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Os Cães da Segunda Guerra


Eles lutaram como soldados e morreram como civis, sofrendo suas dores e morrendo junto com seus donos, mas nunca deixando-os sozinhos!

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Fonte: TIME

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  1. 05/01/2012 às 1:33 PM

    Podia ter algum documentário sobre eles.

  2. Francisco Bendl
    05/01/2012 às 1:43 PM

    Eu tenho paixões por animais.
    Minhas predileções são o elefante, hipopótamo e rinoceronte (certamente em razão do meu tamanho ser quase igual).
    As baleias me encantam.
    Mas os cachorros levam os meus sentimentos, o que eu tenho de bom, a minha paciência, admiração, respeito e bem querer.
    Ano passado, em outubro, a minha cadelinha pequinês, de 16 anos, morreu nos meus braços.
    Sofri em demasia a sua perda.
    Não quero mais ter bichos.
    A minha idade (62) não mais me permite criá-los adequadamente e, ter um animal, significa compromisso ou, então, não o tenha em casa.
    Quanto à Segunda Guerra, os russos usavam seus cachorros como explosivos!
    Colocavam bombas neles, de modo que ao se aproximarem do inimigo eles iam pelos ares e, com eles, soldados alemães.
    Olha, meu amigo Chico, se não havia qualquer consideração com crianças, mulheres e velhos, o que dirá em se tratando de simples cachorros!
    Afora o cavalo, o asno (burros e mulas), que sofreram crueldades inimagináveis como transportadores de cargas, munições, alimentos, pessoas e assim por diante.
    Como toda a guerra que se preza o valor à vida é secundário, os animais também sofreram baixas tanto quanto os humanos. Milhões foram mortos sendo utilizados em batalhas e outro tanto em bombardeios que suas cidades sofriam.
    Uma legítima carnificina de animais racionais e irracionais.
    A minha dúvida é:
    Quem seriam os irracionais?

  3. 06/01/2012 às 10:18 AM

    Faltou a Blondie, a famosa pastor alemão de Hitler.

  4. 06/01/2012 às 10:18 AM

    Parabens pelo blog, muito bom post! =D

  5. Mauro Moriarty
    10/01/2012 às 9:12 PM

    – Sem duvida esses animais merecem todo o nosso respeito e consideração, quisera termos dos amigos a sua famosa fidelidade canina, nunca teríamos motivos para dúvidas.

    – Mas caro(s) Francisco(s) gostaria de enaltecer acima de tudo o papel dramático a que esses animais foram submetidos durante a II Guerra mundial, quando usados pelos Soviéticos no papel de cães minas, fruto do desespero Soviético daqueles dias difíceis do ataque nazista a sua pátria e dos estudos sobre condicionamento do comportamento feitos por Pavlov.

    – Com base nesses estudos os Soviéticos condicionaram esses cães que podiam ser de diferentes raças, a depois de deixa-los famintos, encontrar pedaços de carne que eles amarravam embaixo de tratores em movimentos, esse era o treinamento básico para a tarefa final que lhes seria atribuída.

    – Esta tarefa fatal, consistia em que o cão devidamente condicionado fosse levado ao campo de batalha com uma mina devidamente ajustada a seus corpos tendo uma barra que se elevava acima de seu dorso, o soldado mantinha o animal faminto seguro a si, até que ao longe fosse avistado um tanque Alemão, o animal era então solto e de acordo com seu condicionamento esperava encontrar alimento embaixo do mesmo e quando entrava debaixo do tanque, tocando a barra nele, disparava a mina de alto poder explosivo, destruindo o tanque pois embaixo a blindagem é minima.

    – Era muito mais uma arma de efeito moral, os alemães passaram a ter que fazer seus tanques serem acompanhados por atiradores de elite que tentavam abater os animais antes que tivessem a oportunidade de completar sua missão.

    – O melhor amigo do homem usado como kamikase soviético.

    – Há, na Russia, existe um monumento em honra e reconhecimento a participação desses animais na defesa de sua pátria.

    • 13/01/2012 às 1:37 AM

      Acabei de assistir no Documentário Redescobrindo a Segunda Guerra os soviéticos utilizando os cães e mostrando uma cena aonde um pastor alemão corre em direção ao tanque alemão e o soldado acionando o detonador a distancia.

      • Mauro Moriarty
        13/01/2012 às 9:17 PM

        – O cão usado como arma foi uma alternativa desesperada, mas não a unica que excedeu a função desses animais como animais de estimação.

        – A sua carne também foi usada como alimento pelas populações russas isoladas no inverno, em bolsões, durante a invasão nazista.

        – E o seu couro, usado para fazer luvas e botas resistentes ao frio para os soldados soviéticos.

        – Uma curiosidade a respeito dessa prática, quando os Soviéticos usavam cães Husky Siberianos (Ou como alguns os conhecem Malamutes do Alasca) as peças além de ficarem mais eficientes na proteção ao frio elas também ficavam belíssimas e objeto de cobiça pelos nazistas tanto pela sua eficiência contra o frio quanto pela estética, eles não perdiam a oportunidade de espoliar um soldado soviético morto que estivesse usando luvas e botas feitas com as peles desses animais.

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