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Archive for abril \30\America/Recife 2012

A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra – Edição Extra

Mais uma publicação das fotos mais engraçadas e sem noção da Segunda Guerra Mundial.

 

Uma Imitação Proibida...

 

...Dele! Goebbels!

 

Um profundo olhar sobre a Segunda Guerra

 

Mussoline não parece satisfeito

 

Os Uniformes e Soldados Mais Estranhos da Grande Guerra – Parte III

Assim como se repetiu durante a Segunda Guerra, várias nações da África e do Oriente se engajaram na luta juntamente com as nações europeias. Levando em consideração que no início do século XX o colonialismo ainda era bastante presente no cenário geopolítico, muitas dessas colônias foram forçadas a enviar unidades para combater nas frentes de batalha, da mesma forma que grupos políticos que faziam oposição à ocupação do seu país, como é o caso da Índia, enviou contingente para lutar contra o Reino Unido.

Segue abaixo uma continuação da série de “Os Uniformes e Soldados mais estranho da Grande Guerra”.

Senegales

 

Ia Drag – A Primeira Batalha da Guerra do Vietnã

De 14 a 22 de novembro de 1965 o mundo assistiu perplexo a primeira grande batalha envolvendo forças americanas contra tropas de outra nação desde o cessar fogo na guerra das Coreias. Em uma operação de captura e emboscada, dois batalhões da 7ª Cavalaria e da 5ª Cavalaria, comandadas pelo então Coronel Hal Moore, empregando uma nova forma de combate, onde unidades de infantaria aerotransportadas iriam desembarcar em um determinado setor para consolidar uma posição. A mobilidade da tropa era a nova doutrina empregada nessas operações. A Batalha aconteceu a noroeste de Plei Me, nas serras do Vietnã do Sul.

Desde 1956 os Estados Unidos, percebendo o avanço do Comunismo na região, os Estados Unidos vinham apoiando e dado suporte a ações militares do Vietnã do Sul, mas sem qualquer envolvimento de tropas nos campos de batalha. Só a partir do início dos anos 60 as condições políticas e diplomáticas são agravadas, principalmente quando os vietcongues, guerrilheiros sul-vietnamitas pró-Vietnã do Norte, e que lutaram contra as tropas americanas durante todo o conflito, juntamente com tropas norte vietnamitas começaram a atacar bases americanas no Vietnã do Sul.

A Batalha de Ian Drag, apesar da suposta vitória americana, foi um desastre estratégico com sérias perdas para as Unidades Militares envolvidas, sendo um saldo total de 304 mortos e 524 feridos, enquanto a estimativa do lado das forças vietnamitas gira em torno de 554 mortos e 669 feridos – o Exército americano estima em 1519 mortos vietnamitas. Controvérsias a parte, é certo de que o suposta vitória deu uma falsa impressão que os Estados Unidos podiam perfeitamente lidar contra um inimigo diferente de todos os outros exércitos que o país já tinha enfrentado. Mas o transcorrer da batalha foi bem diferente. As tropas americanas tiveram que solicitar várias vezes a utilização de artilharia e apoio aéreo, inclusive um código pouco usado pelo Exército foi conclamado durante a Batalha: “Flecha Quebrada”, seria o código que informa a todas as unidades aéreas que uma Unidade americana estava prestes a ser massacrada, e o resultado disso é que todos os aviões disponíveis seriam lançados no socorro dessa Unidade.

Outro fato curioso é que a CIA recomendou, no calor da Batalha, que o comandante Hal Moore, fosse enviado de volta para o QG, pois era inconcebível que um Coronel fosse morto na primeira operação militar americana no Vietnã. Moore negou-se e deixar seus homens a própria sorte.

No final das contas o exército americano não estava preparado para a quantidade de baixas sofridas pelas forças, mas a suposta vitória alavancou uma guerra que se arrastou até 30 de abril de 1975, quando as tropas americanas se retiraram da Indochina.

O Tenente General Hal Moore juntamente com o jornalista Joseph L. Galloway que participou na batalha, escreveram o livro “We Were Soldiers Once…And Young”  que descreve a batalha. Em 2002, Mel Gibson estrelou o filmes: “Fomos Heróis” que é baseado no livro e uma narrativa da primeira parte da Batalha de Ia Drag.

Nova Doutrina de Combate

Local do Desembarque

Baixas Americanas

Muitos Feridos

Oficial morto em combate

Primeiro Prisioneiro de Guerra - "Há 4 batalhões aqui loucos para matar americanos"

Hitler – 1939: 50 anos o Auge de Sua Vida

Em 20 de abril de 1939, Adolf Hitler comemorou 50 anos, ou melhor, a Alemanha comemorou os 50 anos de seu Fürher. E tinha o que comemorar. Observando do ponto de vista do passado recente, exatamente as décadas de 20 e 30, o povo alemão recuperou toda a autoestima destruída desde o fim da Grande Guerra e a assinatura do Tratado que humilhou a Alemanha.

 Mesmo não ganhando nenhuma eleição e assumindo a Chancelaria do Reich através de acordo políticos, tornou-se o líder que unificou os ideais de recuperação nacional depois da morte do Presidente Hindenburg. Desde então, Hitler abandonou qualquer tipo de política de aproximação com as nações ocidentais, implementando, mesmo que de forma velada, uma economia de guerra. A Alemanha estava ressurgindo como potência econômica e militar.

Em 1939 o mundo já se preparava para o pior. O ensaio da Guerra Civil Espanhola tinha contado com o apoio de tropas e da Força Aérea germânica; as Conferências de Paz não mais estavam dando resultado, Neville Chamberlain e outros líderes mundiais, não nutriam mais esperanças nas promessas vazias de Hitler, contudo não realizam qualquer ação concreta quanto às pretensões territoriais de anexação das nações vizinhas pelo governo nazista e sua política expansionista, o chamado “espaço vital”. O Mundo caminhava a passos largos para uma inconsequente, duradoura e custosa guerra. A máxima usada pela impressa ocidental quando no término da Primeira Guerra, parecia soar como uma Utopia desvairada: “Uma Guerra para acabar com todas as Guerras”, isso nunca se tornou realidade, nem mesmo depois da Segunda Guerra.

Os Uniformes e Soldados Mais Estranhos da Grande Guerra – Parte II

A pedidos… O retorno dos Uniformes e Soldados mais estranho da Grande Guerra! É muito soldado e uniformes estranhos em um post só…

Curiosidades Reveladoras Sobre Hitler III

Hitler era um informante da polícia?

 Segundo Jean Amsler (Hitler, ob. cit.) Hitler, já em Viena e depois em Munique e durante a guerra, foi informante da polícia. As provas seriam: sua necessidade de dinheiro e o fato de ter vivido praticamente sem trabalhar, depois do primeiro contato com a polícia; as poucas simpatias encontradas entre os colegas de trabalho quanto com os camaradas de guerra; o diminuto zelo por parte da polícia em localizá-lo no momento do serviço militar, e, mais tarde, a particular benevolência da junta médica ao exonera-lo do mesmo serviço; durante a guerra, o encargo de portar ordens, o não bem definitivo curso de aperfeiçoamento na retaguarda, a sucessiva condecoração sem motivação oficial, enfim a estranha licença de 20 dias, em Berlim, em setembro de 1918.

 Os bolsos cheios de caramelos

 “Hitler come doces como os homens normais fumam. Tem uma paixão infantil por balas e chocolates. Sempre tem um pacote no bolso. Um dia ouvi-o dizendo a Goebbels: “Isto me dá a energia para as minhas grandes tarefas”.” (p. Kohler, Diário da Camareira de Hitler, Donatello De Luigi, Roma).

Não era pintor de paredes: falsificava quadros

 Já quase todos os biógrafos concordam com o fato de que Hitler nunca foi pintor de paredes, como sustentaram os críticos do regime nos anos 30. “Trabalhava como aquarelista e pintor em geral”, escreve Hitler no Mein Kampf, e o amigo Hanisch confirma, com um detalhe: “Precisava dar o que fazer para juntar um pouco de dinheiro; assim Hitler me disse que havia um sistema: falsificar quadros. Pintava pequenas paisagens a óleo e depois colocava-as em um forno a fim de escurece-las, para fazê-las parecer obras antigas.” (R. Olden, Hitler the Pawn, Londres, 1936).

 A Guerra, que horror!

 “Com o passar dos meses e dos anos, a excitação romântica pela guerra foi substituída, pouco a pouco, pelo horror. A exaltação deixava lugar ao medo da morte, e houve para todos – para mim também – o momento em que o instinto de preservação contrastava com a noção de dever… Nesses meses me dei conta de quanto o destino possa ser pérfido: obrigando-me a permanecer ali na primeira linha, em um lugar onde a bala disparava por um negro anônimo podia matar-me de prestar à pátria serviços bem mais altos…” (Mein Kampf).

O soldado Adolf na lembrança dos camaradas

 Hans Mend, soldado do regimento List: “Era um tipo estranho. Ficava sentado num canto com a cabeça entre as mãos, em atitude de pura contemplação. Depois, de repente, punha-se de pé, e andava à nossa volta com passos furiosos, falando dos inimigos, invisíveis do povo que nos teriam privado da vitória, amaldiçoando marxistas e judeus. Outras vezes estava tão concentrado em seus pensamentos que ninguém conseguia abalá-lo.(R. Olden, ob. cit.). Fritz Wiedermann, capitão do List: “Era muito corajoso. Frequentemente era obrigado a travessar as linhas. Jamais recebia pacotes nem cartas, jamais se queixava. Uma vez me disse: o regimento é a minha casa, minha mãe.” Josef Hryc, sargento do List: “Quando Hitler subiu ao poder, em 1933, logo o reconheci pelas fotografias publicadas. Não poderia acreditar que o cabo-de-esquadra cruel e pávido tivesse se tornado Chanceler” (de “Express Wieczorny”, Varsóvia, fevereiro 1971) ”.

Segue abaixo uma pequena amostra dos resultados da Segunda Guerra:

Um das obras que mais retrata o siginificado da Guerra: Cansaço e saudade

O prosseguimento da “Ofensiva da Primavera”

Texto enviado pelo Pesquisador Rigoberto Souza.

A conquista da cidade de Montese selou com sangue a participação da Força Expedicionária Brasileira no Teatro de Operações da Itália, particularmente na Região dos Apeninos.

            De agora em diante iria começar a corrida para a calha do Vale do Pó e, para os primeiros degraus dos Alpes. Tudo transcorria para a derrota do Exército Alemão, restando apenas algumas esporádicas posições de resistência, que infelizmente ainda nos custaram mais de vinte mortos.

            Apesar  da cidadela de Montese estar em poder da FEB, ainda faltava a conquista da base do maciço triangular formado pela Cota 888 e Montello. Reconhecimentos feitos por patrulhas no fim da jornada do dia 19 de Abril de 1945, nos informavam que o inimigo retraíra em toda a frente, e apresentava resistência apenas na localidade de Zocca.

            Devido a isto, a Ordem Geral de Operações de 21 de Abril, deu como ideia de manobra, o seguinte:

            “Atacar a Região de Zocca – Il Monte e simultaneamente progredir no eixo Manzone – San Michelle – Montalbana e, em seguida investir na direção geral de Monte Orsello, fazendo face ao mesmo tempo, ao Rio Panaro”.

            A ação principal ficou a cargo do 6º R.I., ficando o 11º R.I. Com missão de cooperação. Montada a operação, a cidade de Zocca foi tomada sem resistência no dia 21 de Abril.

            Agora começava a corrida do inimigo que, durante meses lutava para não ceder as posições conquistadas e agora fugia desesperadamente para o Norte, tentando aumentar a distância em relação às tropas brasileiras, semeando indiscriminadamente minas e abundante destruição por onde passava. Comentários de pilotos da FEB dão conta que vista de cima, a Itália parecia que havia sido tomada de uma gigantesca ebulição de vulcão que arrasou todo o país.

            O avanço era tão rápido e, em tais proporções no espaço e tempo que os observadores aéreos não conseguiam distinguir se determinada tropa era ou não inimiga, parecia que a mola aliada que se comprimira por tanto tempo que agora ao se distender seguia em velocidade alucinante pela planície do Vale do Pó.

            Às 11:10 hs do dia 21 de Abril o Comandante do Exército baixou diretivas para comandante de Corpos e Divisões, determinando uma rigorosa perseguição e a utilização máximas dos meios de transporte disponíveis. Os carros de combate e caminhões da Artilharia deveriam transportar a Infantaria como carga extra e, as viaturas deviam ser carregadas até o limite de suas possibilidades.

            Quando aparecesse qualquer oportunidade de prosseguir ou esmagar o inimigo, os comandantes de Unidades deviam utilizar todos os meios ao seu alcance para lançar à luta o máximo de armas, pessoal e munições(General Crittenberg).

            Seria difícil enumerar as diferentes linhas atingidas pelas tropas brasileiras dada a diluição da frente e a rapidez da progressão.

            No dia 22 de Abril foi conquistada Gignhola sem nenhum tipo de resistência, o que na prática demonstrava que o fim da guerra estava próximo. Cercado em toda parte, as manobras do inimigo estavam tão reduzidas que já não havia para onde ir. Restava a rendição ou a morte nas posições onde estavam.

Os Uniformes e Soldados Mais Estranhos da Grande Guerra

Realmente a 1ª Guerra Mundial expressou uma nova tendência dentros dos exércitos. Mas tevem um componente interessante, comum a todos as guerras; soldados estranhos com seus uniformes mais esquisitos ainda. Vamos conferir alguns exemplos:

Essa cobertura é horrível

Filme de Horror

Curiosidades Reveladoras Sobre Hitler II

Hitler Julga a mãe

“A inteligência em uma mulher não é essencial. Minha mãe, por exemplo, não teria se saído muito bem entre as cultas senhoras do Reich. Mas ela deu um filho à Alemanha.”(Conversas secretas com Hitler, Richter, 1954)

Queria ser padre

Aos 7 anos Adolf Hitler quer tornar-se padre: não certamente um simples pároco, mas o “senhor abade”. Como conta em Mein Kampf. Muito frequentemente, em Lamback, tinha-se exaltada “diante da ostentação solene de todas aquelas esplêndidas, exteriores festas religiosas”. Mas esta convocação pela carreira eclesiástica não é senão uma “enfatuação temporária”, que logo deixará o lugar a “aspirações mais em conformidade” com seu temperamento.

Os problemas de saúde

O professor Johann Rechtenwald ex-diretor sanitário da Westfália, formulou, em bases médicas, uma hipótese bastante atraente: Adolf Hitler teria sofrido na mocidade uma encefalite epidêmica, que mais tarde lhe teria provocado uma grave forma de parkinsonismo, infecção no cérebro provocada por vírus (não a doença de Parkinson). Todos os sintomas apresentados em seguida pelo Führer provariam a hipótese: os tremores, a insônia, a fraqueza da vista, a palidez anormal da pele, os excessos de ira, a impotência sexual. O repentino insucesso de Hitler os estudos, a mudança tão radical de seu caráter teriam coincidido com o surgimento da doença. Em fevereiro de 1900, de fato, Edmund , o irmãozinho de Hitler, havia morrido em consequência de sarampo: Rechtenwald considera, no entanto, que Edmund tenha morrido de encefalite (que frequentemente acompanha o sarampo), depois de ter contagiado com sua doença o irmão mais velho.

Segundo Jean Amsler, as doenças sofridas por Hitler na adolescência teriam sido diferente. Primeiramente alguns distúrbios glandulares culminando com a síndrome de Basedow, isto é o engrossamento da tireoide; estas moléstias teriam sido depois agravadas pela tuberculose. Aos 16 anos Adolf já estava completamente desenvolvido: um esboço de um colega de escola de Linz mostrou-o de estatura alta, mas delgada, com um início bastante evidente de cifose, isto é, um desvio para frente da espinha dorsal. (Informações extraídas de Hitler de J. Amsler. Ed. Du Seuil, 1960).

Ganhadores da Promoção – 500 Mil Acessos!

Amigos a Promoção dos 500 mil acessos foi encerrada. Agradecemos os quase 1000 votos e emails enviados. Segue o nome dos ganhadores:

1. Tayná Romitti – Coleção da Segunda Guerra Battefield – Editora Abril

2. Mauro Moriarty – Enciclopédia Sobre a Segunda Guerra – Edição RARA da Década de 60 – Editora Primor.

3. Anderson Panzer – Camisa Estilizada da Segunda Guerra

4. Pedro Ferreira – Caneca Personalizada

5. Vinicius Latuada  – DVD – The Longest Day (O Dia Mais Longo) – Filme de 1962 sobre o Dia D

 Os sorteados devem enviar email para blogchicomiranda@gmail.com informando o endereço para que possamos enviar a partir do início do próximo mês.

 PARABÉNS AOS CONTEMPLADOS E OBRIGADO A TODOS. E OBRIGADO A TODOS OS PARTICIPANTES!

AGUARDEM MAIS SURPRESAS ESTÃO POR VIR

 

 

 

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Curiosidades Importantes e Reveladoras Sobre Adolf Hitler

Braunau: Simbolo de uma missão

Para Hitler, o local de seu nascimento já é um símbolo da missão que diz ter-lhe sido confiada pela providência. “Parece-me sinal propício do destino o fato de ter nascido justamente em Braunau sobre o Inn”, assim começa o seu Mein Kampf. “Esta cidadezinha encontra-se o fato na fronteira entre dois Estado alemães (Áustria e Alemanha) cuja reunificação deve ser, principalmente para nós jovens, uma missão a ser cumprida a qualquer custo”. (A. Hitler, Mein Kampf, Zentralverlag des NSDAP, Munique, 1936).

Hitler era Judeu?

A Árvore genealógica compilada em 1934 pelos peritos nazistas faz remotar ao século XV o aparecimento da família Hitler: um certo Mattheux Hydler figuraria, nos registros da abadia de Hurzemberg, em 1445, como comprador de uma propriedade agrícola. Mais tarde, o nome difundiu-se em várias grafias: Hytler, Hietler, Huetler, Hütter, Hittler. E também o significado literal do sobrenome encontrou interpretações diferentes : guardião de cabanas, pastor, pequeno camponês. Segundo Konrad Heiden (Hitler, das Leben eines Dikatators, Europa Verlag, Zurique, 1936-37) “O raro e o pouco estranho sobrenome Hitler encontra-se mais frequentemente entre os judeus orientais do que entre os alemães, precisamente na Galícia, Bucovina, Romênia e Polônia”. Também Adolf Hitler é de origem israelita?

O pecado de vovó Shickgruber – o testemunho de Hans Frank

No início de 1938, Adolf Hitler ordena a Hans Frank, ministro do Reich, recolher toda a documentação referente à avó, Maria Anna Schiklgruber. Eis o resultado: “…a senhorita Schiklgruber, por volta do ano de 1830, trabalhava em Graz para uma família israelita chamada Frankenberger. Quando, em dado momento, a moço ficou grávida,  Frankenberger pai começou a pagar-lhe uma pensão para os alimentos, por conta do seu próprio filho que naquela época tinha 19 anos. A família Frankenberger e a avó de Hitler mantiveram durante anos uma correspondência da qual se deduz de que interessados sabiam, e tacitamente reconheciam, que o menino da empregada havia sido concebido em circunstâncias tais que obrigavam os Frankenberger a pagar aquela pensão…” (H. Frank, Im Angesicht des Galgens, Munique, 1953).

A Sepultura Devastada

Dois meses depois de Anschluss da Áustria, em maio de 1938, Hitler determina que a região de Waldviertel seja usado como campo de manobras do Exército. Três meses depois, algumas divisões militares cercam a aldeia abandonada de Döllersheim e a invadem subitamente com carros armados pesados:  todas as casas foram destruídas, e também o cemitério revolto e arado com determinado particular. Neste cemitério encontrava-se o túmulo do avó de Hitler.

Hitler na declaração da Grande Guerra

 

Adolf Hitler – A História – Parte I

 Como publicado no dia de ontem, hoje lembramos o nascimento do líder nazista Adolf Hitler, vamos realizar uma série de publicações sobre a vida do homem mais odiado do século XX. Queremos compor uma análise histórica do homem que reestruturou a Alemanha na década de 30, mas que também participou da sua destruição em 1945. Qual os antecedentes históricos da vida de Hitler? Quais os motivos de sua aspirações políticas e sociais? Essa é uma pequena tentativa de lança uma pequena luz sobre a escuridão dos seus atos a partir de 1939, e julgados no pós-guerra.

PRIMEIRA PARTE – A FAMÍLIA

Adolf Hitler nasceu em uma hospedaria de Braunau, na Áustria, às seis e meia da tarde de 20 de abril de 1889. Em Braunau, que se encontra exatamente na fronteira com a Bavária, seu pau Alois é aduaneiro: já passou dos cinquenta e o seu aspecto severo, com os longos cabelos longos e bigode grisalhos e os olhos indagadores, mais de trinta anos de serviços nos ombros. Todo ao contrário, a mãe, Klara Pölzl: 28 anos, esbelta, cabelos loiros e olhos claros, foi camponesa com os pais e, depois, empregada em Viena antes de se casar; agora é dona de casa com a mesma humildade e doçura. Klara e Alois não são de Braunau; ambos são originários do Waldviertel, um distrito compreendido entre o curso do rio Danúbio e a fronteira da Boêmia e Morávia, terra de origem dos Hitler. O Waldviertel é uma região pobre, predominantemente agrícola; os habitantes têm constumes atrasados, frequentemente portadores de problemas alcoólicos e pelos repetidos casamentos com os consanguíneos. Também Alois e Klara são primos em segundo grau, e para se casarem, no início de 1885, tiveram que obter a licença do bispo. Este, para Alois, é o terceiro casamento, depois de uma vida inquieta e também um pouco aventureiro. Na infância conheceu apenas a mãe, Maria Anna Schicklgruber, empregada doméstica, que o pos no mundo já com mais de quarenta anos; o pai é desconhecido. O homem que mais tarde se casou com sua mãe, Johan George Hiedler, abandono-os logo, para continuar com a vida de moleiro ambulante e bebedor incansável. Assim, Alois cresceu com seu tio, Johann Napomuk Hiedler, após ter perdido a mãe com 10 anos. Depois, com 39 anos completos, foi legalmente reconhecido como filho de Johann Georg Hiedler, o marido de sua mãe. Desde momento em diante Alois abandona o sobrenome da mãe e adota o de Hitler (de Hiedler), e se encontra também herdeiro do pequeno patrimônio do tio Johann Nepomuk. Alguns anos mais tarde, em 1883, apenas um mês depois da morte da esposa Anna Glasl-Hörer (com quem se casará em 1864), Alois volta a casar-se com a jovem e vistosa cozinheira Franziska Matzelberger, que já lhe dera um filho, Alois Jr., e logo dá à luz um segundo. Ângela. Mas também Franziska morre cedo, de tuberculose. O novo casamento, com Klara Pölzl, aconteceu seis meses depois. Ao contrário dos irmãozinhos Gustav e Ida, nascidos antes dele, mas faleceu em tenra idade, Adolf Hitler te uma infância bastante normal e tranquila, exceto talvez a agitação das várias mudanças que a família deve de fazer, seja por exigências do serviço do pai aduaneiro, seja depois por sua irrequietude de aposentado. De Braunau os Hitler, em Fischlham, em Lambach e em Leonding, pequenas cidades perto de Linz. Nesse interim, nasceu em 1894, um irmão, Edmund, e, dois anos mais tarde, Paula, a última irmã. Adolf inicia a escola em Fischlham, em 1895, depois frequenta por dois anos o convento beneditino de Lambach, onde se exibe entre os pequenos coristas; terminado o primário em Leonding, entra (1900) na escola secundária de Linz, a Realschule. É o primeiro passa da carreira que o pai quer lhe preparar, a de Oberoffizial, oficial de alfandega imperial austríaca.

Fonte:

LUCIANO, Alleotti, Hitler,  Modatori Editre,  Verona e Milão 1975

Último Dia da Promoção dos 500 Mil acessos!!

Hoje a partir das 22h00 estaremos divulgando o nomes dos sorteados na Promoção dos 500 mil acessos, na verdade estamos nos aproximando dos 550 mil acessos. Podem votar até as 21h00, segundo a votação do enquete abaixo:

19 de Abril de 2012: 364º Aniversário do Exército Brasileiro

19 de Abril de 2012: 364º Aniversário da Primeira Batalha dos Guararapes, considerada a origem do Exército Brasileiro e da nossa Nacionalidade.

 Nossas homenagens aos bravos heróis de Guararapes: Francisco Barreto de Meneses, comandante das tropas luso-brasileiras; João Fernandes Vieira; André Vidal de Negreiros; Felipe Camarão; Henrique Dias; Antônio Dias Cardoso e tantos outros soldados da nossa História, que lutaram e derramaram o seu sangue para a expulsão do invasor e formação de uma nova Pátria.

 No dia 23 de maio de 1645, no Engenho São João, 18 líderes insurretos firmaram este compromisso imortal:

 “Nós, abaixo assinados, nos conjuramos e prometemos, em serviço da liberdade, não faltar a todo tempo que for necessário, com toda ajuda de fazendas e de pessoas, contra qualquer inimigo, em restauração da nossa pátria; para o que nos obrigamos a manter todo o segredo que nisto convém, sob pena de quem o contrário fizer, será tido como rebelde e traidor e ficará sujeito ao que as leis em tal caso permitam“.
 Surgia, assim, pela primeira vez no Brasil, a palavra pátria, e a firme disposição de instaurá-la, a despeito mesmo de interferências contrárias de Portugal.
 Palavras do Marechal Mascarenhas ao depositar os louros da vitória da FEB nos Montes Guararapes:
“Nesta colina sagrada , na batalha vitoriosa contra o invasor , a força armada do Brasil se forjou e alicerçou para sempre a base da Nação Brasileira.
 Daqui ela partiu e chegou a Monte Castelo, Castelnuovo, Montese e Fornovo. Na qualidade de comandante da FEB deponho no Campo de Batalha de Guararapes os louros que os soldados de Caxias alcançaram contra tropas germânicas nos campos de batalha do Serchio, dos Apeninos e do Vale do Rio Pó.”
Texto enviado pelo Cel R1 de Eng Luís Osório Marinho Silva

123 Anos do Nascimento de Hitler: Uma Análise Histórica

No próximo dia 20 de abril, lembra-se o nascimento do homem que se consagrou como sendo a mais vil de todas as almas. Há 123 anos o mundo presenciou a chega daquele que, por alguns anos, foi ovacionado como o salvador germânico, um líder supremo que carregava consigo a esperança do ressurgimento de uma das maiores nações desse planeta. E que, pouco mais de uma década depois, estaria condenado como a personificação da maldade e representava tudo que há de pior na humanidade.

Gostaríamos de publicar uma visão mais histórica sobre Adolf Hitler, sem julgar seus atos que, diga-se de passagem, já estão condenados por milhões e milhões de julgadores. Mas queremos publicar, de forma rápida e concisa, a História desse austríaco que chegou ao poder e moldou o mundo como o conhecemos hoje. Isso mesmo, se Hitler não tivesse nascido, o que seria do mundo hoje, tal como o conhecemos? Com certeza milhões de vidas teriam sido poupadas, mas é isso? Sem a Segunda Guerra o que seria do mundo atual? Evidentemente o sofrimento do mundo já seria o bastante para evitar uma miserável guerra de 06 longos anos e que destruiu cidades, famílias e vidas preciosas.  Historicamente não podemos de forma alguma analisar o “SE”, mas podemos especular sobre suas consequências.

Hitler tem sua vida envolto sobre o manto da especulação, desde a sua descendência até a sua morte, há disseções entre os estudiosos e historiadores em todos os aspectos dos 56 anos de vida de Hitler. Por fim, queremos realizar uma análise crítica da vida desse cidadão que será lembrado para todo o sempre na história da humanidade.

A Revolução de 1964: Ponderações Historiográficas!

 Artigo enviado pelo Professor Historiador Alessandro Santos.

No dia 31 de Marco transcorreu-se a comemoração da Revolução de 1964. Nos dias que antecederam e também alguns dias após, recebi uma variedade enorme de textos, onde havia protestos, um embate desenfreado, de um lado, à esquerda atacando e por outro os militares aposentados ou ativos e simpatizantes procurando defender-se de acusações.

A História, não procura certo ou errado, não acusa fatos, não trabalha em cima de relatos infundados, “achismos”. A história realiza analises de vários pontos, se vale de documentos oficiais, utiliza-se de documentários orais e através de uma visão crítica, lógica e o mais próximo possível da verdade, não sofrendo interferências de interesses externos, traz a tona os acontecimentos. Cabe ao historiador mostrar os momentos históricos analisados e deixar ao leitor dentro de seu entendimento e compreensão, tirar suas conclusões.

É fato sabido, para aqueles que não são leigos no assunto, de que esse momento histórico ocorrido em 31 de Março, não foi um fato isolado. As Forças Armadas não tinham em seu planejamento a tomada do poder constituído. Foi sim, uma mobilização articulada pela sociedade, igreja católica e parte dos políticos. Houve também uma forte articulação por parte do governo norte-americano, pois pelo mundo surgiam movimentos contrários ao regime da democracia, que sejam movimentos como o comunismo e socialismo.

Em um período não muito distante o mundo havia vivenciado momentos de miséria, crueldade, destruição, verdadeiras catástrofes, representadas pela Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra mundial, período entre guerras, pós-guerra, esses prenúncios que começavam a surgir, de novos movimentos políticos deixavam as claras os perigos que passavam a rondar a estabilidade mundial. Excetuando algumas regiões e países no mundo, como por exemplo, a União Soviética, China, Coreia do Norte, Cuba, dentre outras, havia uma sintonia, entre os países que haviam optado pela democracia.

Porem as articulações que passaram a ser realizadas, no Brasil, colocaram a ordem em risco. Não que a ditadura fosse a melhor forma de imposição da ordem publica, ou ainda, fosse a melhor forma de se governar, mas devido aos desfechos que estavam ocorrendo seria ainda a melhor solução encontrada para trazer novamente a estabilidade social. Em todas as regiões do país estavam sendo articulados movimentos de esquerda, trazendo como carro chefe o comunismo. Não que esse seria o pior dos regimes a ser adotado, porem já havia sido implantado em varias outras partes do mundo e não havia dado certo, por que no cenário mundial daquele momento e na atualidade é inconcebível pensar todos vivendo dentro de uma igualdade, sem haver diferenças de classes sociais, pois vivemos em um mundo regido pelo capitalismo.

Mesmo nos países que ainda adotam o comunismo, socialismo ou qualquer outro regime que não uma democracia capitalista, acabam vivendo internamente seu regime de governo e externamente o capitalismo. Voltando a revolução de 1964, com os prelúdios da desestabilização social e a organização de um regime de esquerda, a sociedade e demais entidades apoiam a tomada do poder pelas Forças Armadas.

Logicamente que por se tratar de uma nação ainda prematura, pela falta de experiências políticas, pelos interesses contraditórios da esquerda, haveria embates. Para se organizar e trazer a estabilidade social, deveriam ser desarticulados grupos contrários, caso isso não ocorresse, ficava impossibilitado atingir tal objetivo.

Alguns excessos com certeza acabaram ocorrendo, pois o momento exigia o trato com energia, com rispidez, o que acabou canalizando para alguns erros. Porem, se realizarmos analises entre erros e acertos, os pontos positivos são muito maiores, basta realizar entrevistas com a sociedade que viveu esses momentos da nossa história. Reitero aqui minha nulidade de opinião, mas a própria sociedade tem uma visão muito positiva, pois é a grande massa social que sente as mudanças ocorridas dentro de um Estado.

Porem, nos textos que recebi em sua grande maioria, foi de provocação, de repudio, aos acontecimentos de 31 de marco de 1964, acusando os militares de torturadores, agredindo pessoas idosas que tanto contribuíram pela estabilização e progresso do país. Como já citei acima, excessos ocorreram, por parte das Forças Armadas, fato esse admitido por militares que vivenciaram aqueles momentos.

Mas cabe aqui uma profunda reflexão, se os regimes como comunismo fossem tão vantajosos, não teriam eles resistido?, Regimes como Nazismo, Fascismo e tantos outros “ismos” se fossem articulados pensando no bem social, não estariam eles regendo as sociedades pelo mundo todo na atualidade?. O movimento comunista que estava sendo articulado aqui no país, agiu de forma tão transparente que invadiam quartéis, matavam pessoas inocentes, provocavam atos de vandalismo e tantos outros aspectos que poderiam ser citados.

O que preocupa não são as manifestações, mas sim que as faz e como são feitas. Pois as criticas foram somente canalizadas como se os erros fossem cometidos apenas de um lado da história. Existe uma comissão, chamada comissão da verdade, onde esta sendo reivindicada a abertura documental desse período, no que se refere aos militares, o que seria muito interessante. Porém seria mais interessante ainda uma abertura documental e simpósios sobre as formas de atuação da esquerda comunista daquele momento.

Ou seja, uma revisão historiográfica, onde fossem debatidas as atuações de ambos os lados. Somente dessa forma teríamos protestos fundamentados, não como foram vistos em data recente, onde jovens sem conhecimento de causa, facilmente manipulados, pobres ignorantes, mentes canalizadas e dominadas, domesticados para praticar atos vergonhosos como aqueles presenciados no dia 29 de março na Cinelândia na cidade do Rio de Janeiro.

Incrivelmente lamentável é ver uma camada da nossa juventude que insulta verdadeiros heróis que foram os militares participantes da Segunda Guerra Mundial, outros que lutaram e deram suas vidas para reestabelecer e manter a ordem social e ordenar um desenvolvimento econômico nacional. Esses mesmos, donos dessas atitudes, são aqueles que juntamente com Pedro Bial denominam e intitulam os participantes de um programa de tão baixo padrão, como o Big Brother, de “heróis”.

Não quero me colocar como conservador, de direita ou esquerda, mas com esse tipo de inversão de valores fica claramente evidenciada uma involução, onde compromete-se toda uma sociedade. Pois em pouco tempo, são esses que estarão em salas de aula, conduzindo ensinamentos errôneos, descomprometidos, estarão representando a sociedade em funções políticas, na área jurídica, enfim, estarão infestando a sociedade com suas manifestações infundadas, sem mesmo saber o porque do suas reivindicações.

“Uma nação sem cultura se torna escrava da sua própria ignorância”.

Polícia do Exército em 1964

 

Bibliografia

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  • GASPARI, E. A Ditadura Escancarada – As ilusões armadas. São Paulo:Cia. das Letras, 2002.
  • GASPARI, E., A Ditadura Derrotada – O Sacerdote e o Feiticeiro, São Paulo:Cia. das Letras, 2003.
  • GASPARI, E., A Ditadura Encurralada – O Sacerdote e o Feiticeiro, São Paulo:Cia. das Letras, 2004.
  • GIORDANI, Marco Pólo, Brasil Sempre, Brasil Sempre, Editora Tchê!, 1986.
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  • IANNI, Octávio, O Colapso do Populismo do Brasil, Editora Civilização Brasileira.
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  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, Rompendo o Silêncio – OBAN DOI/CODI, Editerra Editorial, Brasília, 1987.

As Mais Belas Aeronaves no Teatro do Pacífico!

Uma Show de beleza aérea. Não podemos deixar de admirar as maravilhosas linhas das aeronave no Teatro de Operações do Pacífico. Simplesmente de tirar o fôlego:

Acidentes Durante a Guerra – A Morte Evitável!

Há um estudo que indica que cerca de 12% das baixas nas campanhas da Segunda Guerra aconteceram graças a acidentes no transcurso da guerra. Muitas vidas foram perdidas por acidentes com equipamentos individuais, fogo amigo, acidentes com os diversos equipamentos utilizados durante a guerra. Infelizmente tais acidentes não são raros em época de paz, portanto se imagina que a pressão exercida pela guerra torna as mortes acidentais algo até certo ponto aceitável. Há relatos de várias mortes de soldados no pós-guerra, ou seja, sobreviveram a guerra, mas não sobreviveram como tropas de ocupação.

Muitos Acidentes aconteceram por imprudência, imperícia ou negligência

Como é esse o caso.

 

A Série – Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra!

Dando continuidade as Fotos mais sem noção da guerra vamos ver que até Adolf pagou seus micos!

 

O Serviço de Intendência Decide uma Guerra!

A quem diga que uma guerra é vencida ou perdida pela capacidade de um exército em manter suas tropas abastecidas. Esse serviço, chamado de serviço de Intendência, é crucial para todo o contexto da guerra. Um exemplo bastante citado sobre a importância dessa atividade foi durante a invasão da União Soviética pela Alemanha, quando as linhas ofensivas da Wermarcht se perdiam na vastidão do território soviético, sendo que um dos fatores para a rendição do 6º Exército foi exatamente a falta de acesso as linhas de suprimentos.

Segue abaixo uma pequena visão das cozinhas de campanha durante a Segunda Guerra

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