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Detalhes Históricos Gerais da Segunda Guerra


Aparências

A Guerra entra no seu quarto ano contra o Japão, as forças militares chinesas reforçam a sua força aérea, produzindo seus próprios armamentos, e formação dos seus militares nos modernos métodos de guerra. Aqui, cadetes chineses, em trajes de batalha, que curiosamente tem similaridade com o capacete de aço alemão. Em algum lugar na China, em 11 de julho de 1940. (Foto: AP).

Infantaria

Infantaria britânica na posição em uma trincheira rasa perto Bardia, um porto líbio, que havia sido ocupado por forças italianas, e foi tomada pelos Aliados em 05 de janeiro de 1941, após um cerco de 20 dias.(AP Photo).

Aviões Aliados

Em uma formação rochosa, um bombardeiro britânico decola em 15 de maio de 1941, de algum lugar no leste da África, deixando para trás um rastro de fumaça e areia. (AP Photo).

No Mar

Navios de guerra da Frota do Mediterrâneo britânicos bombardearam Fort Cupuzzo em Bardia, na Líbia, em 21 de junho de 1940. A bordo de um dos navios de guerra estava um fotógrafo oficial que gravou imagens durante o bombardeio. Antiaérea e o disparo de armas prontas para a ação. (AP Photo).

Na África

Uma vista aérea de Tobruk, na Líbia, mostrando depósitos de gasolina queimando após ataques pelas Forças Aliadas em 1941.(AP Photo).

Marcha de Prisioneiros

Bardia, um porto fortificado da Líbia, foi capturado pelas forças britânicas, com mais de 38.000 prisioneiros italianos, incluindo quatro generais, e vastas quantidades de material de guerra. Um fluxo interminável de prisioneiros italianos deixa Bardia, em 05 de fevereiro de 1941, depois que os australianos tomaram a local. (AP Photo).

No deserto

Um esquadrão através do deserto egípcio em janeiro de 1941. As tropas realizavam manobras em preparação para a campanha dos Aliados no norte da África.(AP Photo).

Que Serviço!

Preparação uma bomba para a missão contra as forças italianas em campanha na África. 24 de outubro de 1940.(AP Photo).

Patrulha de Ataque!

Patrulha de aviões de combate britânicos, voando sobre um setor Oriente Médio, quebrou formação para atacar aeronaves inimigas, em 28 de dezembro de 1940.(AP Photo).

Morto

O corpo de um soldado italiano encontra-se caído durante a batalha, em uma fortaleza de pedra em algum lugar do deserto ocidental da Líbia, em 11 de fevereiro 1941.

O Rei

Haile Selassie (direita), imperador exilado da Etiópia, cujo império foi absorvido pela Itália, retorna com um exército etíope recrutados para ajudar os ingleses na África, em 19 de fevereiro de 1941. Aqui, o imperador inspeciona um aeroporto, um intérprete ao seu lado. Em 05 de maio de 1941, depois de os italianos na Etiópia foram derrotados pelas tropas aliadas, Selassie voltou para Adis Abeba, e retomou a sua posição como governante.(AP Photo).

Highlanders

Highlanders, um regimento de infantaria escocesa do exército britânico, e tropas indianas passado a Grande Pirâmide no deserto Africano do Norte, em 09 de dezembro de 1940.(AP Photo).

Rommel

Marechal de Campo general Erwin Rommel, comandante do Korps Afrika, bebendo com um oficial alemão não identificado. Eles estão sentados em um carro durante a inspeção das tropas alemãs enviadas para auxiliar o exército italiano na Líbia em 1941.(Foto: AP ).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  1. Francisco Bendl
    22/11/2011 às 2:50 PM

    Japão e Itália que queriam expandir seu território, invadiram respectivamente a China e a Abissínia, esta seria mais tarde conhecida como Etiópia e até mesmo Eritréia.
    Seu rei, o Selassié, era conhecido como o Leão de Judá.
    Curiosamente paira sobre este país africano, um dos mais pobres do mundo, que nele está guardada a Arca da Aliança, o pacto firmado entre os israelitas e Deus, conforme diz a Bíblia.
    Aliás, origiva-se desta nação, a Etiópia, a famosa Rainha de Sabá, por quem o rei Salomão era perdidamente apaixonado.
    Quanto ao Japão, as atrocidades que cometeram contra os chineses deixaria Mengele, tido como o Anjo da Morte, envergonhado.
    O país do sol nascente foi extremamente cruel com os chineses, praticando torturas e assassinatos em massa em níveis jamais vistos, a ponto que ao final da Segunda Guerra, muitos comandantes militares japoneses foram acusados de crimes de guerra.
    A formação do Eixo, com o acréscimo da Alemanha a esses dois países, Japão e Itália, redundou no maior conflito da história da humanidade, que traz sequelas até hoje ainda não perfeitamente “digeridas” por muitas nações.
    Mas o que me causa espécie como ser humano é a brutalidade e a desumanidade que imperam nas guerras.
    Que se matem os antagonistas, afinal das contas estão em litígio, mas por que a crueldade exacerbada?
    A tortura?
    Não há nada que me faça sequer entender esta prática cometida na Segunda Guerra tanto pelos aliados quanto pelos nazistas.
    Afloramento de nosso primitivismo?
    Por acaso seria uma espécie de catarse?
    Por que o sofrimento e a dor alheias nos causam prazer?
    Estamos em pleno século XXI e, mesmo assim, essas atrocidades continuam!
    Existiria alguma causa que justificasse esta barbárie?
    Falta de religião ou crença?
    Selvageria que ainda temos em estado latente?
    Por que o ódio e a intolerância?
    A raça humana é doentia?
    Todos nós temos problemas mentais a ser resolvidos?
    Mais ainda os líderes de uma população e de um país?
    Dizem que as soluções não estão nas respostas, mas nas perguntas.
    Modestamente eu deixo registradas as minhas indagações graças a este blog extraordinário, de uma pessoa que tem colaborado para que a paz reine e se estabeleça em definitivo em nosso meio, entre irmãos que somos.
    Obrigado Chico.

  2. mauro-moriarty
    03/12/2011 às 5:25 AM

    – Diante das agressões Italianas e Japonesas, podemos até tentar oferecer uma explicação tomando por base o pensamento da época, mas mesmo elas não justificam a desumanidade como foram conduzidas.

    – Só podemos entender as atitudes dos países do eixo se entendemos o pensamento que prevalecia na época, um imperialismo extremista que condicionava o futuro dos países a capacidade de conquistar e manter colonias, adquirindo dessa forma o controle do mercado e matérias-primas dessas regiões.

    – Algumas características são necessárias ao candidato a país imperialista dessa época as principais são: Ter concluído sua revolução industrial, muito capital para investir, uma marinha muito forte afim de proteger e explorar a comunicação com a metrópole, um exercito igualmente forte afim de fazer frente a ameaças e intimidações de potencias coloniais rivais e também muito difundidas na época teorias raciais que justificavam e até incentivavam a conquista, domínio e exploração de povos considerados racialmente inferiores (A teoria evolucionista de Darwin, foi intencionalmente pervertida afim de justificar atitudes criminosas, por exemplo os Ingleses na Índia, ao mudar o modo de produção dessa colonia, de agricultura de subsistência, para agricultura de mercado, ocasionaram a morte de 30 milhões de Indianos diretamente, e indiretamente de mais outros, o governador colonial justificou as mortes, “Como uma inadaptação dos mais fracos diante de uma mudança”).

    – A politica agressiva deste imperialismo de reserva e domínio de mercados radical, aonde um outro país não poderia competir em igualdade de condições com seus produtos sem sofrer medidas protecionistas da metrópole, a manutenção de vastas forças militares e a ideologia radical de que não haveria futuro sem colonias, finalmente levaria a acensão de partidos com ideologias radicais, nos países que haviam completado sua revolução industrial tardiamente a notar Alemanha, Itália e Japão, e a propostas de expansão radical de territórios, Hitler com sua proposta de espaço vital, Mussolini com o restabelecimento de um novo império Romano, e a coligação Japonesa liderada por Tojo com sua esfera de co-prosperidade asiática.

    – O povo por sua vez totalmente alienado pelo domínio totalitário desses partidos, e imbuído da mistificação ideológica pela propaganda politica intensa e dramática desenvolvida por esses países, realmente passa a acreditar que seu futuro esta ameaçado e a aceitar e até incentivar as atitudes anti-democráticas e os discursos ideológicos ameaçadores ao seu bem está pessoal e nacional, como promessas de guerras para atingir objetivos, o discurso cristão e politico com sua diplomacia, foi substituído pelo da sobrevivência aonde os fins justificariam os meios e assim a tragedia seguiu o curso que conhecemos.

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