Archive

Archive for the ‘Curiosidades’ Category

Fotos Coloridas da Segunda Guerra – Impressionante!

A Segunda Guerra Mundial deixou um acervo fotográfico vasto e ainda não totalmente esgotado. A grande maioria dos registros fotográficos, claro, em preto e branco, apesar da qualidade e do charme característicos, deixam a desejar quando é representar a realidade dos cenários. Principalmente para uma geração acostumada com os megapixels nas alturas.

Para minimizar essas faltas tecnológicas, alguns técnicos tem se desdobrado para aplicar cores digitalmente às imagens ao acervo da Segunda Guerra. Alguns, é verdade, não tem obtido êxito, pois muitas fotos perdem a naturalidade, contudo outros têm impressionado pela qualidade e pela realidade dos cenários. Vale a pena conferir.

Irmãos Separados pela Guerra

Alguns casos de guerra impressionam pela particularidade e circunstâncias. Evidentemente a guerra por si só já separa e destrói famílias, mas em alguns casos isso acontece com soldados em combate, irmãos que se perdem em se dividem para lutarem em exércitos e países diferentes. E uma dessas incríveis histórias ocorreu na Força Expedicionária Brasileira, conforme a reportagem abaixo:

Contingência de Guerra? Ou Desumanização Pura e Simples?

 Uma guerra, sempre será uma guerra! As vezes ela existe, mas não é declarada. Seja de qualquer forma produz frutos terríveis. Atualmente a guerra moderna muitas vezes não são exércitos contra exércitos, mas na Segunda Guerra Mundial ficava claro, praticamente em todos os casos, quem era o inimigo e quem era apenas um inocente; quem era beligerante e quem neutro. No âmbito humano, a primeira característica de uma guerra é exatamente a desumanização dos combatentes, é o que muitos chamam de “perder a alma”, é quando a morte é algo corriqueiro e sem valor, que faz parte da guerra! É o que dizem!

Infelizmente mais de 70 anos depois da Segunda Guerra Mundial ainda é uma máxima no contexto militar, contudo a observância da proteção civis inocente também consta no código de conduta de qualquer exército. Mas, infelizmente nem todos respeitam ou respeitaram. Ainda precisamos evoluir, e muito!

Warsaw, 14 de setembro de 1939

Uma sequencia de fotos tirada por Julien Bryen, fotográfo, cinegrafista e documentarista americano.

Ele relata o seguinte:

“Sete mulheres estavam plantando batatas em um campo. Não havia comida em sua região, e elas estavam desesperadas por comida. De repente dois aviões alemães apareceram do nada e lançaram duas bombas aos duzentos metros de distância, em uma pequena casa. Duas mulheres na casa foram mortas. As agricultoras de batatas se jogaram no chã, não esperança de passarem despercebidas. Depois do bombardeio as mulheres retornaram ao trabalho. Elas precisavam de comida. Mas os pilotos nazistas não estavam satisfeitos com o trabalho. Em alguns minutos eles estavam voltando e mergulhando novamente para um novo ataque, desta vez limpando o campo com rajadas de metralhadora. Duas das sete mulheres que estavam no campo foram mortas. As outras cinco escaparam por pouco.

Enquanto eu fotografava os corpos, um pequena garota, aproximadamente dez anos, corria transtornada em direção ao corpo de sua irmã mais velha. A criança nunca tinha visto a morte e não entendia porque sua irmã não respondia a ela…

A criança nos olhava desnorteada. E joguei meus braços sobre ela e segurei-a firme, tentando confortá-la. Ela chorava. Eu confortava-a com dois oficiais poloneses que me acompanhavam.”

A Incrível Invasão de Los Angeles Durante a Segunda Guerra Mundial

Esta matéria referir-se a uma histórica batalha travada em Los Angeles durante a 2ª Guerra Mundial e que teve seis mortos — três por estilhaços e três por ataque cardíaco. A razão para tal classificação é sua estranheza; afinal, nenhum dos inimigos foi visto pessoal ou fisicamente e nem foi atingido. Hoje, passados exatos 70 anos, emerge a face cômica ou paranóica do episódio. O episódio: a Batalha de Los Angeles foi um incidente ocorrido na noite de 24 para 25 de fevereiro de 1942 quando forças militares dos Estados Unidos abriram fogo contra objetos voadores. Não se sabia o que eram. Os EUA estavam em guerra, temerosos de um ataque japonês à costa oeste e a paranoia grassava.

E era compreensível. O ataque de surpresa à base naval de Pearl Harbor, no Havaí, ocorrera há menos de três meses, em 7 de dezembro de 1941, e os norte-americanos estavam em alerta, aguardando um novo ataque.

Mas não havia somente o receio de um ataque japonês pela costa do Pacífico. A população tinha também extremo temor de extraterrestres. Fazia menos de quatro anos que o cineasta e ator Orson Welles transmitira na rádio da CBS — em outubro de 1938 — uma adaptação de A Guerra dos Mundos, obra de ficção científica de H.G. Wells, escrita em 1898. Welles colocou ruídos estranhos seguidos de sua voz, empostada e calculadamente amedrontadas, narrando uma invasão de Marte a nosso planeta. Eles, os marcianos, estariam em batalha com a polícia em Grovers Hill, local próximo a Nova Iorque. Welles anunciou um número incerto de mortes. Em Nova York, quartéis dos bombeiros, postos policiais, hospitais e redações de jornais foram invadidos por multidões. As pessoas estavam apavoradas. O rádio exercia grande influência na população e todos acreditaram na invasão por visitantes hostis, talvez verdes. Várias pessoas se jogaram de janelas, mas também foram explorados outros gêneros de suicídios. Outras, simplesmente saíram histéricas pelas ruas. Para piorar, Welles pôs no ar uma declaração fictícia do secretário do Interior sugerindo que as pessoas deveriam sacrificar suas próprias existências a fim de fazer prevalecer a vida humana na Terra. Passados alguns minutos, Welles retornou anunciando que os monstros estavam próximos de Nova York.

Menos de quatro anos depois, em Los Angeles, o rádio nem precisou divulgar o fato. Bastaram algumas luzes no céu e 100.000 pessoas foram às ruas e 1400 mísseis antiaéreos do exército americano foram disparados. Nada foi atingido.

A Batalha

Quem não estava na rua foi acordado pelas sirenes e disparos. Toda a força bélica e os milhares de soldados envolvidos foram inúteis, tudo o que caiu do céu foi aquilo que foi lançado aos ares pela defesa norte-americana. Além dos três mortos, vários automóveis e residências foram danificadas por estilhaços. As autoridades militares não sabiam o que informar à população. As declarações eram bem mais conflitantes do que as da dupla Welles-Wells. Dias depois, não havia mais estimativas confiáveis sobre o número de objetos vistos no céu. Algumas pessoas diziam que era um único objeto que voava a 300 Km por hora. Outros afirmaram que eram vários objetos luminosos. Houve quem afirmasse ter visto esquadrilhas com objetos de tamanhos variados. Tornou-se impossível separar os relatos verídicos das afirmações embaladas pela histeria daqueles dias. Então os militares passaram a negar o ocorrido. Impossível. Sob a a expectativa geral, o então secretário da Marinha, Frank Knox, convocou uma coletiva de imprensa onde afirmou que tudo fora causado por um alarme falso, certamente fruto da tensão da guerra, contudo no editorial do Long Beach Independent, estampava-se a desconfiança: “Existe uma misteriosa reticência envolvendo o assunto e parece haver alguma censura que está tentando impedir as discussões sobre o fato”. Então, após inúmeras contradições, os militares afirmaram que se tratava de uma exótica operação japonesa, realizada através de aviões que tinham como base um submarino capaz de transportar um (1) caça (imagem abaixo), e que tinham o objetivo de causar medo e atingir o moral dos EUA durante a guerra. Impossível encerrar a questão deste modo. Foi criada uma ficção de apoio: houvera também um ataque de um submarino em 23 de fevereiro a instalações de armazenamento de óleo nas proximidades de Santa Bárbara (litoral da Califórnia), o que comprovaria a presença japonesa. Mas também isto logo foi negado. Nada justificaria uma ação desta natureza, em território inimigo, sem qualquer tipo de auxílio próximo — o mar de Los Angeles estava lotado de navios americanos — e sem que existisse qualquer “benefício” imediato. Pensou-se também em balões japoneses que trariam cargas explosivas. Só que um balão seria facilmente atingido e nada caiu, nem foi destruído. Onde estavam os destroços?

A “explicação”

Hoje, os ufólogos tomaram o caso para si. Se não foram aviões nem balões, certamente foi um foo fighter. Tal termo era utilizado por aviadores durante a Segunda Guerra Mundial para descrever fenômenos aéreos misteriosos, considerados OVNIs por eles. O(s) galhofeiro(s) objeto(s) que se desv(iou)(aram) da artilharia norte-americana, negando-se a cair, teria(m) criado “as políticas de acobertamento” de OVNIs, das quais os ufólogos tanto se ressentem.

O psiquiatra e psicanalista Cláudio Costa interpreta o fato do ponto de vista comportamental: “A Batalha de Los Angeles é interessantíssima por envolver três mecanismos distintos. Em primeiro lugar, houve o efeito do medo sobre o comportamento da massa — Pearl Harbor tinha acontecido há menos de três meses. A massa obedece as leis do inconsciente, age por impulso, sem lógica ou cronologia, por impulso, sem racionalidade, sem pensar nas consequências e inteiramente contaminada por emoções. A surpresa é que o próprio Exército agiu da mesma forma. Sabe-se que o medo se expressa pela fuga ou pela luta. O povo poderia optar pela fuga descontrolada, mas um exército tinha que lutar, ainda mais que estava fortemente armado. O segundo mecanismo foi a denegação do fato, ou seja, eles não apenas queriam negar que bombardearam um inimigo provavelmente inexistente, mas apagar o acontecido e, principalmente, o que tinham visto. Tentavam fazer valer a lei do ‘não há documento, não houve o fato’, apesar do que todos tinham vivenciado e fotografado. E o terceiro é a criação do mito dos discos voadores, que é a tentativa de explicar algo inexplicável”.

Publicado no site: miltonribeiro.sul21.com.br

Além da Galeria com os registros da época, vamos publicar as aeronaves que foram lutar no Teatro de Operações do Pacífico.

Panzerabwehr – Arma Anti-Tanque, Simples e Eficiente.

Com o avanço dos Vermelhos sobre as tropas alemães e Wermarcht passou a adotar uma eficiente arma contra os terríveis blindados dos soviéticos. O Panzerabwehr, um tipo de bazuca alemã, passou a ser armamento obrigatório para sua infantaria e permaneceu assim até a queda final de Berlim em maio de 1945. Seu funcionamento ridiculamente simples permitia a utilização de qualquer um, inclusive sendo utilizado por crianças durante a Batalha pela capital alemã.

Por Falar em Copa do Mundo…

O Brasil vive o clima da Copa do Mundo com o início dos jogos da Copa das Confederações. Mas não podemos deixar de perceber as manifestações contrárias aos gastos para sediar o mundial. Portanto, lembremos que competições dessa magnitude foram utilizadas como propaganda para os regimes de seus respectivos países. Basta lembrar a Copa do Mundo de 1934, realizada da Itália e as Olimpíadas da Alemanha em 1936. Duas competições que foram utilizadas como vitrine para seus regimes políticos.

Especificamente sobre a Copa do Mundo de 1934, Benedito Mussoline aproveitou a oportunidade e fez de tudo para consagrar a Itália campeã do torneio mundial. Juízes tiveram audiência com o ditador antes dos jogos e os adversários da Itália tiveram penaltys não marcados, gols anulados e expulsões. Inclusive alguns árbitros foram expulsos dos seus países, como é o caso do belga Louis Baert e do suíço René Mercet.

O Brasil apanhou da Espanha por 3×1 e voltou para casa. Enquanto que a final ficou por conta da e Tchecoslováquia, disputada no Estádio Nacional do PNF (Partido Nacional Fascista), assistida por 50 mil italianos e o velho ditador Mussoline.

 E para quem gosta de Futebol e História, segue o link do excelente BLOG do meu amigo Roberto:

http://robertoblogdo.blogspot.com.br/

Os Tanques Mais Bizarros da História

Segue a relação dos tanques militares mais bizarros da história das guerras. Chega a ser hilário ver a imaginação humana para fins bélicos.

Clique em cada imagem para ver os detalhes de cada projeto:

Fonte: http://www.oobject.com/category/12-strange-tanks-and-armored-vehicles/

%d blogueiros gostam disto: