Arquivo

Posts Tagged ‘família de hitler’

Curiosidades Reveladoras Sobre Hitler III

Hitler era um informante da polícia?

 Segundo Jean Amsler (Hitler, ob. cit.) Hitler, já em Viena e depois em Munique e durante a guerra, foi informante da polícia. As provas seriam: sua necessidade de dinheiro e o fato de ter vivido praticamente sem trabalhar, depois do primeiro contato com a polícia; as poucas simpatias encontradas entre os colegas de trabalho quanto com os camaradas de guerra; o diminuto zelo por parte da polícia em localizá-lo no momento do serviço militar, e, mais tarde, a particular benevolência da junta médica ao exonera-lo do mesmo serviço; durante a guerra, o encargo de portar ordens, o não bem definitivo curso de aperfeiçoamento na retaguarda, a sucessiva condecoração sem motivação oficial, enfim a estranha licença de 20 dias, em Berlim, em setembro de 1918.

 Os bolsos cheios de caramelos

 “Hitler come doces como os homens normais fumam. Tem uma paixão infantil por balas e chocolates. Sempre tem um pacote no bolso. Um dia ouvi-o dizendo a Goebbels: “Isto me dá a energia para as minhas grandes tarefas”.” (p. Kohler, Diário da Camareira de Hitler, Donatello De Luigi, Roma).

Não era pintor de paredes: falsificava quadros

 Já quase todos os biógrafos concordam com o fato de que Hitler nunca foi pintor de paredes, como sustentaram os críticos do regime nos anos 30. “Trabalhava como aquarelista e pintor em geral”, escreve Hitler no Mein Kampf, e o amigo Hanisch confirma, com um detalhe: “Precisava dar o que fazer para juntar um pouco de dinheiro; assim Hitler me disse que havia um sistema: falsificar quadros. Pintava pequenas paisagens a óleo e depois colocava-as em um forno a fim de escurece-las, para fazê-las parecer obras antigas.” (R. Olden, Hitler the Pawn, Londres, 1936).

 A Guerra, que horror!

 “Com o passar dos meses e dos anos, a excitação romântica pela guerra foi substituída, pouco a pouco, pelo horror. A exaltação deixava lugar ao medo da morte, e houve para todos – para mim também – o momento em que o instinto de preservação contrastava com a noção de dever… Nesses meses me dei conta de quanto o destino possa ser pérfido: obrigando-me a permanecer ali na primeira linha, em um lugar onde a bala disparava por um negro anônimo podia matar-me de prestar à pátria serviços bem mais altos…” (Mein Kampf).

O soldado Adolf na lembrança dos camaradas

 Hans Mend, soldado do regimento List: “Era um tipo estranho. Ficava sentado num canto com a cabeça entre as mãos, em atitude de pura contemplação. Depois, de repente, punha-se de pé, e andava à nossa volta com passos furiosos, falando dos inimigos, invisíveis do povo que nos teriam privado da vitória, amaldiçoando marxistas e judeus. Outras vezes estava tão concentrado em seus pensamentos que ninguém conseguia abalá-lo.(R. Olden, ob. cit.). Fritz Wiedermann, capitão do List: “Era muito corajoso. Frequentemente era obrigado a travessar as linhas. Jamais recebia pacotes nem cartas, jamais se queixava. Uma vez me disse: o regimento é a minha casa, minha mãe.” Josef Hryc, sargento do List: “Quando Hitler subiu ao poder, em 1933, logo o reconheci pelas fotografias publicadas. Não poderia acreditar que o cabo-de-esquadra cruel e pávido tivesse se tornado Chanceler” (de “Express Wieczorny”, Varsóvia, fevereiro 1971) ”.

Segue abaixo uma pequena amostra dos resultados da Segunda Guerra:

Um das obras que mais retrata o siginificado da Guerra: Cansaço e saudade

Adolf Hitler – A História – Parte I

 Como publicado no dia de ontem, hoje lembramos o nascimento do líder nazista Adolf Hitler, vamos realizar uma série de publicações sobre a vida do homem mais odiado do século XX. Queremos compor uma análise histórica do homem que reestruturou a Alemanha na década de 30, mas que também participou da sua destruição em 1945. Qual os antecedentes históricos da vida de Hitler? Quais os motivos de sua aspirações políticas e sociais? Essa é uma pequena tentativa de lança uma pequena luz sobre a escuridão dos seus atos a partir de 1939, e julgados no pós-guerra.

PRIMEIRA PARTE – A FAMÍLIA

Adolf Hitler nasceu em uma hospedaria de Braunau, na Áustria, às seis e meia da tarde de 20 de abril de 1889. Em Braunau, que se encontra exatamente na fronteira com a Bavária, seu pau Alois é aduaneiro: já passou dos cinquenta e o seu aspecto severo, com os longos cabelos longos e bigode grisalhos e os olhos indagadores, mais de trinta anos de serviços nos ombros. Todo ao contrário, a mãe, Klara Pölzl: 28 anos, esbelta, cabelos loiros e olhos claros, foi camponesa com os pais e, depois, empregada em Viena antes de se casar; agora é dona de casa com a mesma humildade e doçura. Klara e Alois não são de Braunau; ambos são originários do Waldviertel, um distrito compreendido entre o curso do rio Danúbio e a fronteira da Boêmia e Morávia, terra de origem dos Hitler. O Waldviertel é uma região pobre, predominantemente agrícola; os habitantes têm constumes atrasados, frequentemente portadores de problemas alcoólicos e pelos repetidos casamentos com os consanguíneos. Também Alois e Klara são primos em segundo grau, e para se casarem, no início de 1885, tiveram que obter a licença do bispo. Este, para Alois, é o terceiro casamento, depois de uma vida inquieta e também um pouco aventureiro. Na infância conheceu apenas a mãe, Maria Anna Schicklgruber, empregada doméstica, que o pos no mundo já com mais de quarenta anos; o pai é desconhecido. O homem que mais tarde se casou com sua mãe, Johan George Hiedler, abandono-os logo, para continuar com a vida de moleiro ambulante e bebedor incansável. Assim, Alois cresceu com seu tio, Johann Napomuk Hiedler, após ter perdido a mãe com 10 anos. Depois, com 39 anos completos, foi legalmente reconhecido como filho de Johann Georg Hiedler, o marido de sua mãe. Desde momento em diante Alois abandona o sobrenome da mãe e adota o de Hitler (de Hiedler), e se encontra também herdeiro do pequeno patrimônio do tio Johann Nepomuk. Alguns anos mais tarde, em 1883, apenas um mês depois da morte da esposa Anna Glasl-Hörer (com quem se casará em 1864), Alois volta a casar-se com a jovem e vistosa cozinheira Franziska Matzelberger, que já lhe dera um filho, Alois Jr., e logo dá à luz um segundo. Ângela. Mas também Franziska morre cedo, de tuberculose. O novo casamento, com Klara Pölzl, aconteceu seis meses depois. Ao contrário dos irmãozinhos Gustav e Ida, nascidos antes dele, mas faleceu em tenra idade, Adolf Hitler te uma infância bastante normal e tranquila, exceto talvez a agitação das várias mudanças que a família deve de fazer, seja por exigências do serviço do pai aduaneiro, seja depois por sua irrequietude de aposentado. De Braunau os Hitler, em Fischlham, em Lambach e em Leonding, pequenas cidades perto de Linz. Nesse interim, nasceu em 1894, um irmão, Edmund, e, dois anos mais tarde, Paula, a última irmã. Adolf inicia a escola em Fischlham, em 1895, depois frequenta por dois anos o convento beneditino de Lambach, onde se exibe entre os pequenos coristas; terminado o primário em Leonding, entra (1900) na escola secundária de Linz, a Realschule. É o primeiro passa da carreira que o pai quer lhe preparar, a de Oberoffizial, oficial de alfandega imperial austríaca.

Fonte:

LUCIANO, Alleotti, Hitler,  Modatori Editre,  Verona e Milão 1975

123 Anos do Nascimento de Hitler: Uma Análise Histórica

No próximo dia 20 de abril, lembra-se o nascimento do homem que se consagrou como sendo a mais vil de todas as almas. Há 123 anos o mundo presenciou a chega daquele que, por alguns anos, foi ovacionado como o salvador germânico, um líder supremo que carregava consigo a esperança do ressurgimento de uma das maiores nações desse planeta. E que, pouco mais de uma década depois, estaria condenado como a personificação da maldade e representava tudo que há de pior na humanidade.

Gostaríamos de publicar uma visão mais histórica sobre Adolf Hitler, sem julgar seus atos que, diga-se de passagem, já estão condenados por milhões e milhões de julgadores. Mas queremos publicar, de forma rápida e concisa, a História desse austríaco que chegou ao poder e moldou o mundo como o conhecemos hoje. Isso mesmo, se Hitler não tivesse nascido, o que seria do mundo hoje, tal como o conhecemos? Com certeza milhões de vidas teriam sido poupadas, mas é isso? Sem a Segunda Guerra o que seria do mundo atual? Evidentemente o sofrimento do mundo já seria o bastante para evitar uma miserável guerra de 06 longos anos e que destruiu cidades, famílias e vidas preciosas.  Historicamente não podemos de forma alguma analisar o “SE”, mas podemos especular sobre suas consequências.

Hitler tem sua vida envolto sobre o manto da especulação, desde a sua descendência até a sua morte, há disseções entre os estudiosos e historiadores em todos os aspectos dos 56 anos de vida de Hitler. Por fim, queremos realizar uma análise crítica da vida desse cidadão que será lembrado para todo o sempre na história da humanidade.

%d blogueiros gostam disto: