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Posts Tagged ‘fotos segunda guerra’

Fotos Coloridas da Segunda Guerra – Impressionante – PARTE II

Seguindo com esse excelente acervo. As fotografias que impressionam pela realidade e por proporcionar uma visão diferente do conflito.

 

A Hora H – Parte VIII

 Quando os bravos caem, quando a morte chega, quando a covardia aflora e o medo atinge. Essa é a hora H! Não há homem que não saiba essa hora; não há soldado que não se assombre neste momento. Essa é a HORA H:

 

Galeria Impressionante!

Claro que só a TIMES poderia proporcionar uma qualidade de imagem no mais alto padrão em fotografias tiradas a mais de 60 anos.

 

Série: A Hora “H” – Parte III

O momento em que o soldado vira herói. O momento da covardia, da derrota ou da vitória. O momento em que a guerra acaba, pelo menos para aqueles que caem em combate. Tudo isso é chamado de HORA ‘H’.

Série: Segunda Guerra Antes de Depois

 Segue mais uma vez o retorno da série antes e depois. O Max3 designer é o principal autor das fotos, muito embora outros apareçam.

Foto Estranha…Soldado Estranho…Não Necessariamente Nessa Ordem!

Quando a gente analisa algumas fotografias de soldados da Segunda Guerra, percebe que soldado sempre será o mesmo. Nas horas de descanso, gosta de dormir, tirar onda dos companheiros e às vezes, tirar onda dele mesmo! Segue alguns exemplos para comprovar:

Série: Melhores Fotos da Segunda Guerra – Galeria Colorida

  Todos sabe que o acervo de nossas fotografias é grande, mas sempre estamos dispostos a aumentá-lo. Segue uma excelente sequência de fotos coloridas da Segunda Guerra:

 

As Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra – Parte IX

Segue mais uma edição extraordinária dos soldados mais indisciplinados e sem noção dos Exército Alemão e Aliado. Curtam!

Só lembrando a página no BLOG no Facebook  (contando com publicações inéditas).

 https://www.facebook.com/BlogChicoMiranda

Isso é uma Armadilha?

 

 

 

 

Série: As Melhores Fotos da Segunda Guerra

Como disse desde o início, a foto é algo que tem o poder de fazer o homem refletir…

Guerra Aérea e Naval – Destruição em Alto Mar

Não tem escapatória! A guerra naval chegou a um nível impensado, com o advento das forças aéreas, os navios tiveram que compor em seus quadros uma força defensiva antiaérea que pudesse impedir ações dos aviões, por isso os Porta-Aviões eram temidos e caçados durante toda a guerra. Mas os embates eram invitáveis e afundamentos e quedas de aviões tornaram a guerra nos oceanos uma das mais duras já vivenciadas na guerra.

As Melhores Fotos da Segunda Guerra – Extra

 

 Particularmente creio que a fotografia expressa um sentimento tão importante que é análise temporal de uma determinada cena. Isso fascina qualquer estudioso de um período. Imagine se pudéssemos ter fotografias dos principais fatos históricos da humanidade.

 A Segunda Guerra é o primeiro evento que conseguimos capturar imagens que, há 70 anos transformaram o mundo no que ele é hoje. Nas fotografias podemos perceber o sofrimento do ferido, o cansaço da marcha, o avanço do destemido…A morte do soldado! Analisamos aquela imagem que podem dizer muito mais do que apenas a própria imagem, podem contar a história da humanidade pela óptica de quem esteve lá, de quem foi fotografado! E isso será de suma importância para que os eventos desse sofrimento não se repitam, pelo menos com essa abrangência.

Paraquedista americano

Paraquedista americano

 

 

 

 

 

 

 

Acervo de Fotos Pessoais da Segunda Guerra

Uma série de fotografias capturadas não por profissionais, mas pelos próprios soldados americanos que combateram na Segunda Guerra. Essa mudança de visão é importante exatamente pelo fato do fotografo não está interessado no melhor ângulo ou visão, mas nas circunstâncias e curiosidades dos acontecimentos.

Essa notada predisposição para registrar o cotidiano é de suma importância para o registro histórico, já que naturalmente o homem registra apenas os acontecimentos que ele considera relevante, por exemplo, nenhum fotografo irá se interessar por registrar o alojamento dos soldados em apenas mais um dia treinamento para uma operação. Eles se interessarão pela operação, pelo registro do que é classificado como importante. Em 500 anos, a Arqueologia irá encontrar vestígios de soldados em combate e irá construir o que não foi registrado pelas lentes fotográficas e pelos livros de história, mas segundo as evidências do seu cotidiano.

Uma Viagem no Tempo: A Segunda Guerra Ontem e Hoje

Uma excelente sequência de imagens com montagens em diversos fronts.

Os créditos são do designer Max3.

 

Análise Histórica Fotográfica da Segunda Guerra – Parte 02

Quando na preparação da Operação Barbarossa, uma das maiores operações militares já desencadeadas até aquele momento, o moral do soldado alemão estava alto, devido as expressivas vitórias ocorridas desde 1939. Meses antes do início da operação, o sistema político alemão concentrou uma forte propaganda entre os militares que formariam as primeiras ondas de ataque para criar a imagem de um inimigo miserável, cruel e que deveria ser destruído em sua totalidade; essa propaganda direcionada tentava imputar no soldado a ideia de que sua causa era justa e ele deveria colocar em prática todos os seus esforços para livrar o mundo do comunismo.

 Durante invasão e as primeiras conquistas de cidades soviéticas, o que se viu foi um povo aclamando os invasores como heróis libertadores, tudo que propaganda nacional-socialista queria. Soldado recebiam rosas e gritavam alegremente por sua “liberdade”. Reforçando ainda o estigma, os Vermelhos executam civis que etnia germânica, servido de subsídio para a confirmação da propaganda alemã.

 Na mesma propaganda desferida antes da operação, falava-se em uma vitória rápida, assim como fora as anteriores. Os comandantes de Unidades repassavam que toda a conquista seria finalizada em três ou quatro semanas, pois o inimigo era inferior e pouco combativo. E tudo levava a crer nas primeiras semanas que os objetivos seriam alcançados.

 Como sabemos as linhas de suprimentos, as ordens absurdas, o clima russo e o infinito material humano russa contribuíram para a destruição das forças que participaram da Operação Barbarossa e revertendo a invasão até a derrocada final de Berlim em 1945.

Análise Histórica Fotográfica da Segunda Guerra – Parte 01

Vamos realizar pequenas e rápidas análises fotográficas da Segunda Guerra para compor um cenário total. Não vamos obedecer uma ordem cronológica dos eventos, vamos apenas detalhar as fotos sem uma ordem de apreciação. O objetivo e entender cada situação que é mostrada da fotografia.

A foto arremata para uma reflexão sobre os esforços das baterias antiaéreas que foram exigidas exatamente de acordo com a direção da guerra. Inicialmente usada ao extremo na defesa dos céus de Londres em uma defesa desesperada, e posteriormente utilizada na defesa da Alemanha em uma tentativa de diminuir os estragos causados pelos bombardeios intermináveis.

O transporte de tropas americanas para compor o primeiro escalão dos desembarques na África. Os Estados Unidos realizava o primeiro contato com tropas do Exército fora do pacífico, e muito se esperava dos americanos, principalmente os ingleses, já que tinham como prioridade o fim das atividades de Rommel nesse front, seria o primeiro êxito real de tropas aliadas contra a Alemanha.

Um soldado ferido em combate da África e recolhido a hospitais de campanha não tinha seu sofrimento encerrado, depois de tratado. Havia ainda a precariedade das condições materiais e as dificuldades climáticas.

Durante todas aquelas campanhas, os alemães e italianos tiveram 620.000 mortos, enquanto os ingleses perderam 220.000 homens, e as mortes norte-americanas na Tunísia foram de mais de 18.500 homens. A vitória dos Aliados na África do Norte destruiu, ou neutralizou, cerca de 900.000 soldados alemães e italianos, abrindo uma segunda frente contra o Eixo, além de permitir a invasão da Sicília e da parte continental da Itália em meados de 1943, além de aniquilar a ameaça do Eixo aos campos de petróleo do Oriente Médio e às linhas de abastecimento para a Ásia e a África. Isso foi extremamente importante para o desenrolar da Segunda Guerra Mundial.

Depois das tentativas de paz com os o Japão, os Estados Unidos foram surpreendidos pelos ataques a Pearl Harbor e consequentemente iniciar sua campanha no Teatro de Operações do Pacífico, contudo as operações militares começavam a se equivaler entre duas nações cujo poderio naval eram semelhantes nesse período.

Depois que Batalha sobre a Inglaterra perdeu o ímpeto, a saída mais lógica para Hitler era realizar um bloquei naval contra a Inglaterra com o objetivo de minar economicamente o inimigo, para tanto era necessário que as operações de UBoots fossem intensificadas, principalmente no Atlântico Norte que era a rota natural dos suprimentos oriundo dos Estados Unidos.

Um soldado que lutou nas pequenas ilhas do pacífico foi participante de uma dos conflitos mais duros da história das guerras. Os combates eram desgastantes e intensos e o isolacionismo das tropas tinham um efeito devastador no moral da tropa. Muitos permaneceram meses estacionados em ilhas que nada tinham a oferecer exceto privações.

O ímpeto combativo do soldado japonês era muito diferente do pensamento que se fazia deles antes da guerra. Considerado pelo comando militar americano como um soldado desnutrido, sem preparo e intelectualmente inferior, quando iniciou os primeiros combates toda a mística cai por terra. O soldado japonês estava disposto a lutar até a morte pelo seu imperador, um exemplo era o índice de rendição era quase zero entre as tropas de infantaria, e infligiam baixas explodindo granadas quando todos esperavam a rendição.

As tropas alemãs deixaram o mundo perplexo com as conquistas rápidas e devastadoras sobre os Países Baixos e França. Esse novo exército utilizavam técnicas concebidas no período entre-guerras mas que só existiam nas teorias de von Seeckt e no disposição de Guderian de utilizar blindados para moaobras estratégicas de tropas. O mundo prendia a respiração para ver os próximos passos de uma Alemanha de força militar muito superior a visão expansionistas da Grande Guerra.

Hitler em sua casa, conhecida com Berghof, local de encontro da cúpula nazista e onde ele recebeu chefe de Estados, inclusive o Primeiro Ministro Chamberlain. Hitler comprou essa casa com o dinheiro da venda de seu livro, Mein Kampf.