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Série: Fotos Sem Noção – Só Guerra Não! Festa e Alegria Também!


 No período mais amargurado da história da humanidade não podemos dizer que não houve espaço para deixar o fuzil e as bombas de lado e se divertir uma pouco. E os registros fotográficos mostram isso. Divirta-se um pouco com as fotos mais sem noção da guerra:

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  1. M moriarty
    01/09/2013 às 2:07 AM

    Acredito que a dificuldade que todos temos em aceitar esses homens como o que são de fato, ou seja apenas homens com necessidades bem humanas, decorre de certos ardis a que o contrato social imposto a eles os obriga, como por exemplo o uso de uniformes, o treinamento para matar, e o constante ódio que lhes é instilado contra um inimigo cujo rosto sequer conhecem verdadeiramente.

    A nos é possível observar todos os defeitos inerentes a homens que estão na difícil situação de conviver com uma guerra, no entanto é muito difícil concebermos empatia a eles,nos colocarmos de fato no lugar deles, porque ha poucos de nos é dado conhecer o ambiente inimaginável de uma guerra mundial,só aqueles veteranos, homens que escaparam com suas vidas mais não ilesos de um conflito dessa magnitude é que podem falar com propriedade de todos os horrores físicos e psicológicos que enfrentaram, mas justamente são esses os homens que mais fogem dessas lembranças, porque o ato de lembrar é reviver as experiencias insuportáveis já vividas e tudo o que gostariam era se possível de esquecer.

    Um exemplo dessa impossibilidade de empatia caro amigo Chico eu tive quando passei um vídeo sobre heróis de guerra e estava com um amigo, e ele comentou “Eu não sei como alguém que teve a coragem de passar por tudo o que ele passou pessoalmente, chora diante das câmeras só por relembrar o passado” De fato caro Chico é muito difícil nos colocarmos no lugar do outro, eu diria que deve ser mesmo impossível.

    O pior disso é que ao meu ver sem empatia com o outro torna-se mais difícil apreendermos a lição do passado, e de todos os tempos, a de que sentimos a necessidade humana de permanecermos humanos nas mais desumanas situações que a vida nos apresenta, a de ter esperança mesmo mergulhados dentro do mais profundo desespero, a de seguir em frente mesmo que seja para uma morte inevitável no anonimato de um campo de batalha, longe de nossos ente queridos e muitas vezes dos reconhecimentos de nossos atos estoicos em nome do dever duvidoso de um conflito do qual não foi ele o responsável.

    Podemos dizer com propriedade “Que permanecer humanos é preciso, viver não” Essa lição nos foi ensinada no passado e ao meu ver sobreviverá caminhando lado a lado com nossa humanidade enquanto a ela for permitido subsistir em qualquer tempo futuro.

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