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Archive for the ‘Mais Assuntos’ Category

Porta Aviões USS WASP – Uma História de Guerra

A Carta de Despedida do Comandante para seu único filho.

Na tarde de 15 de setembro, o Wasp estava no Mar de Coral, escoltando um comboio de fuzileiros navais dos Estados Unidos com destino a Guadalcanal, nas Ilhas Salomão, quando foi atingido por torpedos disparados a curta distância por um submarino japonês. Explosões imediatamente abalaram o navio. Muitos homens foram mortos instantaneamente. Os depósitos de combustível do navio detonaram como bombas. O convés do hangar, onde a maioria dos aviões estava armazenados, logo ficou totalmente em chamas. Ao mesmo tempo, a água correu para as brechas no casco do navio e o Wasp balançou 15 graus para estibordo, como um lutador de boxe amarrado no joelho depois de um tiro no corpo.

 

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Comando Militar do Nordeste (CMNE): 72 Anos de História

Os Comandos Militares são as divisões das Forças Militares sob um único comando regional. Uma das principais heranças dos desdobramentos da Segunda Guerra Mundial foi a reestruturação administrativa e operacional do Exército Brasileiro. A Força Terrestre então passou a ser estruturalmente constituída a partir dos Comandos Militares do Norte, Centro, Oeste e Sul, sendo que o Norte estava sob a responsabilidade do então IV Exército, criado pelo Decreto nº 9.510, de 24 de julho de 1946. Ocupando o prédio centenário do atual Hospital Militar de Área (HMAR). Permaneceu até 1985, quando foi transferido para o Complexo Militar do Curado, e passou a ser denominado Comando Militar do Nordeste (CMNE), atual designação.

O Comando Militar do Nordeste completa 72 anos de História como participante ativo dos eventos da nossa nação. Desde sua criação até hoje não tem sido omisso quando acionado.

Parabéns CMNE.

 

Algumas curiosidades sobre este Grande Comando:

– Antes de sua reformulação em 1985, o IV Exército era responsável por todas as operações militares no Norte do Brasil, inclusive a Amazônia. Após 1985, sua área operacional se restringiu ao Nordeste, sendo que a defesa do norte do País sob a responsabilidade do Comando Militar da Amazônia.

– Grandes militares estiveram à frente do IV Exército e, posteriormente, CMNE. Dentre eles destacam-se:

General Bina Machado: participou da Campanha da Força Expedicionária Brasileira na Itália e lutou bravamente na vitoriosa Tomada de Monte Castelo. Comandou o IV Exército em 05 de janeiro a 10 setembro de 1971.

General Costa e Silva: Comandou o IV Exército entre 17 de agosto de 1961 a 28 de setembro de 1962, posteriormente foi o 27º Presidente do Brasil entre os anos de 1967 a 1969.

General Olympio Mourão Filho: Foi integrante da Força Expedicionária Brasileira, comandou o IV Exército entre os meses de agosto a setembro de 1964, sendo um dos principais personagens da eclosão dos eventos de maio de 1964.

General Castello Branco: 26º Presidente do Brasil entre os anos 1964 a 1967, era o Oficial de Operações durante a Companha da FEB na Itália, comandou o IV Exército entre os anos de 1962 e 63.

 

Desvendando Adolf Hitler II: A Infância!

“Jamais senti por Dolfie aquele carinho que existe de costume entre irmão e irmã. Ele era tão distante, como se não fizesse parte de nossa vida…Era eu que sempre devia me ocupar dele, era para ele babá e empregada; devia satisfazer cada um de seus pedidos, mas não obstante isto, ele nunca pôde me suportar,… Lembro-me que, para fazer com que ele se levantasse de manhã, mamãe só tinha de me dizer: “Vá dar-lhe um beijo”: logo pulava da cama, não podendo suportar a ideia de ser beijado por uma mulher.” (Entrevista realizada com Paula Hitler, irmã mais nova de Adolf Hitler em 1958, dois anos antes de sua morte).

                Quando a família chegou a cidade de Liz em novembro de 1898, graças a mais uma transferência de Alois Hitler, Adolf tinha apenas 9 anos de idade. Ele consideraria Liz, a cidade mais “alemã” do Império Austríaco, como sua cidade natal. Ali, passaria o que chamou de “os anos mais felizes de sua existência”. Chegou para cursar o terceiro ano da escola primária. Logo estava com amigos e brincava alegremente nos campos ao redor da cidade. Nesse período teve os primeiros encontros com algumas literaturas que marcariam sua vida, curiosamente, uma delas era as aventuras de Karl May, contos do Velho Oeste americano, que ele iria nutrir um fascínio até o final da vida. Segundo Ian Kershaw:

“A maioria dos jovens deixaria para trás as aventuras de Karl May e as fantasias infantis depois que cresciam. Para Adolf, no entanto, o fascínio por esse autor nunca se apagou. No comando do país, ainda lia as histórias de May e as recomendava aos seus generais, aos quais acusava de falta de imaginação” (Kershaw, 2001).

                Até aquele momento, o próprio Adolf declarava aquele período escolar como ridiculamente fáceis, permitindo-lhe tempo livre. Contudo, nem tudo eram flores, pois o seu irmão, Alois Jr., deixara a casa da família para tentar a vida longe da rigidez paterna, e Adolf passou a ser o alvo das atenções do pai para continuidade da família. Alois Hitler achava que Adolf deveria se preparar para uma promissora vida no serviço público austríaco. Já Adolf não suportava a ideia de passar a vida atrás de uma mesa. Ele mesmo declara:

“Não tinha ainda 11 anos quando pela primeira vez em minha vida me rebelei… Não queria tornar-me um empregado…Não não! Tinha comigo conversas sem fim, cheias de entusiasmo e elogios para com esta profissão, mostravam-me como exemplo a carreira de meu pai; mas todas as tentativas tinham exatamente o efeito contrário…Um dia, de repente, percebi claramente qual era minha verdadeira aspiração: ser pintor. Artista!” (Hitler, 1926)

                Em 17 de novembro de 1900, Adolf inicia seus estudos na Realschule, uma escola técnica. Essa mudança foi a primeira grande dificuldade na vida do futuro líder alemão. Para frequentar a escola, tinha que enfrentar uma hora de viagem de Liz para Lambach. Não foi um período de sucessos, seu rendimento escolar variava entre medíocre para péssimo. Alguns comentários dos professores do jovem Hitler era que tratava-se de um garoto introspectivo e de poucos amigos. Seus professores deixaram algumas impressões ainda no período entre guerra, como por exemplo, o Professor Karl Mittelmaier, da Escola de Lambach: “Era um rapaz distraído, mas sensato. Trazia frequentemente um espelho, que usava para brincar com o sol”. Professor Eduard Hümer, professor de francês em Linz: “Era sem dúvida dotado, mesmo se só em algumas matérias. Mas não sabia controlar-se: o mínimo que dele se dizia é que era briguento, teimoso, presunçoso, sempre mal-humorado, incapaz de submeter-se a qualquer tipo de disciplina”.

Curiosidade – O primeiro amor

                Hitler nutriu na infância, segundo seu amigo August Kubzek, simpatia e grande amor juvenil por uma moça de família chamada Stephanie, com dois anos a mais que o jovem Hitler, muito provavelmente notou seus olhares furtivos. Para ela, Hitler escreveu várias poesias, nunca vistas pela moça, apenas pelo amigo Kubizek. Stephanie apareceria em seus poemas vestida de azul, montada em um cavalo branco em meio a campos cheios de flores.

                Nesse momento da história pessoal de Adolf Hitler observa-se uma virada, um garoto feliz e com bom relacionamento em Liz, passou a ser apático, distante e problemático nos anos seguintes.

                Na fria manhã de 03 de janeiro de 1903, Alois Hitler morria de causas naturais em sua casa. Foi o início de uma nova jornada. Nada mais poderia segurar Adolf nas exigências sobre seu futuro. Ele agora seria o senhor do seu futuro e, por consequência, determinaria também o futuro de outros milhões.

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Uma pequena (e diferente) visão Sobre a Segunda Guerra Mundial

Diferentemente do que se imaginava quando na eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939, todos os países do mundo, de uma forma ou de outra, sofreram os impactos desse conflito que, inicialmente localizado, vai tomando proporções à medida que o Exército alemão se reposicionava para novos objetivos. Precisamos compreender as reais condições que propiciaram o maior conflito bélico do século passado, vislumbrando ponderações mais profundas sobre seus reflexos nos dias atuais; compreender quais as consequências desse conflito para o mundo contemporâneo, os motivos que levaram o mundo a esse estágio apocalíptico em uma perspectiva diferente daquela que foi disseminada pelos vencedores ao término da guerra. A palavra de ordem, na máxima da ciência histórica, é descontruir para construir.

Em uma visão mais abrangente, geral do conflito, há perguntas que devem contribuir para uma perspectiva mais apurada sobre a guerra, abrindo o leque de debates históricos, tais como: Podemos avaliar crimes de guerra cometidos por nações aliadas? Antissemitismo e outros tipos de segregação racial foram apenas características do regime alemão? A Segunda Guerra, na visão simplista, foi uma guerra do bem contra o mal? A culpa da Segunda Guerra foi da Alemanha? A primeira vista pode parecer que estamos evocando posições defensivas em favor do regime constituído por Hitler. Mas é uma mera impressão. As perguntas visam qualificar mais criticamente a disseminação das informações muito bem disseminada no pós-guerra. Quando perguntamos se a Segunda Guerra foi culpa da Alemanha, queremos que o leitor identifique a culpabilidade do povo alemão frente ao conflito iniciado em 1939; queremos analisar o contexto histórico que permitiu a ascensão de um regime totalitário e segregacionista como o Nacional Socialismo em uma das sociedades mais cultas e civilizadas do mundo. Tais perguntas que devem nortear muitos argumentos e são insumos para formar um leitor critico. Evidentemente a premissa para a argumentação histórica é explorar as questões mais controversas a partir de embasamento sustentável historicamente, sem a exposição filosófica ou ideológica que exponha pretensões tendenciosas.

Mas qual é o ganho com esse revisionismo? Muito! Primeiro a palavra “Revisionismo” deve ser empregada de forma correta. Atualmente essa palavra tem se prostituído quando o assunto é Segunda Guerra, já que tem servido de “bandeira” para a exposição de ideias e pensamentos que ferem os fatos históricos e sua interpretação por grupos antissemitas e outros pseudo-pesquisadores que não tem o compromisso com a análise histórica isenta. O grande problema é que esquecemos que estamos sujeitos, como humanidade, a repetir os nossos próprios erros. Quando distorcemos, relativamos ou ignoramos sérias condutas e erros de gerações anteriores, estamos sujeitos a repeti-las. Não à toa ao verbete: “A História sempre se repete”, tem assombrado uma humanidade que volta e meia cai nesta velha retórica. Uma interpretação equivoca da Segunda Guerra pode mascarar o retorno de uma ideologia segregadora, permissividade populista ao totalitarismo, expansionismo territorial de nações, desrespeitos a organismos internacionais ou outros tipos de elementos que fomentaram e esteve na gênese da Segunda Guerra Mundial. Se pararmos para pensar, esses itens já estão sendo recorrentes em muitos países neste início de século XXI. Se o entendimento do nosso passado não objetivar a evolução do pensamento humano para que possamos entender os fatos que contribuíram para a eclosão da Segunda Guerra Mundial, e termos a exata noção que ainda há reflexos extremistas que são espelhados nos movimentos ultranacionalistas da década de 30, estaremos sujeitos a testemunhar criminosos como Anders Behring Breivik, que em 2011, executou friamente 69 pessoas na ilha de Utoya, na Noruega, além de outras 08 em uma explosão em Oslo. Antes do ato terrorista ele publicou na internet em uma coleção de textos, chamada de “2083 – Uma declaração de Independência”, expressando sua “singela” visão de mundo, recheada de ideologia de extremo nacionalismo, racismo e cultura radical. Alguma semelhança com fenômenos ideológicos que tornaram a Segunda Guerra possível?

 Segue a galeria do sofrimento da Segunda Guerra Mundial

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Quem venham novos BLOGs – A História é Livre

 Quando iniciamos a trajetória desse BLOG não havia qualquer pretensão nele. Basta voltar no tempo e verificar que a primeira postagem do BLOG era uma cobertura “histórica” do nascimento da minha filha caçula, Anita. O BLOG tem a mesma idade de Anita, os dois completando 05 anos com diferenças de meses. Assim como ela, este espaço virtual é como filho. Ele foi crescendo a medida que o alimentava com informações. Passou a tomar meu tempo na mesma proporção de um filho. Cresceu e Cresceu. Hoje não cuido dele tanto quanto gostaria, mas, pelo seu acervo, já tem condições de manter-se sozinho por muito tempo. Para mim é gratificante receber e-mails e/ou comentário de artigos que escrevi há um, dois ou três anos atrás e, para responder, ter que lê-lo novamente. Estranho isso.

 Gratificante na mesma proporção é saber que outros BLOGs também seguem a linha de desenvolvimento da cultura Histórica do brasileiro que insiste em ter memória curta. Mas há ávidos trabalhadores da propagação da Cultura Histórica. Não precisa ser um historiador ou pesquisador; precisa apenas entender o importância e o sacrifício de gerações que nos precederam para que nós, geração da internet e das redes sociais, pudéssemos ter a liberdade de ler, opinar e termos esses direitos assegurados pelo sangue de jovens do passado.

Entre tantos BLOGs que já citei aqui, como o Portal da FEB e outros, hoje quero citar o A COBRA FUMOU: http://fusionarts6.wix.com/acobrafumou

Agregando informação, conhecimento e valorizando a livre opinião sempre terá o apoio deste espaço.

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Polícia do Exército: Sua História e Seus Valores

 Durante quase todo o ano de 2014 eu, e outros abnegados amigos, estivemos envolvidos em um projeto bastante trabalhoso, embora muito prazeroso.  A concepção de um Livro que pudesse lançar luz sobre algumas fatos temporais do passado recente do Brasil sob a perspectiva de uma das instituições mais sólidas do Exército Brasileiro, sua Polícia. A Polícia do Exército.

 O Governo atual insiste em constituir uma abrangente campanha ideológica sobre os acontecimentos ocorridos a partir de 1964 e a mídia, buscando dar forma a essa interpretação parcial, insiste em associar a Polícia do Exército como o local onde o governo militar baseou um Centro de Tortura institucionalizado, seja no Rio de Janeiro ou em outro Estado. A insistência de considerar uma instituição que serve, em último instância, ao povo brasileiro, é parte de uma plano nefasto de reivindicar o curso da História do Brasil para “mártires” esquerdistas que consideravam uma luta armada para implantar um regime comunista no nosso País.

 O Livro Polícia do Exército: sua história e seus valores, conta a história de formação, atuação e contribuição da Polícia do Exército, desde seu início no contexto da Força Expedicionária Brasileira (FEB) até sua participação nos efetivos para atuar como Tropa de Paz das Nações Unidas. Como não poderia deixar de ser, o agente ativo na História dessa tropa de Elite é o VETERANO DA POLÍCIA DO EXÉRCITO. Ele que conta a História de sua PE.

 A obra será lançado inicialmente em Recife no dia 07 de março de 2015 e, posteriormente, em outras cidades.

 Já é possível realizar a Reserva pelo email:   policiaexercitohistoria@gmail.com (As entregas só ocorrerão a partir do dia 07 de março)

 Posteriormente, vamos publicar uma breve síntese do livro.

 O evento de lançamento será aberto a pública, contudo deve-se confirmar presença, no email destacado acima.

Capítulo 1 – SER SOLDADO AO LONGO DA HISTÓRIA É UMA QUESTÃO DE HONRA

Capítulo 2 – AXIOLOGIA DO BRAÇAL PE

Capítulo 3 – OS MAIS ANTIGOS REGISTROS DA POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 4 – MILITARY POLICE PLATOON – ORIGEM DA POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 5 – PRIMEIRO COMANDANTE!

Capítulo 6 – A POLÍCIA DO EXÉRCITO E SEU PATRONO

Capítulo 7 – O PATRONO DOS VETERANOS DA POLÍCIA DO EXÉRCITO.

Capítulo 8 – QUE VENHAM OS CATARINAS.

Capítulo 10 – CHEGAM NOSSAS UNIDADES DE POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 11 – 1º BATALHÃO DE POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 12  – 2º BATALHÃO DE POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 13  – 3º BATALHÃO DE POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 14  – 4º BATALHÃO DE POLÍCIA DO EXÉRCITO

Capítulo 15 – O BATALHÃO DE POLÍCIA DO EXÉRCITO DE BRASÍLIA

Capítulo 16  – OS VETERANOS DA POLÍCIA DO EXÉRCITO DO BRASIL

Capítulo 17 – A POLÍCIA DO EXÉRCITO E O PERÍODO MILITAR

Capítulo 18- HISTÓRIAS E HISTORIETAS DOS NOSSOS VETERANOS

Capítulo 19 – CURIOSIDADE SOBRE A POLÍCIA DO EXÉRCITO

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Os números de 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

O Museu do Louvre, em Paris, é visitado todos os anos por 8.5 milhões de pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.500.000 vezes em 2014. Se fosse o Louvre, eram precisos 64 dias para todas essas pessoas o visitarem.

Clique aqui para ver o relatório completo

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