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Cenas de Combate da Infantaria


 

Infantaria…Entidade dos mais valentes!

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  1. Francisco Bendl
    22/01/2012 às 1:51 PM

    Eu tenho uma variedade considerável de filmes originais sobre a Segunda Guerra.
    Imagens fortes, de corpos estraçalhados, queimados, esmagados por tanques, de quedas de aviões, de valas comuns e dezenas de pessoas mortas, enfim, quadros verdadeiramente dantescos sobre os combates que foram travados nesse conflito!
    O que me surpreende em demasia é o descaso pela vida, pelas crianças, mulheres, jovens, idosos, homens, que foram dizimados sem dó nem piedade!
    Seres humanos que foram atirados ao encontro da morte sem retorno, sem terem a opção, sequer, de se protegerem.
    Pois, de lá para cá, tivemos outras guerras e revoluções localizadas, mas, a paz, tão almejada, jamais!
    Coréia, Indochina, Vietnã, Argélia, invasão comunista na Hungria, divisão do território alemão, surgindo a Alemanha Ocidental e Oriental, Biafra, Angola, Moçambique, São Domingos, Nicarágua, Malvinas, Sudão, Costa do Marfim, apartheid na África do Sul, enfim, um festival de matanças sem trégua!
    Esperança de que isso um dia termine?
    Não acredito.
    Quantas pessoas já não morreram no Oriente Médio com relação à procura pela democracia árabe?
    E Israel e os palestinos?
    A invasão americana no Iraque?
    Afeganistão?
    Os atentados às Torres Gêmeas, nos Estados Unidos?
    Antes que eu me esqueça, ETA, IRA, Baader Meinhof, Brigadas Vermelhas, Máfia, Cosanostra, Yakusa, Cia, Mossad, MI 6, KGB… certamente não são siglas de apoio à vida, pelo contrário.
    Às vezes me pergunto:
    Se a Segunda Guerra não serviu de exemplo como desprezo à raça humana, ela, então, serviu como base à continuação de nosso extermínio?!
    É desta forma que demonstramos nossa racionalidade?
    Inteligência?
    Que somos solidários com as demais pessoas?
    Que somos religiosos e respeitamos o próximo?
    Credo!
    Precisamos urgentemente nos reciclar, tanto na condição de seres humanos quanto no patamar que nos colocamos de selvageria, brutalidade sem fim, haja vista que os maiores predadores que existem não são tão violentos como somos uns contra os outros!

  2. Mauro Moriarty
    23/01/2012 às 1:14 AM

    – De novo o Chico surpreendeu, com a beleza e originalidade das fotos (Principalmente essas coloridas) sem falar da dramaticidade que elas nos passam, captadas no momento da ação.

    – Caro FB você encontrou uma formula útil de apreciação histórica e apelo à consciência contemporânea de todos e isso não pode ser desprezado por ninguém ao contrário deve ser levado muito em consideração por todos, aqueles que dizem que isso não adianta devem ficar atentos ao fato de que votam e isso deve significar alguma coisa, e que também se até no oriente médio, que representa uma cultura milenar de devoção a autoridade inquestionável, a autoridade constituída segundo eles pela vontade de ala, o povo pode perder a paciência e se levantar revoltado contra o estado das coisas, pedindo liberdade política, justiça social e vingar a injustiça de seus lideres exterminando-os, em nenhuma outra sociedade é licito dizer que a exortação a liberdade e defesa ao respeito aos direitos dos cidadãos é pura perda de tempo ou ideal inalcançável.

    – Quanto aos soldados de infantaria que participaram das duas guerras e das outras, que mostras maior de exemplos de patriotismo e devoção, poderíamos oferecer, citando-os como exemplo máximos das virtudes cívicas, li uma vez num livro de histórica que o Brasil lutou na II guerra numa situação irônica em que combatia dois regimes considerando-os injustos mais ao mesmo tempo sendo liderados pela ditadura Vargas com características fascistas, isso amigos só aumenta o valor dos nossos pracinhas no meu entender pois os mesmos não lutavam pelos conceitos ideológicos duvidosos do Nazi-Fascismo Europeu ou do vigente no pais, mas sim pela integridade de nosso povo e da terra em que ele vivia, conscientes que ideologias e ditadores passam mas o povo e o pais permanecem, integridade e respeito que eles deram o sangue para conseguir e que infelizmente hoje não valorizamos tanto quanto deveríamos.

  3. Francisco Bendl
    23/01/2012 às 7:46 PM

    Caro Moriarty, sempre mostrando lucidez em seus comentários pertinentes e convenientes!
    Não sei se é uma fórmula que uso ou um chamamento à razão, a verdade é que sabemos todos que o povo esquece fácil acontecimentos importantes, que tanto alteram as suas vidas quanto à história do país.
    Eu estou aqui comentando os assuntos postados pelo nosso amigo Chico, justamente para apelar aos que lêem o que escrevemos, Moriarty, e se conscientizarem do que nos rodeia, do que estamos sujeitos, do que podem fazer conosco se não estivermos devidamente informados e cientes dos acontecimentos recentes mais significativos.
    Lógico que a Segunda Guerra influencia economica e socialmente os povos e nações desse mundo até os dias de hoje, repito.
    Portanto, devemos saber os paralelos que podem ser traçados desde o início do século passado até a década presente desse novo milênio.
    E, podemos afirmar que, a maioria dos temas complexos está intimamente ligada ainda aos fatos daquela época, facilitando interpretações a respeito e sem a necessidade de maiores estudos, bastando tão somente que mostremos interesse em relacioná-los!
    É o que tenho tentado escrever, alertar, pedir que fiquemos de olhos abertos.
    Lamento o ritmo que a vida nos impõe, que dificulta sobremaneira pararmos para pensar sobre ela e o que pretendemos fazer dela.
    Precisamos correr em busca da nossa manutenção, sobrevivência, salário, emprego, estudos, vida social, aquisição de um teto para morar, enfim, o tempo nos ocupa integralmente para que possamos destinar alguns minutos e compreender a situação da nossa cidade, município, estado, país e mundo!
    Ora, encaixar a política, o sistema monetário, as características de cada indivíduo, regionalidades, usos e costumes diferentes de país para país, não é um exercício fácil de se equacionar, haja vista que a maioria desconhece – aí, sim – a fórmula para obter a igualdade entre viver e subsistir.
    Afirmo que, no Brasil, a maioria do povo subsiste.
    A falta de educação, formação cultural, pesquisa, a dificuldade de se adquirir um livro, a inexistência de bibliotecas atualizadas nos municípios brasileiros – nem me reporto às escolas -, os milhões de cidadãos que não lêem jornais, que não abrem uma revista, evidentemente que são empecilhos à maioridade da população desse belo país.
    E nossos governantes sabem disso e, lamentavelmente, exploram o povo de forma desumana justamente por essa ignorância que demonstramos ter da história, e, em consequência, da política adotada, do sistema monetário vigente, das diretrizes e bases implantadas pelo ministério da Educação, dos programas governamentais em todos os níveis!
    Somos facilmente jogados de um lado para outro.
    Então, por ser mais fácil governar gente que não questiona os métodos utilizados, que a educação continue a desejar, que a violência não seja refreada e que a saúde pública permaneça como prova incontestável de descaso do governo para com o povo!
    E FOI EXATAMENTE ASSIM NO PASSADO!
    O tempo passa, dizem que somos a quinta economia do planeta, mas… continuamos pobres!
    Por quê?!
    Ora, basta que façamos as comparações entre épocas que já se foram com as atuais, e verificaremos que o nó górdio não foi desatado na razão direta que o ser humano não evoluiu!
    Houve progresso material, científico, tecnológico, nas comunicações, na eletrônica, mas, nós, os seres humanos, não acompanhamos de igual essa evolução.
    Portanto, como esperar que os governantes sejam melhores do que os seus governados?
    Diante dessas falhas de caráter, falta de personalidade, corrupção endêmica, incompetências, ineficiências, somos obrigados a fiscalizar quem elegemos, quem eles são, quais são os seus objetivos, o que irão fazer para que, de fato e de direito, tenhamos uma efetiva e indiscutivel QUALIDADE DE VIDA!
    Sim, Moriarty, estudar a história, interpretá-la, entender as suas entrelinhas, é salutar.
    Este blog tem a minha admiração e reverência porque possibilita esses exercícios mentais, discussões férteis, pródigas, opiniões sensatas e, principalmente, o compromisso com a verdade, pois somos os responsáveis em divulgá-la.

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