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Archive for março \30\UTC 2012

Os Paraquedistas Italianos da Divisão Folgore

A Itália desenvolveu unidades pára-quedistas após seus primeiros saltos em 1927. No entanto, as unidades eram pequenas até após o início da Segunda Guerra. Durante a guerra, a Itália formou uma divisão aerotransportada (Folgore), sendo treinados para operações de salto, mas não participaram de quaisquer ataques aerotransportados. Durante a invasão alemã da Grécia em abril de 1941, um batalhão de páraquedistas atuaram na ilha de Cephalonia, mas não havia qualquer unidade aliada ou grega na região.

A Divisão Folgore serviu com destaque como infantaria na Líbia e no Egito, tendo como mérito a destruição do 8º Exército britânico em novembro de 1942.

 A Divisão Folgore foi uma das poucas tropas italinas que tiveram um excelente desempenho no Teatro de Operações.

 Segue fotos do Exército italiano e da Divisão Paraquedista italiana:

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Análise de Veículos Experimentais da Segunda Guerra

Os Estados Unidos durante a Segunda Guerra gastaram milhões e milhões de dólares com veículos, aviões e embarcações que nunca estiveram nos campos de batalha. Desde a segunda metade da década de 30, já prevendo uma guerra, os europeus já mantinham projetos de melhoria dos armamentos e veículos para serem utilizados no eventual conflito. Contudo muitos desses veículos, aviões e embarcações tinham seus projetos descartados por uma série de problemas evidenciados nos testes, e muitas vezes apenas um mísero exemplar tinha sido criado para os testes de campo. Não por acaso, todo esse desenvolvimento fomentou a indústria bélica antes, durante e depois da Segunda Guerra.

Vejamos alguns exemplos de fracassos dos veículos experimentais

V40 – ScoutCar

 Veículo entregue ao Exército dos EUA em dezembro de 1941 e testado em fevereiro de 1942. O veículo foi rejeitado em 1943, sendo considerado muito pequeno para as operações de campo.

Veículo considerado muito pequeno

 

UST49

Durante os anos 40 o Exército americano testou tanques de 57mm, um calibre principal completamente novo para esse tipo de veículo.

75mm Howitzer Motor Carriage T3

A mesma estrutura do T49 com a diferença do canhão principal de 75mm. Apenas uma única unidade foi fabricada para testes.

Cook Interceptor (T55 & T55E1)

O desempenho favorável das oito rodas do veículo (8×8), desenvolvido pelos irmãos Cook de Los Angeles, na Califórnia, resultou em um estudo do design para adaptar os chassis como um transporte para armas de 03 polegadas no motor. Era popularmente conhecido como o “Interceptor Cook”. Como originalmente proposto, o veículo tinha dois motores, um na frente e outra na parte traseira, com cada motor direcionado para quatro rodas. No projeto final, ambos os motores foram instalados na parte traseira. Para facilitar a direção usava um impulsionador hidráulico. Ensaios em Aberdeen Proving Ground revelera que a mobilidade em campo do veículo Cook era inferior à de um tanque, tal como a T49. Tanto o T55 eo T55E1 foram cancelados sem mais produção.

Matilda II

Veículo experimental britânico .Matilda era um veículo bem protegido e foi aprovado nos campos de batalha, mas faltava poder de fogo. Não há mais informações sobre este veículo

Leichte Wehrmachschlepper (Adler leWS)

 Em maio de 1942 Hitler deu ordens para a produção veículo de tração simplificado que substituiria veículos blindados e não blindados da mesma classe. Três protótipos foram produzidos por Adler, mas em 1943, foi decidido concentrar a produção na KTZ Sd 250.

E-100

A E-100 foi originalmente concebido como uma alternativa para Waffenamt Maus tanque superpesado. Foi autorizado em junho de 1943 e os trabalhos prosseguiram até 1944, quando Hitler cancelou oficialmente o desenvolvimento de tanques superpesados. Após o anúncio de Hitler, apenas três funcionários Alder foram autorizados a continuar a montagem do protótipo, eo com prioridade baixa. Mesmo com essas desvantagens, os três trabalhadores foram capazes de completar praticamente o protótipo ao final da guerra nas instalações de Henschel perto de Paderborn. O protótipo não tinha apenas uma torre, a torre que iria ser utilizado foi o mesmo que os tanques Maus. Nos primeiros testes foi usado o motor HL230P30, claro era muito fraco para mover o E-100 de 140ton.

Uma Justa Homenagem ao Tenente Mário Messias

Um dos objetivos desse BLOG, além de tentar vislumbrar a História segundo uma visão critica e sem qualquer dissimulação ideológica, é de divulgar o reconhecimento àqueles que lutam como guerreiros na manutenção e preservação da História. Um desses honrados homens é o Tenente Mario Messias. Cidadão de uma larga cultura e privilegiada inteligência foi agraciado, de forma muito justa, com a Ordem do Mérito Conselheiro Thomaz Coelho no Grau Ouro, concedido pelo Instituto dos Docentes do Magistério Miliar de Pernambuco, IDMMPE. Segue abaixo a descrição da honraria.

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O Instituto dos Docentes do Magistério Miliar de Pernambuco, IDMMPE, através de análise do seu presidente, decidiu, de acordo com o Estatuto e o Regimento Interno, aprovar a concessão da Ordem do Mérito Conselheiro Thomaz Coelho no Grau Ouro. ao Tenente  Silvio Mario Messias  de Oliveira.

A condecoração é reconhecida como de valor oficial e tem seu uso permitido com os uniformes militares (…) Os militares do Exército poderão cadastrar a Medalha no Departamento Geral do Pessoal sob o código (A 15). O proponente da horaria foi o Presidente, Coronel Evaldo Alves PEREIRA. A proposta foi ratificada pelo Ten Cel Com Ricardo ROQUE da Silva, Comandante do 4º Batalhão de Comunicações e Presidente Honorário do IDMMPE. A comenda foi entregue em 22 de março passado.

 Nas fotos, o recebimento da Medalha do TC ROQUE e no salão de Honra com o Cel Pereira.

Recebimento de Medalha - TC ROQUE ao Tenente Messias

Cel Pereira com o Tenente Messias

 A Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira – Seccional Pernambuco tem orgulho de ter como colaborador o digníssimo oficial.

Avanço Sobre a União Soviética – A Operação Que Mudou a Segunda Guerra

O avanço alemão sobre a União Soviética deixou o mundo aterrorizado com as pretensões de Hitler, e com a possível queda fulminante de colossal território soviético. Os comunistas não acreditavam que o Fürher tinha acordado uma paz dissimulada apenas para consolidar uma fronteira comum entre os dois países, durante a divisão da Polônia. Pior, todos os países observavam dia após dia à penetração cada vez mais longa das unidades avançadas alemães. Cidades caíam uma após a outra, com pouca ou quase nenhuma resistência. O Líder georgiano Stálin clamava por uma resistência mais tenaz dos seus camaradas, inclusive ordenando a execução de comandante de unidades e comissários do partido que não agissem segundo seus critérios de defesa.

Evidentemente não podemos mensurar um resultado para a Segunda Guerra que não contasse com essa mudança de rumos do senhor Adolf, mas com certeza seria diferente se o líder alemão se mantivesse fiel ao tratado de não agressão com a URSS. Se Hitler começou a perder a guerra em Stalingrado, e em outras frentes russas, a origem dessa derrota esteve permanentemente ligada a sua forte convicção de que o Comunismo era o pior de seus inimigos, bem descrito nas páginas de sua obra, Mein Kumpf. No final das contas a invasão ao território soviético não fora apenas premeditado, ele fora anunciado ainda nos anos 20 e ratificado com requintes de dissimulação e conduta estratégica duvidosa na relação germano-soviética.

Abaixo segue apenas uma pequena amostra do avanço alemão.

Avanço e Destruição

 

 

Os Veículos de Combate Mais Estranhos da Guerra!

Shermans? Esqueçam! Panzer Tiger?  T-34? Nem pensar! Esses veículos em sua maioria foram fabricados em uma escala muito pequena ou foram simplesmente protótipos nunca usados. O designer esquisito de muitos e a pouca mobilidade foram fatores preponderantes para que a indústria da guerra não adotasse essas aberrações.

 No final das contas eles ficaram esquecidos no passado e não perfazem mais na história da guerra. Vamos ver alguns desses monstros mecânicos aqui!

Esse poderia ser usado até hoje para proteção nas cidades violentas!

Versão dos carros populares "blindados"

Tá é um Sherman, mas ganhou pela camuflagem!

Os Navios Brasileiros Torpedeados – Quarta Parte

            O Embaixador brasileiro nos Estados Unidos,Carlos martins, enviou um telegrama ao Lóide Brasileiro informando que o seu Navio”Cairu”, de 7.152 toneladas e que levava 75 tripulantes e 10 passageiros, havia sido torpedeado nas costas do Atlântico, e que dos que estavam embarcados, morreram 47 tripulantes e 6 passageiros dentre eles o seu comandante José Moreira Pequeno.

            Este era um navio de construção norte americana, e considerado um dos mais bonitos mercantes brasileiros e, na ocasião do seu torpedeamento levava em seus compartimentos de cargas, borracha, algodão,mamona e cristais de mica, dentre outros. Os alemães estavam perfeitamente informados de tudo sobre os nossos navios e agiam deliberadamente.

            O comandante Moreira Pequeno estava enfermo, com 39 graus de febre, quando após o impacto do torpedo, o pânico foi estabelecido, e ele deixou sua cabine com aparente tranquilidade, e esta atitude fez restabelecer a calma entre os seus comandados, e eles baixassem as  quatro baleeiras e se afastassem rapidamente do navio. De repente, viram submergir dois submarinos, e o U-94 lançou mais um torpedo, enquanto se comunicavam por sinais luminosos e, como o “Cairu” ainda não havia afundado, o Capitão alemão Otto Ites decidiu lançar mais um torpedo, mas a câmara frigorífica explodiu, partindo a embarcação ao meio, às  17 horas do dia 10 de Março de 1942.

            Finalmente o U-94 aproximou-se da baleeira nº 1 cerca de 30  metros, e um dos oficiais falando em inglês, pediu a confirmação dos dados que já possuía sobre tonelagem, carga e até o nome do comandante.

            No dia 1º de Maio de 1942, enquanto se dirigia do Recife para Nova Iorque, e se encontrava próximo à Ilha de Trindade recebeu o impacto de um torpedo lançado pelo submarino U-162, que estava sob comando do capitão Jurgen Wattemberg . O nosso comandante Raul Francisco Diegoli, apesar de possuir uma peça de artilharia na popa e manter permanente vigilância, nada pode fazer, uma vez que o torpedo foi lançado com o submarino submerso. A casa de máquinas foi atingida e o navio afundou rapidamente, mas ainda houve tempo de fazer um pedido de socorro pelo rádio, e destruir documentos. Quando os náufragos se encontravam a cerca de 800 metros do navio, viram o U-162 que passou a bombardear e metralhar o “Cairu”.

            O comandante Francisco Diegoli havia, por sua conta e risco, modificado a rota que lhe havia sido indicada, por achá-la muito afastada da terra e da proteção das bases navais e aéreas brasileiras e estrangeiras. Por esta insubordinação, sofreu inquérito e foi punido e, enquanto durasse a guerra, ficou proibido de assumir o comando ou imediatice de qualquer navio mercante de longo curso ou em navios de cabotagem. Neste afundamento, perdemos sete dos 72 que compunham a guarnição desta embarcação.

 

            No dia 18 de Maio, às 18h50min, o Navio “Comandante Lira” enquanto navegava do Porto do Recife, com destino a New Orleans, ao largo da Ilha de Fernando de Noronha, foi atingido por um torpedo que partiu do submarino italiano “Barbarigo”, que também o acertou com tiros de canhão, além de incendiá-lo. O comandante de longo curso Severino Sotero de Oliveira, agiu com cautela e desprendimento, só ordenando o abandono da embarcação quando este já se encontrava em chamas. Sua atitude não foi compreendida pelas autoridades pois, graças à pronta intervenção de unidades aeronavais norte americanas, pôde ser salvo e rebocado até o Proto de Fortaleza.

            Posteriormente, estudando-se melhor as condições da ordem de abandonar navio, dada pelo comandante Sotero, as mesmas autoridades que o haviam punido, anularam a punição. Na ocasião, o Navio “Comandante Lira” navegava com uma tripulação de 48 homens, um sargento e três marinheiros que guarneciam o canhão de bordo.

Artigo enviado pelo Pesquisador Rigoberto Souza Júnior.

Apelo Popular

 

Nose Art – A Identidade do Avião na Segunda Guerra!

As guerras deixam marcas  terríveis, físicas e psicológicas, nas pessoas. Participar delas sempre exigiu um esforço sobrenatural do homem para não sucumbir à monstruosidade da tensão dos campos de batalha.  No entanto, muitos se deram à criatividade e começaram a criar escapes que os faziam relembrar a família, os queridos, a cidade e até os personagens que marcaram suas vidas antes da convocação.

A Nose Art é uma dessas maravilhosas criações.  São pinturas nas laterais dos aviões, especificamente no nariz da aeronave, daí o nome “Nose”. A arte personaliza o nariz de um avião dando-lhe uma identidade própria, uma marca para ser reconhecido. Todos sabem qual o avião que lançou a bomba atômica sobre Hiroshima pela arte pintada na lataria, “Enola Gay”.

Embora alguns exemplos desta arte  possam  ser encontradas em aeronaves  Inglesas e de outros países, o fenômeno é predominantemente americano, talvez devido à maré de individualismo rebelde atribuído a sua cultura. Nose Art é importante como um indicador social e histórico ao longo do tempo, um exemplo de expressão popular e um registro do passado.

A mais conhecida do Brasil

 

A Mais Conhecida do Mundo!

 

A Mais Feia!!

 

Fonte:

http://olavosaldanha.wordpress.com/

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