de atrocidades este episódio da Segunda Guerra com qualquer outro existente na história.
    E não aprendemos!
    A violência continua desenfreada; as injustiças, a miséria, a fome, se alastram como um rastilho de pólvora a explodir uma enorme quantidade de dinamite.
    Os países árabes que se rebelaram contra a ditadura nos deram uma imagem de que o povo está cansado de desmandos, de autoritarismo, desigualdades.
    Mas os dirigentes se fazem de surdos, e não ouvem o clamor popular.
    Vivemos em perigo iminente.
    Na América do Sul, ainda bem que a doença do Cháves o aquietou um pouco; na Colômbia, o líder das Farc foi morto, quem sabe diminui a velada guerra civil naquele país.
    Mas no Brasil, o norte vive em sobressalto entre posseiros e índios e, em alguns lugares, simplesmente não há lei.
    Sinal dos tempos?
    Mas que tempos são esses?

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