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As 200 melhores Fotos da Segunda Guerra Mundial – Parte 02

Seguindo a segunda parte das melhores fotografias da Segunda Guerra Mundial.

As 200 melhores Fotos da Segunda Guerra Mundial – Parte 01

 Retomando as atividades do BLOG, resolvemos iniciar uma nova fase do nosso espaço, depois de um período de férias. Muitas novidades estão sendo preparadas para que possamos voltar com mais força na pesquisa histórica das Guerra Mundiais.

 Para começar iremos publicar o que mais tem marcado a vida desse espaço, a qualidade dos registros fotográficos. Dividido em duas publicações, confiram as 200 mais impressionantes fotografias da Segunda Guerra Mundial. Vamos lá…

Treinando para o Dia D – Fotos Coloridas.

  A máxima da infantaria sempre será: “Treinamento difícil, combate fácil”. Para realizar uma operação nunca antes imaginada, esse jargão fora o principal motivador para o início da Operação Overlord, mas conhecida como o Dia D. Desde o final de 1943 milhões de soldados, aviados e marinheiros treinaram a exaustão aquela que seria a maior operação anfíbia da guerra até aquele momento. Os Aliados queriam desembarcar na Europa ocupada nas primeiras horas da invasão 200 mil homens e uma quantidade de equipamento descomunal. Para tanto, seria necessário empreender na doutrina e na disciplina da tropa para que todos os níveis de comando pudessem entender e executar todas as missões previstas para alcançar os objetivos. Não havia margem para erros, pois as falhas iriam ser cobradas com vidas. Por isso, meses após meses, todos os militares envolvidos treinavam a exaustão suas missões. De operações de desembarque a escaladas em montanhas, como foi o caso da Ranges na Pointe du Hoc. Além dos treinamentos das divisões aerotransportadas e de ataques de pequenas unidades de infantaria, missões específicas dos paraquedistas britânicos e americanos.

  Evidentemente que nenhum treinamento se compararia ao cenário de horror que esses jovens seriam submetidos, como foi o caso em Omaha Beach, pois, como diria o próprio comandante Supremo da Força Expedicionária Aliada, General Eisenhower : “Todos os Planos de Guerra se encerram quando a Batalha começa[…]”

 Segue uma excelente galaria desses treinamento de todas as Forças envolvidas no Dia D com fotografias coloridas:

Sem Noção – Gostamos de RIR, mesmo na Guerra!

Não é verdade que os alemães não têm senso de humor. A maior prova disso foi a quantidade de registros fotográficos que ficou das situações mais inusitada e humorísticas que se pode imaginar:

Série: Antes e Depois. Contando a História de Forma Diferente

 Quando se vai para um local onde se sabe que houve combates duros, às vezes, e difícil interpretar um cenário tão caótico no meio da paz do cotidiano desses locais.  Mesmo tendo a convicção que naqueles locais a morte passeava entre as tropas, por muito não conseguimos enxergar essa calamidade.

 Com certeza as fotos que se seguem nos dão uma ideia de como era a guerra de ontem em meio à paz de hoje. É por isso que gosto de buscar essas fotos comparativas e montagens, elas refletem exatamente isso o passado com visão do presente. Uma verdadeira visão do passado aos olhos de hoje.

 Claro, não poderia ser diferente, o artista é o Max3

Fotografias Mais Engraçadas e Sem Noção da Segunda Guerra: Voltando do Retorno!

 Segue mais uma série de fotos engraçadas e sem noção da Segunda Guerra.

Rússia, 1941. Uma Guerra Sem Louros – Parte IV

PARTE 4

Essa era a maior pressão sobre cada um dos soldados. Não apenas em morrer, mas em se tornar uma estatística oficial que logo seria esquecida. Zeiser explica:

“Isso acontece quando você depara com os horrores e, depois disso, existe sempre o pesadelo; ele nunca, mas nunca para; o medo real de ser varrido da face da terra, o medo da impiedosa inexistência, o medo de pensar que, a qualquer momento, você pode ser um daqueles que nunca foram criaturas.”

Medo de se tornar uma baixa era acentuado pela “estranheza” da própria terra que a Wehrmacht tinha invadido. As famílias alemãs no seus lares não tinham ideia de onde era e de como era a terra na qual seus familiares morriam. O correspondente de guerra, Felix Lützkendrof, servindo em uma unidade da SS, escreveu:

“Esta terra não tem fim, sob um céu infinito e com estradas se espalhando numa distância incalculável. Cada vila e cidade parecem iguais àquelas que as precederam. Todas elas tem as mesmas mulheres e crianças, de pé em silêncio ao longo das estradas, os mesmos poços de água, as mesmas fazendas… Se uma coluna sai de uma estrada e se desloca pelos campos através das leituras das bússolas, nós mais parecemos circunavegadores de um mundo perdido à procura de novas costas para além desse oceano.”

Para muitos soldados alemães cujo o conhecimento do mundo se restringia a ir andando ou de bicicleta para a cidade vizinha mais próxima, a guerra se transformou em um tipo de pseudo-turismo. Um soldado descreveu as suas experiências na campanha da França em 1940 como sendo de uma viagem de “Força através do Prazer”, comparável aos passeios promovidos pelo partido nazista antes da guerra. Outro soldado, escrevendo de uma área de agrupamento antes do início da campanha na Rússia, descreveu como a sua “longa viagem até o limiar da fronteira russa” tinha permitido que ele conhecesse metade da Europa sem ter de se esforçar e nem gastar dinheiro. Porém a Rússia oferecia pouquíssimas atrações. Em três semanas de campanha, um Gefreiter reclamou: “Aqui não é como na França. Lá nós tínhamos tudo o que queríamos; aqui há praticamente nada.” Outro soldado observou enigmaticamente que eles tinham trocado os anteriores “barracões polacos (poloneses) por canis russos.”

“Ontem nós mudamos de nossos bonitos alojamentos e agora estamos jogados em um barraco nojento e desgraçado, mais sujo do que qualquer outra coisa.”

C O N T I N U A

Tradução: A.Raguenet

Rússia, 1941. Uma Guerra Sem Louros – Parte III

Presenciar a morte dos seus semelhantes gerava uma mistura emocional de rancor, tormento, medo e um sentimento de profunda perda. Werner Adamczyk se lembra de enterrar seus dois primeiros amigos de uma bateria (de artilharia). “Era o fim; eles não estavam mais lá. Eu fiquei parado lá, angustiado.” Ambos haviam voado pelos ares em pedaços quando da explosão de um caminhão de munição.

“Eu realmente sentia pena das famílias daqueles dois sujeitos. Poderia ter sido eu. Com uma crescente emoção eu visualizei as reações dos meus familiares e amigos caso aquilo tivesse ocorrido comigo. Pela primeira vez na vida eu percebi integralmente o que o amor e carinho realmente significavam.”

Zeiser sentiu que “era pior quando você via pela primeira vez (a morte) de um com o uniforme field gray… você olha para ele, deitado ali com o mesmo uniforme que você usa e você pensa que ele também tem uma mãe e um pai, talvez irmãs, ele até mesmo poderia ser oriundo da mesma região que a sua.” A exposição prolongada à realidade nua e crua do combate corrompia os códigos aceitáveis de um comportamento normal. Cadáveres se tornavam comuns. Zeiser continua:

“Com o tempo você acostuma com isso. Você na real passa a não se importar mais quando há cada vez mais e mais corpos, mesmo que estejam todos com o uniforme alemão. Então, no final, você passa a perceber que está no mesmo nível que os outros, tanto alemães quanto russos no chão e sem vida com os seus vários uniformes; você mesmo se torna então como uma daquelas criaturas as quais na realidade nunca viveram, você é apenas um relevo do solo.”

O bizarro sutilmente passava a ser a regra. Violência e morte, comportamento cruel e o esvaziar de uma vida passavam a ser procedimentos normais. Matar, tanto dentro quanto fora do campo de batalha, ficava fora desta categoria. Embora o comportamento “normal” tanto dentro quanto em torno do campo de batalha seja paradoxalmente um termo errôneo, o ato de matar seres humanos – semear a morte – era uma experiência emocional marcante. O impacto em termos psicológicos é imprevisível. Tais incertezas são a única constância neste ambiente bizarro e de rápidas mudanças. O resultado é o medo.

“Então, num dia, você vê bem de perto. Você está conversando com um dos seus companheiros quando de repente ele se dobra, cai todo contorcido e está mortinho da silva. Esse é o verdadeiro terror. Você vê os outros pisando nele, tal como qualquer um pisa em cima de uma pedra e você encara a morte do seu amigo da mesma maneira como qualquer outro que tenha morrido – aqueles mesmos os quais você aprendeu a encarar como nunca tivessem vivido, sendo apenas relevos do solo.”

Fotos Engraçadas e Sem Noção da Segunda Guerra

  Segue mais uma série de fotos sem noção da guerra. Na verdade essas fotos revelam não apenas o humor, mas também o a humanidade daqueles que fizeram parte de uma conflito desumano.

Fotografias que Reforçam a Superioridade Militar da Alemanha…

 Para reforçar os argumentos do post anterior, segue uma sequência de fotos que testificam a superioridade do Exército da Alemanha, pelo menos nos dois primeiros anos da Guerra! Importante ressaltar!:

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A Arte de um Profissional e Artista Retratando a Guerra

 É necessário entender que a Segunda Guerra Mundial marcou a humanidade profundamente, mais ou menos como um fato marcante ou traumatizante na vida de uma pessoa e que, de tempos em tempos, é necessário rememorá-la para reafirmar as lições aprendidas e tirar o melhor (se é que existiu isso) desse triste evento.

 O russo Sergey Larenkov é um profissional de designer que executa isso de forma artística, pois retrata uma situação de caos total reorganizada ao ponto de nos lembrar que a humanidade sempre poderá se recomeçar, sempre poderá se reestruturar, mas sem esquecer  o que passou.

Sempre postamos fotos chamadas ANTES E DEPOIS (THEN AND NOW), mas essas fotos observasse um diferencial do artista pela qualidade e pela mensagem dramática que ele passa.

Curtam!

Uma pintura clássica transformada em outra arte

Aquela Foto Quase Sem Querer…

Gosto dessas fotos casuais, sem poses ou efeite…Dizem as más línguas que o General MacArtur era quase uma artista quando o assunto era fotografia e filmagem.

 

Olha a criança bricando!

 

As Fotos Mais Engraçadas e Sem Noção da Guerra – Parte IX

Segue mais uma edição extraordinária dos soldados mais indisciplinados e sem noção dos Exército Alemão e Aliado. Curtam!

Só lembrando a página no BLOG no Facebook  (contando com publicações inéditas).

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Isso é uma Armadilha?

 

 

 

 

Série: As Melhores Fotos da Segunda Guerra

Como disse desde o início, a foto é algo que tem o poder de fazer o homem refletir…