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Arte Alemã na Segunda Guerra – Imperdível


 A Alemanha sempre foi berço de grandes artes, fato! Não é pelo fato de haver um sistema de governo belicoso que fica jogado ao ralo toda a contribuição para a cultura mundial que foi ofertado pelos alemães ao longo dos séculos. Portanto segue um pequena amostra de pintura, gravuras e desenhos criados no período em que o Estado servia de inspiração e controlava a produção cultural da Alemanha.

Essa pintura é de Hans Adolf Bühler (1877-1951) exposta em 1940 durante A Grande Exibição de Arte Alemã de Munique

 

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  1. Francisco Bendl
    12/02/2012 às 11:02 AM

    A cultura alemã contribuiu largamente para a humanidade ter contato com um estilo próprio e característico de escritores, músicos, poetas, filósofos, homens públicos e esportistas.
    Dona de uma literatura e filosofia densas, a Alemanha se projetou como uma nação que reunia povos altamente alfabetizados, leitores, amantes do belo, e uma trajetória militar invejável.
    Mesmo no período nazista, 1.933 até 1.945, quando livros alemães eram queimados e escritores tinham de abandonar o país, alguns foram mortos e outros expatriados, quando a intelectualidade alemã havia sido engolfada pelo regime nazista, escritores alemães ainda se notabilizavam pelo mundo afora.
    O maior escritor deste período foi Günter Grass, Prêmio Nobel de Literatura, em 1.999.
    Autor de livros famosos como, o Tambor, Um Campo Vasto e Meu Século, este escritor não se omitiu em publicar suas idéias sobre o nazismo. O Tambor, Ed. Nova Fronteira, 1.959, livro levado às telas em 1.979, pelo diretor Volker Schlöndorff, conta a história do anão Oskar, desde seu nascimento até sua internação num sanatório. Uma alegoria contra o entusiasmo alemão pelo nazismo antes da 2ª Guerra Mundial. Considerado o romance mais importante da Alemanha na 2ª metade do Século XX.
    Dois outros livros que abordaram diretamente o período nazista foram:
    Os Diários de Victor Klemperer e Anne Frank.

  2. Moriarty
    12/02/2012 às 4:40 PM

    – Precisamos vencer um verdadeiro preconceito que se instalou em todos os espaços dedicados as discursões referentes à II guerra mundial o temor mascarado de respeito de sermos verdadeiros em apontar virtudes nas realizações germânicas.

    – Apontamos os fatos históricos como contrários a Alemanha, esquecendo aqueles que assim procedem de que os “Fatos históricos” não nos dizem nada, o que nos dizem são as interpretações desses fatos, e quando nos recusamos a submeter as interpretações parciais e tendenciosas que nos foram legadas como verdades históricas a uma apreciação critica responsável e isenta, formamos um preconceito histórico difícil de vencer, e repudiamos o que deveria ser uma atitude de pensamento critico responsável e corajosa, em proveito do comodismo alienado de supormos que tudo o que deveríamos saber sobre o assunto já nos foi “ apresentado” e “ esgotado” e que toda a evidencia que se apresente em contrário ou é criminosa ou não deva ser levada em consideração pelas “ boas pessoas”.

    – “Criminosa” porque tudo aquilo que se apresente contrariando os interesses da ordem estabelecida pela classe dominante da ordem mundial imposta pelos vencedores é criminoso, como se vencer alguma coisa pela força legitime a posse da verdade há alguém, legitima apenas a eficácia da força bruta em detrimento do exercício da razão, e o apelo falacioso de que devemos aceitar certas imposições históricas sob o risco de não sermos rotulados da “boa pessoa” que acreditamos ser mascara o fato de que dessa forma estamos substituindo uma apreciação que deveria permanecer ao restrito campo da razão por uma conveniente mascara de bondade que ostentamos para nos mesmos e os outros, e não conseguimos nos envergonhar quando uma situação nos obriga a emitir um ponto de vista sobre uma relação de causa e efeito do “Fato histórico” e não temos nada melhor a dizer do que as coisas são assim por que são procedendo assim negamos nossa própria existência, pois segundo Rene Descartes, somente existem aqueles que pensam, com todas as implicações do que ele entendia pelo termo pensar.

    – A arte apresentada aqui é bela carregada de uma pureza sofrida, triste e muito humana, sem dúvida nos convida a pensar na instabilidade da natureza humana que nascida elevada para contemplar e participar da beleza que o mundo oferece, decai envolvendo-se em pesadelos incontáveis que tornam o dom da vida oferecido pela mesma natureza a verdadeiros eleitos da felicidade, como uma tortura a que se deseja abreviar para dos sofrimentos finalmente fugir.

    – Companheiros entreguemo-nos todos ao exercício salutar da tolerância, tolerância com o modo de pensar e ver o mundo do próximo evitem as palavras que sugiram ataques a seu modo de pensar, mas ao próximo conclamo a tolerância em relação as suas próprias limitações, não repudiem a possibilidade da critica construtiva que nos faz meditar e finalmente adotar novas atitudes em relação as menos consistentes que antes detínhamos.

    – Contemplemos a arte oferecida a nos sem culpas ou rancores é apenas arte, mas cheia de beleza e significado para espíritos mais sensíveis tocados por ela.

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