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Curiosidades Reveladoras Sobre Hitler II


Hitler Julga a mãe

“A inteligência em uma mulher não é essencial. Minha mãe, por exemplo, não teria se saído muito bem entre as cultas senhoras do Reich. Mas ela deu um filho à Alemanha.”(Conversas secretas com Hitler, Richter, 1954)

Queria ser padre

Aos 7 anos Adolf Hitler quer tornar-se padre: não certamente um simples pároco, mas o “senhor abade”. Como conta em Mein Kampf. Muito frequentemente, em Lamback, tinha-se exaltada “diante da ostentação solene de todas aquelas esplêndidas, exteriores festas religiosas”. Mas esta convocação pela carreira eclesiástica não é senão uma “enfatuação temporária”, que logo deixará o lugar a “aspirações mais em conformidade” com seu temperamento.

Os problemas de saúde

O professor Johann Rechtenwald ex-diretor sanitário da Westfália, formulou, em bases médicas, uma hipótese bastante atraente: Adolf Hitler teria sofrido na mocidade uma encefalite epidêmica, que mais tarde lhe teria provocado uma grave forma de parkinsonismo, infecção no cérebro provocada por vírus (não a doença de Parkinson). Todos os sintomas apresentados em seguida pelo Führer provariam a hipótese: os tremores, a insônia, a fraqueza da vista, a palidez anormal da pele, os excessos de ira, a impotência sexual. O repentino insucesso de Hitler os estudos, a mudança tão radical de seu caráter teriam coincidido com o surgimento da doença. Em fevereiro de 1900, de fato, Edmund , o irmãozinho de Hitler, havia morrido em consequência de sarampo: Rechtenwald considera, no entanto, que Edmund tenha morrido de encefalite (que frequentemente acompanha o sarampo), depois de ter contagiado com sua doença o irmão mais velho.

Segundo Jean Amsler, as doenças sofridas por Hitler na adolescência teriam sido diferente. Primeiramente alguns distúrbios glandulares culminando com a síndrome de Basedow, isto é o engrossamento da tireoide; estas moléstias teriam sido depois agravadas pela tuberculose. Aos 16 anos Adolf já estava completamente desenvolvido: um esboço de um colega de escola de Linz mostrou-o de estatura alta, mas delgada, com um início bastante evidente de cifose, isto é, um desvio para frente da espinha dorsal. (Informações extraídas de Hitler de J. Amsler. Ed. Du Seuil, 1960).

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  1. Mauro Moriarty
    23/04/2012 às 1:30 AM

    As conclusões na historia
    Não há ninguém que tenha se interessado alguma vez pela história da segunda guerra mundial, que não tenha despertado interesse e feito suas especulações sobre o líder nazista, poucas personagens do Sec. XX despertam tanto interesse quanto o Ditador Alemão, poucos inspiraram tantos escritores que deram origem a livros que tentaram entender seu tempo e influencia póstuma, conhecer a historia e atuação de Hitler no seu tempo é matéria obrigatória para todos que desejam entender nosso próprio tempo.
    Nossa curiosidade parece não ter limites, assim como a complexidade da personalidade do Ditador, diversas abordagens foram utilizadas na tentativa de desvenda-lo, nem todas de cunho puramente histórico, tornaram-se abundantes as obras que versavam sobre genealogia através do estudo da origem de sua família, a psicológica tentou explicar seu comportamento, a psiquiátrica relaciona-lo com doenças mentais, a sociologia tentando estabelecer os tipos de relações existentes entre Hitler os indivíduos e os grupos que ele influenciava e por sua vez o influenciaram.

    Muitas são as facetas da personalidade do homem que se tentou explicar uma das mais cogitadas é sem duvida à origem do seu ódio aos judeus que o levou a cometer seus excessos sob a alegação de que eram culpados de tudo de ruim, acreditava mesmo Hitler que os judeus conspiraram para solapar a Alemanha de dentro para fora? Fazendo-a perder a grande guerra mundial? Ou isso não passou de pretexto para uma animosidade de cunho pessoal e violentíssima que teve origem num acontecimento obscuro cujo conhecimento levou consigo para o tumulo?

    Tudo é inconclusivo eu apostaria até que talvez o próprio Ditador não conhecesse as raízes do seu ódio irracional e fora de controle, apenas sabia que estava lá no seu consciente e subconsciente perseguindo-o e por sua vez obrigando-o a perseguir o motivo de seu ódio, a única forma com que aprendeu a lidar com ele em vida.

    O problema assemelha-se mais ao que os entendidos em filosofia falam sobre a matéria, e que pode ser aplicado com muita propriedade sobre o assunto II Guerra mundial, as especulações que levam a abordagem dos problemas inerentes aos conhecimentos relativos a historia da II guerra mundial são muito mais legítimos e validos, que quaisquer conclusões que chegamos a respeito deles, essas sim tornam-se suspeitas diante de tantas abordagens prós e contras igualmente relevantes e legítimas de uma questão relacionada ao assunto, portanto e sempre necessário mantermo-nos informados a respeito de novas abordagens afim de que possamos confirmar ou atualizar nossas conclusões.

    Por exemplo a liberação dos arquivos Russos, ainda longe de completa pode mudar muitos dos conceitos mantidos como verdades consolidadas e das quais aceitamos como base formal nas nossas argumentações a respeito do assunto, exemplo disso é a obra que tenho em mãos de Viktor Suvorov, “ O grande culpado. O plano de Stálin para iniciar a Segunda guerra mundial”. Que muda a abordagem tradicional de uma agressão de Hitler a URSS, por outra que apresenta uma guerra preventiva contra as intenções hostis soviética a Alemanha de Hitler, muitos sem duvida questionaram essa abordagem, mas o farão muito mais por questões politicas do que praticas, pois essa é apenas uma abordagem tão boa quanto qualquer outra e sua aceitação (Como qualquer outra) a bem da verdade depende muito mais do talento persuasivo do autor do que dos argumentos que a obra encerra.

    Portanto amigos é licito (E algumas vezes mesmo necessário) que o Chico no seu Blog volte a abordar alguns dos temas mais polêmicos periodicamente, afim de que tomando por base as informações anteriores e as que nos próprios coletamos possamos adquirir a capacidade de observarmos os dois lados da questão e posamos nos posicionarmos através de uma critica responsável, lembrem-se, no meu entender preocupem-se menos com as conclusões do que pela maneira como chegaram a elas, afinal uma pesquisa consciente e bem conduzida é sempre melhor que o comportamento maníaco obsessivo de ficar defendendo agressivamente conclusões que nunca poderão ser aceitas como definitivas, pois existem varias razões igualmente boas para todas as afirmações, pena que contradizem umas as outras.

    É o caminho da busca que nos conduz a verdade, que nos prepara, essa é sempre uma atitude revigorante, não o pressuposto arrogante que encontramos uma verdade, porque elas a exemplo dos homens envelhecem e morrem e acabam substituídas por novas que nascem todos os dias.

  1. 22/04/2012 às 6:48 AM

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