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Archive for maio \30\UTC 2014

Fugindo do Assunto…Uma Excelente (e Divertida) Critica para Todos Nós!

 Pensemos no melhor estilo brasileiro. Todos nós podemos apontar que uma das principais características do nosso povo é conseguir fazer piada e rir de nossas próprias deficiências e desvirtudes.

O Porta dos Fundos é um grupo independentes de humor que consegue trazer a tona um humor tão realista e engraçado que as vezes incomoda a determinados segmentos. Sou fã do grupo liderado por Fabio Porchat, exatamente pela coragem de praticar um humor sem os pudores muitas vezes intransigentes, que torna muitos programas da própria Rede Globo, por exemplo, um enlatado de histórico já reconhecido.

 Em especial, no vídeo FOFOCA publicado esta semana, com Clarice Falcão (maravilhosa, por sinal) e os excelentes Rafael Infante e Antônio Tabet com o roteiro do Fábio Porchat  que, na minha opinião, joga na cara uma ideologia jornalística asquerosa, muito embora de consumidores vorazes.O vídeo, uma critica inteligente a mídia e ao povo que consume essa porcaria de jornalismo, se é que isso é jornalismo, deixa de lado os assuntos de interesse real do povo para direcionar para a fútil informação.

 No sentido geral, toda os instrumentos que podem ser usado para acordar esse povo para assuntos relevantes da sociedade devem ser usado indiscriminadamente contra uma rede de alienação bem estrutura e implantada, infelizmente, fortemente na cultura brasileira.

 

PARABÉNS PORTA DOS FUNDOS (#portadosfundos)

 

 

 

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Fotos Coloridas da Segunda Guerra – Impressionante!

A Segunda Guerra Mundial deixou um acervo fotográfico vasto e ainda não totalmente esgotado. A grande maioria dos registros fotográficos, claro, em preto e branco, apesar da qualidade e do charme característicos, deixam a desejar quando é representar a realidade dos cenários. Principalmente para uma geração acostumada com os megapixels nas alturas.

Para minimizar essas faltas tecnológicas, alguns técnicos tem se desdobrado para aplicar cores digitalmente às imagens ao acervo da Segunda Guerra. Alguns, é verdade, não tem obtido êxito, pois muitas fotos perdem a naturalidade, contudo outros têm impressionado pela qualidade e pela realidade dos cenários. Vale a pena conferir.

Piloto Russo abatido em 1942

Essa é uma das Histórias que mais impressionam na Segunda Guerra Mundial

Francisco Miranda - BLOG

Pessoal,
A história foi divulgada na internet e posto aqui, contudo não foi possível validar as informações, mas existem vários casos idênticos durante todo o percurso da guerra:

A história do piloto russo Michail Gavrilov, desaparecido em 1942, encontrado intacto num pântano russo 68 anos depois


Michail Gavrilov

Abril 1942 o Tte. Michail Gavrilov já era um piloto experiente. Participara de várias missões com seu IL-2, e abatido várias aeronaves alemãs. Condecorado por bravura, tinha 26 anos de idade, casado, 1 filho.

Foto de Família

Os Ilyushin IL-2 Sturmovik e seus pilotos  tiveram participação decisiva na Segunda Guerra, para conter os avanços alemães. Durante a Guerra foram fabricados mais de 36.000 IL-2. Sua cabine não era blindada, o que ressaltava a coragem e heroísmo de seus ocupantes.

Ilyushin IL-2 Sturmovik, orgulho da aviação russa da Segunda Guerra

30 de Abril de 1942 foi um dia comum no front soviético, novamente…

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Medalha…Medalha…Objeto de Reconhecimento do Soldado…Quase sempre!

Desde o princípio da civilização, quando o homem iniciou seus conflitos tribais até os grandes eventos militares, todos os povos sentiam a necessidade de condecorar seus soldados e seus comandantes pelas conquistas militares. Muito mais do que os despojos de guerra, as medalhas projetavam a bravura e as conquistas dos soldados, consequentemente respeito e status social.

Após o fim da Grande Guerra, a pobreza abateu sobre a República de Weimar, os bravos soldados alemães que lutaram durante anos e receberam altas condecorações militares, muitos mutilados de guerra, colocavam seus uniformes, com suas medalhas e se sentavam nas calçadas das principais cidades germânicas para pedir esmolas. Suas condecorações eram os instrumentos para sensibilizar as pessoas e lhe dar sustento. O próprio Hitler sustentava a mais famosa condecoração militar da Alemanha, a Cruz de Ferro. O Cabo Hitler recebeu a medalha quando levava mensagens de seu regimento. Até o fim da sua vida, Adolf ostentou sua Cruz de Ferro com orgulho.

Durante a Segunda Guerra Mundial as condecorações foram um elemento primordial na dura defesa do território soviético. Muitas condecorações militares foram criadas e oferecidas a homens e mulheres que lutaram em todas as frentes soviéticas contra o invasor alemão. Ao final da guerra e nos anos subsequentes, todos ostentavam suas medalhas e condecorações orgulhosamente.

A participação do Brasil no teatro de operações da Itália produziu vários heróis. Todos devidamente condecorados com medalhas de mérito de bravura individual, como é o caso do Tenente Apollo Rezk, o militar mais condecorado na campanha italiana. Todos que participaram da Força Expedicionária Brasileira foram agraciados com a Medalha de Campanha. Aos feridos, Sangue do Brasil.

Infelizmente, hoje as condecorações militares são mais objetos do ego humano do que o reconhecimento por serviços prestados. Muitas medalhas distribuídas de forma indiscriminada e por conveniência política, tornaram-se apenas condecorações do narcisismo de pessoas conhecidas como Muttley, personagem do desenho Corrida Maluca, que repetia insistentemente Medalha…Medalha…, depois de qualquer ação.

SALVE A RAINHA DAS ARMAS

 A Arma de Sampaio está de parabéns! Apenas aqueles que estiveram sob a formação e a doutrina da Infantaria sabe o valor e a abnegação de ser um INFANTE.

 ABAIXO POEMA DA INFANTARIA:

Reflexões sobre o Dia da Vitória – 1945/2014

Quem são os soldados que lutaram na Força Expedicionária Brasileira? Quem são os pracinhas? Se é que alguém sabe o que é um pracinha? Uma geração se ergue no nosso país sem qualquer conhecimento sobre o sacrifício de outras gerações na preservação do mundo como o conhecemos hoje. Sangue brasileiro foi derramado em um passado nem tão distante assim, e quem sabe o que eles fizeram? Desde o fim da guerra não houve qualquer preocupação com os brasileiros que lutaram envergando o Pavilhão Nacional em seu ombro. Preocupação histórica. Quem são esses brasileiros? Quem sabe? A Constituição de 1988 amparou-os, pois antes tarde do que nunca, mas o reconhecimento histórico talvez seja mais importante do que a política de amparo social, portanto quem são os Veteranos da Força Expedicionária Brasileira?  São vivos? Muito não estão entre nós; muitos morreram sem saber que seu país se importava com eles. Muitos deixaram nos campos de Batalha sua juventude e voltaram para o convívio social com o corpo ferido ou com alma ferida, pois a guerra faz isso. Perderam grande parte de sua juventude lutando contra um inimigo não deles, mas de seu país. Lutaram pelo seu país! Quem são os veteranos da FEB? O que eles fizeram? Onde eles estão?

Educadores, pais, cidadãos do Brasil todos são responsáveis pela injustiça acometido aos quase 500 brasileiros que perderam suas vidas e pela amnésia do sacrifício dos mais de vinte e cinco mil paulistas, paranaenses, fluminenses, pernambucanos, mineiros, paraibanos, paraenses, gaúchos, catarinenses e tantos outros estados que cederam seus filhos para lutarem nos campos de batalha da Itália.

Brasileiros, comunistas, pensadores, professores, formadores de opinião e todos os responsáveis por ensinar e aculturar os nossos filhos, esqueçam a ideologia quando explicarem aos mais jovens os motivos das ações do Brasil no contexto político e governamental e seu envolvimento no conflito; esqueçam sua formação política! Apenas expliquem que conterrâneos de seu Estado, mesmo com recursos opacos formaram uma Força Expedicionária de brasileiros, natos, com média de idade abaixo dos vinte anos, lutaram bravamente e cumpriram seu dever com seu país.

Quando perguntarem “Quem são esses pracinhas?” Respondam simplesmente que foram brasileiros que praticaram o que é entoado no Hino Nacional: “Verás que um Filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte…”. Poucos nesse país podem bater no peito e gritar empiricamente, em alta voz, que exerceram de fato essa afirmação.  Eles são soldados brasileiros, soldados do Exército Brasileiro, que em um passado nem tão distante assim, atravessam o oceano para lutarem e morrerem pelo seu país.

No final das contas, a profética frase do Presidente Siqueira Campos foi exercida até o seu último verbo: “À Pátria tudo se deve dar, sem nada exigir em trocanem mesmo compreensão“. Muitos não entendem isso, pois são movidos por uma ideologia cega e se esquecem do amor por sua terra…Por sua Pátria….A Pátria Amada, Brasil!

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