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Archive for 05/05/2012

As Motos e SideCars – O princípio da Mobilidade da Guerra

O início da Segunda Guerra apresentou um novo conceito de combate: A mobilidade da tropa. E nada expressa tão bem essa mobilidade quanto à utilização de motos e os sidecars alemães.  Enquanto a França importava milhares e milhares de cavalos de todas as partes do mundo durante o período conhecido como “Guerra de Mentira”, a Alemanha fabricava motos. A nova concepção configurou um avanço inestimável na guerra durante todo seu percurso e possibilitou a popularização de motos, principalmente nas décadas subsequentes a guerra.

Artigo: http://www.plastimodelismobrasil.com.br/?p=317

BMW R75 WHIT SIDECAR – o novo exército alemão fez uso das experiências coletadas na I Guerra Mundial para realizar sua reconstrução moderna baseada na motorização. Apesar das limitações do Tratado de Versailles comandantes introduziram veículos civis para o exército, criando assim uma “mentalidade motorizada”. Em 1940, um batalhão composto de 3 a 4 companhias cada um equipado com 52 motocicletas com sidecar e 4 motos (simples), foi integrado na infantaria motorizadas e na divisão blindada. Além disso, as motos estavam presentes em quase todas as unidades da Wehrmacht, especialmente com as unidades de reconhecimento e de comando, bem como as unidades pioneiras e de abastecimento. Produzida aproximadamente 16.500 unidades, a BMW R 75 juntamente com o Zündapp 750 formaram o núcleo das unidades motorizadas em todos os teatros de operações, especialmente na África e na Rússia. A motocicleta foi equipada comum uma metralhadora MG 34 montadas no carro do lado. Na estrada atingia uma velocidade máxima de 92 km / h.

Nosso Amigo Partiu.

Homenagem da poetiza Beanide Souza ao Historiador e Sargento do Exército Brasileiro Alessandro dos Santos Rosa falecido em 01/05/2011 na cidade de Recife e sepultado no Estado Paraná em 04/05.

O nosso amigo Santos partiu inesperadamente.
Sim, ele partiu de repente.
Deixando-nos a todos perplexo sem compreender, sem acreditar naquela amarga realidade.
Por que uma bactéria invasora penetrou furiosa em tua circulação levando-te à morte?
Foste arrebatado sem piedade para a eternidade
Quanta saudade dolorida machuca hoje os nossos corações
Saudade carregada de lembranças deste amigo querido, sempre sincero, simples e atencioso.
O teu sorriso sempre presente transmitindo-nos paz, deixará em nossos corações um sentimento de saudade e de tua imagem querida.
Repetindo o poeta dizendo querido amigo Santos:
 
          “Não morre quem nos outros vivem, não morre quem nos outros fica”
 
 
 

 

Alessandro dos Santos Rosa – Professor e Pesquisador da Força Expedicionária Brasileira

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