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Cartunismo da Segunda Guerra – Extra I


Publicamos uma série sobre charges e cartunismo da Segunda Guerra que fizeram bastante sucesso. Estamos lançando novos posts sobre o tema que é bastante intessante, educativo e acima de tudo engraçado. Também segue abaixo os links das últimas publicações para quem não acompanhou.

Cartunismo de Guerra – A Propaganda Engraçada – Parte I
Cartunismo de Guerra – A Propaganda Engraçada – Parte II
Cartunismo de Guerra – Parte III

 

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  1. Francisco Bendl
    28/01/2012 às 7:54 PM

    Se o homem precisa do alimento para o corpo, necessita de sentimentos para enaltecer o espírito, da esperança que exista Deus para confirmar que possui alma, rir é algo imprescindível!
    O senso de humor anima, estimula, alivia tensões.
    Os cartazes humorísticos utilizados na Segunda Guerra, tinham como objetivo precípuo ridicularizar o inimigo, colocá-lo em situação de inferioridade, debochá-lo, uma forma eficiente de divulgar o quanto ele era ineficiente, incapaz, que a sua derrota seria iminente!
    Uma maneira de motivar a população e levantar-lhe o moral, enquanto que filhos, irmãos, maridos e parentes lutavam no front.
    Se resultou em algo que se aproveitasse não se pode mais avaliar, esboroou-se com o tempo.
    Mas ficarão na lembrança que, mesmo diante do sofrimento, da morte, do desespero, os cartuns transmitiam mensagens contendo humor, uma característica humana que nem a guerra e suas tristezas iriam dissipar.
    Aplaudo a menção deste tema, pois demonstra inquestionavelmente que podemos sobrepujar e vencer adversários terríveis, até mesmo aquele que nos faz de alvo para chacotas, mas somos derrotados pelo desânimo, pela desesperança, por nós mesmos quando não percebemos que somos os próprios agentes de alegrias e felicidades ou haveria satisfação maior quando os combatentes recebiam cartas de seus familiares mesmo que estivessem lutando em outro continente?
    Se não eram cartuns, não deixavam de ser igualmente uma forma de comunicação que ocasionavam risos, lágrimas de felicidades, alegrias incontidas, justamente proporcionadas por outros seres humanos que, assim, animavam e impeliam o soldado a continuar lutando, a sobreviver para rever os que amava.
    Sim, a comunicação tem esta qualidade de aproximar as pessoas, de levá-las ao entendimento, à recordação, a momentos inebriantes de lembranças que nunca seriam esquecidas.
    Pois os cartuns nos transportam à época mais obscura de nossa história, mais violenta, de menor valor à vida e, mesmo assim, sorrimos.

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