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Archive for janeiro \31\America/Recife 2012

Ecos da Segunda Guerra – Parte III

A já consagrada série:

Fotos – Ecos da Guerra

Ecos da Segunda Guerra – Parte II

 

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Cartunismo da Segunda Guerra – Extra II

Segunda e última parte do Cartunimos de Guerra:

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A Incrível História dos Homens-Torpedo italianos – Parte I

Numa noite sem lua, em setembro de 1941, um submarino, com a coberta à flor d’água, penetrou na Baía de Cadiz, na costa sudoeste da Espanha, e ancorou ao longo do navio-tanque italiano Fulgor. O submarino era o Scirè da Marinha Italiana; seu comandante, o Príncipe Junio Valerio Borghese; sua missão, organizar tripulações de torpedos-humanos, para o ataque a navios ingleses fundeados em Gibraltar, a 80 milhas de distância, apenas.
Naquela noite teve início, dentro da guerra maior, uma guerra que durou dois anos, travada em silêncio sob a superfície da Baía de Gibraltar. Contra um passivo de três homens mortos e três capturados, os torpedos-humanos italianos puseram a pique ou danificaram, em sete operações, 14 navios aliados. Cada uma dessas operações exigia dos atacantes um arrojo que honraria qualquer marinha do mundo.
Quando a Itália entrou na guerra, em 1940, o navio-tanque Fulgor, de 6.500 toneladas, refugiara-se na Baía de Cadiz. Dentro de poucos meses estava transformado num posto secreto de abastecimento para submarinos italianos. Agora, a seu bordo, aguardando o Scirè, achavam-se seis operadores de torpedos-humanos que haviam atravessado a Espanha com passaportes falsos.
Minutos depois, o Scirè punha-se de novo em movimento com eles no bojo. Deslizava, periscópio apenas submerso, em direção ao extremo sudoeste da Baía de Gibraltar, em águas espanholas, distante quatro milhas do porto inglês. Enquanto se mantinha ainda abaixo da superfície, seis homens — vestindo macacões de borracha, inteiriços, com aparelhamento respiratório-subiram pela escotilha de acesso para o convés. Aí, presos em berços, estavam três torpedos de 6 metros e 70 de comprimento, com ogivas ou cabeças de combate destacáveis, para dois homens cada um. Os tripulantes—um oficial e um suboficial para cada torpedo—escarrancharam-se em seus torpedos, acionaram as alavancas de lançamento e subiram à superfície. Começava o ataque.
Os ITALIANOS chamavam ao torpedo maiale (porco), pois ele lembrava de fato um porco—e um porco nadando não seria mais difícil de manobrar… Em seu bojo o torpedo tinha reservatórios de ar comprimido para regular a profundidade e baterias para a propulsão da hélice dupla. O máximo de velocidade dos torpedos usados em 1941 era de três nós: uma velocidade maior arrebataria de seus lugares os operadores. Seu raio de ação era de dez milhas.
Os tripulantes iam escarranchados como cavaleiros. O oficial da dianteira controlava a velocidade, a direção, o mergulho, e encarregava-se ainda da sonda e bússola luminosas para uso abaixo da superfície. Normalmente os tripulantes viajavam com água até ao queixo, mas se havia barcos-patrulha por perto, prosseguiam em sua rota submersos.
Um operador de torpedo-humano narra assim um ataque:
“A gente vê a silhueta do navio-alvo contra o céu. A uns 50 metros de distância orientamo-nos, enchemos o tanque de imersão e a água se fecha sobre as nossas cabeças. Em baixo é frio, escuro e silencioso.”
“Quando atingimos profundidade suficiente, fechamos a válvula de imersão, acionamos o motor e avançamos lentamente. Passamos da escuridão para uma escuridão mais profunda: estamos debaixo do navio. Paramos o motor e vamos esvaziando os tanques de água. Enquanto subimos, erguemos a mão acima da cabeça. Pensamos se iremos tocar chapas lisas ou cracas afiadas como facas, que nos cortarão os dedos, ou—horror dos horrores—a roupa de borracha que vestimos, deixando entrar a água do mar.”
“Ah! Eis o fundo do navio. Fazemos o torpedo recuar até que o tripulante n° 2 possa tocar um dos frisos de 30 centímetros de largura que correm ao longo de cada lado do casco dos grandes navios. Sentimos um tapa nas costas. O n° 2 achou o friso e está fixando nele uma pinça. Dois tapas. A pinça está presa. Agora adiante, para o outro friso.”
“O n° 2 está arriando um cabo. Prende a segunda pinça, depois volta ao centro do navio. O n” 2 passa em volta da gente para ir até à ogiva de combate e amarra-a ao cabo. O torpedo corcoveia levemente ao ser desligado da cabeça. O relógio que determinará dentro de duas horas e meia a explosão bate os segundos inexoravelmente. O n° 2 volta ao seu lugar. Três tapas. A tarefa foi concluída. Acionamos o motor, saímos de baixo do navio, subimos lentamente. Agora podemos pensar em fugir.”
LICIO VISINTINI, o mais ousado do grupo e um dos cérebros da ofensiva de torpedos-humanos, levou seu torpedo, nessa noite de setembro de 1941, até ao interior do porto de Gibraltar. Tinha um instrumento para cortar a rede de aço que defendia a entrada do porto, mas não precisou utilizá-lo. Quando a rede foi baixada para ciar passagem a um contratorpe-se atrás dele. Deixou a sua ogiva de combate no fundo de um navio-tanque, forçou caminho por sob a rede e escapou.
As outras duas tripulações deixaram suas cabeças de combate pendentes debaixo de navios fundeados na baía, meteram a pique suas estranhas embarcações e nadaram para a costa espanhola. A sua espera na praia encontrava-se o comandante Pierleoni, oficial da Marinha Italiana, enviado diretamente à Espanha para dirigir as atividades de sabotagem, sob a capa de um cargo consular, em Barcelona. Quando conduzia os homens para longe do local, foram detidos por uma patrulha espanhola. Pierleoni resolveu explorar a simpatia do oficial espanhol pelo Eixo.
—Estes homens acabam de atacar os ingleses, disse.
O golpe foi bem sucedido. Os homens receberam roupas enxutas, café, conhaque e cigarros. Enquanto narravam sua história, um estrondo e uma nuvem de fumo indicaram que havia explodido a popa do navio-tanque Denbydale. Logo depois houve explosões semelhantes sob o cargueiro Durham e o navio-tanque Fiona Shell.
Mais tarde esse torpedeadores foram enviados de avião para a Itália, a fim de receberem os aplausos do público italiano.
PIERLEONI passou o inverno de 1941-42 organizando um grupo de sabotagem na Espanha. Em julho estava preparado para a sua primeira operação de terra contra navios aliados ancorados em Gibraltar—um ataque em massa por 12 membros do «Gamma», contingente de nadadores de assalto. Os nadadores reuniram-se numa casa perto de La Linea, território espanhol imediatamente acima da zona inglesa de Gibraltar. Na cozinha, vestiram compridos macacões de lã, sob outros, inteiriços, de borracha, em que se enfiavam desde os pés até ao pescoço, e muniram-se de aparelhamento respiratório e capacetes especiais de proteção contra as redes de aço. Eram 11 horas da noite de 13 de julho quando se dirigiram para a praia.
Nas costas e no peito cada homem carregava «bombas-despertadores»— pequenos engenhos engastados em anéis infláveis de borracha, capazes de se fixarem por pressão aos Cascos das embarcações, até que o relógio detonador esgotasse o seu tempo. Eram minúsculas aquelas cargas de dois quilos em comparação com as ogivas de combate dos torpedos-humanos, mas davam para perfurar chapas de aço. Na baía viam-se os vultos escuros de 30 navios aliados. A cada homem foi dito que escolhesse o seu objetivo.
Entre os nadadores figurava Vago Giari, um rijo camponês de ombros largos, com a destreza aquática de uma foca. Na escuridão, sob um navio que visava, Giari chocou-se com outro nadador. Discutiram por causa do objetivo. Cada um dizia que era seu.
—Estava doido, completamente doido, contou Giari depois, referindo-se ao companheiro.
Quando subiu à tona, cumprida sua missão, o outro, tendo tirado o bocal, começou a gritar com ele.
—Nunca pude compreender como a tripulação do navio não o ouviu, disse Giari.
Dessa vez ele não discutiu. Afundou a cabeça do homem na água e manteve-a assim até que ele perdeu todo o fôlego para gritar.
Seis nadadores regressaram sãos e salvos, os outros seis caíram nas mãos de uma patrulha espanhola e foram (internados) num hotel de Sevilha.
O ataque constituiu apenas um sucesso relativo. Alguns dos nadadores não atingiram seus objetivos, umas quantas bombas foram arrancadas pela força da água dos cascos onde haviam sido fixadas e explodiram na superfície. Mas quatro navios ficaram avariados. Uns dois meses depois Giari e um companheiro avariaram seriamente outro navio.
DENTRO do porto de Algeciras, à vista de Gibraltar, achava-se fundeado o navio-tanque italiano Olterra. Propositadamente arrombado em água rasa por seu comandante, na ocasião em que a Itália declarara guerra, encontrava-se em 1942 sob uma guarda de (neutralidade). Os jovens soldados espanhóis, entretanto, mostravam-se mais interessados em surrupiar cigarros do que em relatar incidentes suspeitos.
Os incidentes eram realmente suspeitos, pois eram organizados por Licio Visintini. Visintini começou a construir uma base secreta dentro do Olterra. Primeiro os italianos cortaram uma seção de 7 metros e meio de comprimento no anteparo de aço que separava o compartimento da proa de um pequeno porão, e equiparam-na com dobradiças. Dizendo aos espanhóis que tinham necessidade de limpar os tanques de flutuação, esvaziaram os tanques da proa até que esta se ergueu bem alto fora d’água.

Texto extraído da revista Seleções de Reader’s Digest de fevereiro de 1951

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Guerra Psicológica contra a FEB!

  Os Alemães geralmente usavam uma granada especial de canhão que explodiam no ar liberando panfletos de propaganda sobre nossas linhas. Uma deles dizia o seguinte: “Brasileiros, por que estão lutando contra seus amigos alemães, quando podiam estar em suas casas, no seio de suas famílias? Isto é um convite e basta entrega-lo ao primeiro sentinela alemão e a guerra termina para você.”

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Rádio Auriverde

 Locutora brasileira (Margarida Mirschmann), natural de Santa Catarina, presa por nossa Polícia do Exército no fim da guerra. Detalhe de nossa propaganda:

Rádio Auriverde – Estação FEB

Ouça as canções de sua terra,

Ouça a voz da verdade.

Ouça a Rádio Auriverde.

“Soldado Brasileiro, você quer saber o que acontece no Brasil? Você quer escutar música brasileira? Canção da terra, samba, tangos e músicas de dança, maxixe e modinha?

 Ligue seu rádio para ouvir a estação especial FEB Auriverde, das 13h às 13h45, no comprimento das ondas 47.6 metros – 4.300 quilociclos”

 Ouvi um de seus programas na rádio do jipe de um colega do batalhão de transmissão. Após algumas músicas carnavalescas, inclusive um samba cantado por Carmem Miranda, fiquei impressionado com as informações veiculadas pela locutora sobre o Brasil. Os problemas eram geralmente sobre jovens brasileiras envolvidas sordidamente por militares americanos da Base Aérea de Natal. Lógico que nós reponderíamos a estas provicações na mesma moeda.

Extraído do livro: Diário de um Paisano na Segunda Guerra Mundial – Rudemar Marconi Ramos

Com o apoio inestimável do pesquisador Rigoberto Júnior.

Margarida Mirschmann sendo presa pela Gloriosa Polícia do Exército

Margarida Mirschmann sendo presa pela Gloriosa Polícia do Exército

Propaganda em Tempos de Guerra!

Evidentemente que pelas circunstâncias da guerra muitas empresas apelavam para o patriotismo dos soldados no front. Mas não podemos deixar de citar que as empresas multinacionais possuíam um mercado nas nações beligerantes e também cultivavam os ideais defendidos por essas nações, a exemplo a Coca-Cola e a IBM, que tiveram um papel de destaque na Alemanha de Hitler durante toda a década de 30, sendo que essa última é acusada até hoje na venda de tecnologia para o levantamento étnico de indivíduos. Mas, isso é assunto para outros posts.

Imagem Real

Cartunismo da Segunda Guerra – Extra I

Publicamos uma série sobre charges e cartunismo da Segunda Guerra que fizeram bastante sucesso. Estamos lançando novos posts sobre o tema que é bastante intessante, educativo e acima de tudo engraçado. Também segue abaixo os links das últimas publicações para quem não acompanhou.

Cartunismo de Guerra – A Propaganda Engraçada – Parte I
Cartunismo de Guerra – A Propaganda Engraçada – Parte II
Cartunismo de Guerra – Parte III

 

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A Morte de Frei Orlando

 Vamos publicar duas visões sobre uma das baixas mais sentidas pela tropa brasileira na Itália, infelizmente o Frei Orlando caiu ferido por um trágico acidente que tirou a vida de dos mais queridos integrantes da FEB.

 Essas visões são foram extraídas das seguintes publicações: De São João del-Rei ao Vale do Pó, / Frei Orlando, os dois de Gentil Palhares

 As duas visões são complementares e bastante interessante, narrando um triste acontecimento.

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Frei Orlando, Capelão do Batalhão, estivera pela manhã do dia 20 de fevereiro de 1945, no desempenho de seus deveres funcionais, em visita as posição da 4ª Cia., na região entre Falfare e Columbura. A zona da 4ª e a 6ª Companhias, esta indo de Falfare a Bombiana, eram as que estavam sendo mais castigadas pelos alemães. Por isso, Frei Orlando, no observatório do Batalhão, em Monte Dell’Oro, manifestou ao Major Ramagem, seu Comandante, a intenção de visitar também a 6ª Cia. Quis, então, atingir as posições dessa Companhia pelo caminho mais curto, que ia do observatório a casa M di Bombiana e desta a Bombiana. Mas o Major Ramagem não concordou com esse itinerário, pois, na ocasião, estava todo ele sendo pesadamente batido pelos alemães. Sugeriu ao Capelão que do observatório ganhasse a contra-encosta de Monte Dell’Oro e fosse até o PC do Batalhão em Docce, de onde poderia chegar às posições da 6ª por um caminho menos exposto.

Frei Orlando encaminhou-se para Docce pelo itinerário lembrado pelo Major e achava-se à margem do caminho que ligava o PC do Batalhão ao ponto cotado 789, a 300 metros de Bombiana, quando por ele sua eu num “jeep”, para esta última região. O Capelão, inteirado da direção da viatura, nela tomou lugar. No “jeep” já se encontravam o Cabo Gilberto Torres Ruas, motorista, um praça do II Batalhão e um militar italiano, posto à disposição do Regimento, para os serviços de transporte em montanha.

Frei Orlando, em caminho, depois de dizer o que fizera pela manhã e o que pretendia fazer, falava de uma irradiação feita pelos holandeses livres para a parte ocupada de seu país. A uma observação qualquer chegou a soltar uma das suas costumeiras gargalhadas. O “jeep” marchava lentamente pelo caminho conduzindo ao ponto cotado 789, quando, de repente, estaca, imobilizado por uma pedra. Prendia esta o eixo dianteiro. Os passageiros conseguem retirar a viatura, que é posta alguns metros além da pedra fatídica. Tomo a manivela do “jeep” e me esforço para removê-la. O italiano, no intuito de ajudar-me, recurva-se junto à pedra e também tenda retira-la a violentas coronhadas de sua carabina. Esta dispara. Frei Orlando, que se achava parado a uns três metros, é atingido pelo projétil, solta um grito e leva a mão ao peito, dá alguns passos à frente, tirando, ao mesmo tempo, com a mão direita, do bolso do casaco, o seu terço e balbuciando, às pressas, uma Ave-Maria. Corro para ele e o faço deitar-se à margem do caminho. A oração, apenas começada, é abafada pelo ofegar da agonia. Tudo isso, desde o fatal disparo, dura uns dez segundos.

Retorno rapidamente a Docce, em busca de socorro médico e trago o Capitão João Batista Pereira Bicudo, facultativo do Batalhão. Este pôde apenas verificar achar-se morto o Capelão, desde o momento, talvez, em que acabara de ser deitado à margem do caminho. O italiano abraçado ao corpo do Capelão, chorava e se lamentava. Um pastor das redondezas contemplava esta cena. O médico descobre-se, persigna-se e reza pela alma de Frei Orlando, no que é seguido pelo Capitão e pelo Cabo.

Eram, aproximadamente, 14:00 horas do dia 20 de janeiro de 1945…

obra: De São João del-Rei ao Vale do Pó

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No dia 21 de fevereiro, às 5h30 da manhã, foi dada a partida para a conquista definitiva do Monte Castelo. As notícias que chegavam era da impetuosidade dos nossos companheiros galgando resolutamente as posições a serem atingidas, inclusive o topo do Monte Castelo. Mas, por outro lado, afirmavam haver muitas perdas e muitos feridos. Frei Orlando, sabendo de tudo isso, ficou em profunda emoção e a todos externou que seu lugar era na frente, cuidando de seus soldados. Ele então reuniu seu equipamento, apanhou o estojo de hóstias e saiu morro acima, galgando a estrada. Houve tentativas de demovê-lo, mas foi em vão. Frei Orlando era teimoso demais quando se tratava de levar o conforto espiritual aonde quer que fosse. Pôs-se a galgar os caminhos tortuosos de Monte Castelo sob o bombardeio cerrado da artilharia de morteiros  e armas automáticas inimigas; avançando com cuidado, quando já estava nas imediações da 6ª Companhia, itinerário recomendado pelo seu comandante de Batalhão. Major Ramagem, a mais ou menos 300 metros de Bombiana, passa por ele um jipe que lhe deu carona, pois o destino de todos era o mesmo. Seus ocupantes eram os seguintes: capitão Francisco Ruas, cabo Gilberto, o motorista, e um sargento italiano (guia alpinista à disposição das tropas brasileiras). O jipe seguia normalmente quando a estrada piorou e o eixo dianteiro ficou preso por uma pedra. Vários recursos foram utilizados, inclusive com ferro da manivela. Infelizmente, o sargento italiano, com o intuito de ajudar, martela violentamente com a proteção metálica da carabina, que dispara e fere mortalmente o Frei Orlando, este triste fato foi largamente comentado por todo o front como uma das maiores perdas de nossa FEB. O lastimável fato aconteceu justamente quando Monte Castelo estava praticamente dominado. A lutar é renhida, o escalão bordeja, ataca, toma pé nos últimos 277 metros de altura. Súbito, um foguete luminoso corta os ares, sendo assinalado pelos postos de observação três estrelas verdes, que no código de sinais objetivo conquistado.

obra: Frei Orlando

Veteranos da ANVFEB-PE, Visitam o local do acidente que tirou a vida do Frei Olrlando

Frei Orlando é patrono do Serviço Religioso do Exército

Cartas enviadas do front pelo Frei

Placa lembra o local do acidente na Itália

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