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Archive for 23/04/2012

Curiosidades Reveladoras Sobre Hitler III

Hitler era um informante da polícia?

 Segundo Jean Amsler (Hitler, ob. cit.) Hitler, já em Viena e depois em Munique e durante a guerra, foi informante da polícia. As provas seriam: sua necessidade de dinheiro e o fato de ter vivido praticamente sem trabalhar, depois do primeiro contato com a polícia; as poucas simpatias encontradas entre os colegas de trabalho quanto com os camaradas de guerra; o diminuto zelo por parte da polícia em localizá-lo no momento do serviço militar, e, mais tarde, a particular benevolência da junta médica ao exonera-lo do mesmo serviço; durante a guerra, o encargo de portar ordens, o não bem definitivo curso de aperfeiçoamento na retaguarda, a sucessiva condecoração sem motivação oficial, enfim a estranha licença de 20 dias, em Berlim, em setembro de 1918.

 Os bolsos cheios de caramelos

 “Hitler come doces como os homens normais fumam. Tem uma paixão infantil por balas e chocolates. Sempre tem um pacote no bolso. Um dia ouvi-o dizendo a Goebbels: “Isto me dá a energia para as minhas grandes tarefas”.” (p. Kohler, Diário da Camareira de Hitler, Donatello De Luigi, Roma).

Não era pintor de paredes: falsificava quadros

 Já quase todos os biógrafos concordam com o fato de que Hitler nunca foi pintor de paredes, como sustentaram os críticos do regime nos anos 30. “Trabalhava como aquarelista e pintor em geral”, escreve Hitler no Mein Kampf, e o amigo Hanisch confirma, com um detalhe: “Precisava dar o que fazer para juntar um pouco de dinheiro; assim Hitler me disse que havia um sistema: falsificar quadros. Pintava pequenas paisagens a óleo e depois colocava-as em um forno a fim de escurece-las, para fazê-las parecer obras antigas.” (R. Olden, Hitler the Pawn, Londres, 1936).

 A Guerra, que horror!

 “Com o passar dos meses e dos anos, a excitação romântica pela guerra foi substituída, pouco a pouco, pelo horror. A exaltação deixava lugar ao medo da morte, e houve para todos – para mim também – o momento em que o instinto de preservação contrastava com a noção de dever… Nesses meses me dei conta de quanto o destino possa ser pérfido: obrigando-me a permanecer ali na primeira linha, em um lugar onde a bala disparava por um negro anônimo podia matar-me de prestar à pátria serviços bem mais altos…” (Mein Kampf).

O soldado Adolf na lembrança dos camaradas

 Hans Mend, soldado do regimento List: “Era um tipo estranho. Ficava sentado num canto com a cabeça entre as mãos, em atitude de pura contemplação. Depois, de repente, punha-se de pé, e andava à nossa volta com passos furiosos, falando dos inimigos, invisíveis do povo que nos teriam privado da vitória, amaldiçoando marxistas e judeus. Outras vezes estava tão concentrado em seus pensamentos que ninguém conseguia abalá-lo.(R. Olden, ob. cit.). Fritz Wiedermann, capitão do List: “Era muito corajoso. Frequentemente era obrigado a travessar as linhas. Jamais recebia pacotes nem cartas, jamais se queixava. Uma vez me disse: o regimento é a minha casa, minha mãe.” Josef Hryc, sargento do List: “Quando Hitler subiu ao poder, em 1933, logo o reconheci pelas fotografias publicadas. Não poderia acreditar que o cabo-de-esquadra cruel e pávido tivesse se tornado Chanceler” (de “Express Wieczorny”, Varsóvia, fevereiro 1971) ”.

Segue abaixo uma pequena amostra dos resultados da Segunda Guerra:

Um das obras que mais retrata o siginificado da Guerra: Cansaço e saudade

O prosseguimento da “Ofensiva da Primavera”

Texto enviado pelo Pesquisador Rigoberto Souza.

A conquista da cidade de Montese selou com sangue a participação da Força Expedicionária Brasileira no Teatro de Operações da Itália, particularmente na Região dos Apeninos.

            De agora em diante iria começar a corrida para a calha do Vale do Pó e, para os primeiros degraus dos Alpes. Tudo transcorria para a derrota do Exército Alemão, restando apenas algumas esporádicas posições de resistência, que infelizmente ainda nos custaram mais de vinte mortos.

            Apesar  da cidadela de Montese estar em poder da FEB, ainda faltava a conquista da base do maciço triangular formado pela Cota 888 e Montello. Reconhecimentos feitos por patrulhas no fim da jornada do dia 19 de Abril de 1945, nos informavam que o inimigo retraíra em toda a frente, e apresentava resistência apenas na localidade de Zocca.

            Devido a isto, a Ordem Geral de Operações de 21 de Abril, deu como ideia de manobra, o seguinte:

            “Atacar a Região de Zocca – Il Monte e simultaneamente progredir no eixo Manzone – San Michelle – Montalbana e, em seguida investir na direção geral de Monte Orsello, fazendo face ao mesmo tempo, ao Rio Panaro”.

            A ação principal ficou a cargo do 6º R.I., ficando o 11º R.I. Com missão de cooperação. Montada a operação, a cidade de Zocca foi tomada sem resistência no dia 21 de Abril.

            Agora começava a corrida do inimigo que, durante meses lutava para não ceder as posições conquistadas e agora fugia desesperadamente para o Norte, tentando aumentar a distância em relação às tropas brasileiras, semeando indiscriminadamente minas e abundante destruição por onde passava. Comentários de pilotos da FEB dão conta que vista de cima, a Itália parecia que havia sido tomada de uma gigantesca ebulição de vulcão que arrasou todo o país.

            O avanço era tão rápido e, em tais proporções no espaço e tempo que os observadores aéreos não conseguiam distinguir se determinada tropa era ou não inimiga, parecia que a mola aliada que se comprimira por tanto tempo que agora ao se distender seguia em velocidade alucinante pela planície do Vale do Pó.

            Às 11:10 hs do dia 21 de Abril o Comandante do Exército baixou diretivas para comandante de Corpos e Divisões, determinando uma rigorosa perseguição e a utilização máximas dos meios de transporte disponíveis. Os carros de combate e caminhões da Artilharia deveriam transportar a Infantaria como carga extra e, as viaturas deviam ser carregadas até o limite de suas possibilidades.

            Quando aparecesse qualquer oportunidade de prosseguir ou esmagar o inimigo, os comandantes de Unidades deviam utilizar todos os meios ao seu alcance para lançar à luta o máximo de armas, pessoal e munições(General Crittenberg).

            Seria difícil enumerar as diferentes linhas atingidas pelas tropas brasileiras dada a diluição da frente e a rapidez da progressão.

            No dia 22 de Abril foi conquistada Gignhola sem nenhum tipo de resistência, o que na prática demonstrava que o fim da guerra estava próximo. Cercado em toda parte, as manobras do inimigo estavam tão reduzidas que já não havia para onde ir. Restava a rendição ou a morte nas posições onde estavam.

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