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História Completa da Segunda Guerra – O aniquilamento do Exército polonês

 

O aniquilamento do Exército polonês

 

Na noite de 9 de setembro, o General Dab-Biernacki, chefe do Exército Prússia, chega a Brest-Litovsk. Sem demora, procura o Marechal Smigly-Rydz que dois antes, instalara ali o seu QG. Os dois chefes apertam-se as mãos e, durante alguns segundos, permanecem em silêncio. Finalmente, Dab-Biernack comunica ao seu superior a tremenda notícia: – Marechal. Está tudo perdido. Os alemães destruíram esta noite o meu exército, na margem direita do Vístula.

Smigly-Rydz, abatido, deixa-se cair em uma cadeira. O aniquilamento do Exército Prússia põe fim às últimas esperanças de constituir uma nova frente defensiva. Nada mais pode deter o avanço alemão para Varsóvia. Dois dias antes, o marechal dera a Dab-Biernacki a ordem de deslocar rapidamente as suas forças para leste do Vístula, mas, em um vertiginoso avanço, as divisões motorizadas de Rundstedt envolveram pelo norte e pelo sul as divisões polonesas e as cercaram. A 8 de setembro a batalha terminava. As últimas três divisões do Exército Prússia foram aniquiladas.

A Wehrmacht, dando estrito cumprimento ao seu plano de campanha, empreendeu em seguida a destruição dos exércitos dos generais Bortnowski e Kurtrzeba, cujas unidades, que tinham mais da metade dos efetivos totais do exército polonês, ficaram isolados a oeste do Vístula.

Na manhã de 10 de setembro, o general Kurtrzeba, inicia um violento ataque para o sul, para golpear o flanco esquerdo da gigantesca cunha lançada pelos alemães e conter o avanço dos blindados para Varsóvia.

A 12 de setembro, o general Kurtrzeba e o general Bortnowski realizam uma conferência às margens do Bzura. Ao sul deste rio, os seus soldados sustentam desesperados combates com as tropas de von Blaskowitz, sob o bombardeio incessante e demolidor da artilharia e dos Stukas. Em poucos minutos, os dois chefes tomam uma resolução extrema. Fracassou o ataque para o sul e, de todas as direções convergem forças alemães. Decidem sustar imediatamente a ofensiva e empreender no dia seguinte a retirada para Varsóvia. Entretanto, já é tarde.

O cerco estendido por von Rundstedt fecha-se inexoravelmente. As  1ª e 4ª DP que se encontravam frente à Varsóvia, dão meia volta e dirigem-se a toda velocidade para o Bzura, para cortar pelo leste, a retirada dos poloneses. Do norte, o 4° Exército de Von Kluge avança em marcha forçada e completa a barreira que, pelo oeste e sul, foi levantada pelo 8° Exército de Blaskowistz. Na manhã de 16 de setembro, os alemães iniciam o ataque. Os Panzers atravessam o Bzura e, aniquilando todas as forças que se colocam pelo caminho alcançam a localidade de à Kiernoczie, situada no centro da gigantesca bolsa. A sorte dos exércitos poloneses está selada. No outro dia, os alemães recrudescem a violência da ofensiva.

Cai a noite. Pelos caminhos que vão ao leste, marcham, e meio a um caos indescritível, milhares de soldados poloneses. Sobre as margens do Bzura, chocam-se com os alemães e se desenrola uma luta furiosa e sangrenta. Duas brigadas de cavalaria conseguem romper o cerco e evadir-se para Varsóvia, através de espessos bosques. O General Kurtrzeba, acompanhado por um grupo de oficiais, consegue também chegar à Capital. O general Bortnowski cai prisioneiro. Ao despontar do dia 18 de setembro, a Luftwaffe lança todos os seus efetivos ao ataque. Com um rugido ensurdecedor, os Stukas abatem-se sobre as indefesas colunas de soldados, metralhando-os sem piedade. Poucas horas depois a batalha termina. Está destruído o grosso do Exército polonês.

O final

 

Enquanto se travam os últimos e sangrentos combates da batalha do Bzura, o 19° Corpo Blindado do general Guderian, avança da Prússia Oriental para o sul e, depois de atravessar o rio Narew e aniquilar as forças polonesas que encontra pelo caminho, flanqueia Varsóvia pela retaguarda. Sem deter a sua marcha, os tanques alemães ocupam a cidade de Brest-Litovsk e, a 16 de setembro, fazem contato com as unidades de von Rundstedt, nas margens do rio Bug. Assim, tal como foi planejado, as forças vindas do norte e do sul fecham finalmente a gigantesca armadilha sobre a totalidade do exército polonês. No dia seguinte, os russos, dando cumprimento às cláusulas secretas do tratado germano-russo, cruzam as fronteiras orientais da Polônia e, avançando rapidamente para oeste, chegam à Brest-Litovsk.

No mesmo dia em que os russos entram na Polônia, o marechal Smigly-Rydz foge para a Romênia. Varsóvia, entretanto continua resistindo. Lá se concentra os restos do Exército polonês que, sob o comando do General Rommel, prepara-se para enfrentar a investida final da Wehrmacht.

Hitler ordena e, a 25 de setembro, começa o bombardeio aéreo maciço de Varsóvia. Por todo o dia, os Stukas metralham e bombardeiam implacavelmente a indefesa cidade. Ao cair da noite e à luz dos incêndios que se propagam por todos os bairros, os alemães iniciam o ataque decisivo. Combatendo furiosamente, os soldados e civis poloneses recuam lentamente para o centro. As munições e víveres se esgotam. Não há medicamentos para atender aos milhares de feridos e falta água.

A 27 de setembro, o general Rommel se rende. Ao meio dia, cessa o fogo e os soldados queimam as bandeiras dos seus regimentos, para que não caíam nas mãos dos alemães. Dois dias depois, as tropas do 8° Exército de von Blaskowitz entram em Varsóvia.

Artigo: Adolfo Luna Neto

As fotos abaixo não necessariamente são da invasão da Polônia, mas refletem o poderio bélico da Alemanha

 

 

 

 

A Incrível História dos Homens-Torpedo italianos – Parte II

A Incrível História dos Homens-Torpedo italianos – Parte I

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Certa madrugada, com a sentinela espanhola dormindo um sono pesado de conhaque, fêz-se a abertura de uma porta no casco do navio, abrindo para o compartimento da proa, abaixo da linha d’água normal. A porta abria para dentro—e fechava tão bem que só mesmo um mergulhador poderia dar por ela. Quando o navio voltou à nivelação normal, o compartimento da proa alagou, mas o porão ficou seco.
O plano era pendurar torpedos-humanos em polias no compartimento da proa. Nas noites de ataque, poderiam ser lançados à água, passando pela porta feita no casco.
Inicialmente, porém, os torpedos tiveram de ser trazidos da Itália. Dêsse modo, os italianos disseram aos espanhóis :
—Temos de reparar as máquinas do navio para nos prepararmos para a vitória.
Se os espanhóis se houvessem mostrado curiosos sobre os caixotes de «tubos para caldeira» que chegaram em caminhão da Itália, teriam descoberto em cada um deles um torpedo-humano de 6,70 m de comprimento.
Diversos ataques foram lançados do Olterra. O primeiro, na noite de 7 de dezembro de 1942, custou a vida a Visintini e seu companheiro. Todas as noites a Marinha Inglesa fazia disseminar, a pequenos intervalos de tempo, cargas explosivas nas águas do porto. Uma dessas cargas matou os dois torpedeiros. Seus corpos foram encontrados duas semanas depois dentro do porto de Gibraltar. Mas o segredo do Olterra continuou inviolado.
Só em maio de 1943 os italianos conseguiram trazer «maquinaria» suficiente para que o Olterra reiniciasse seus ataques. Desta vez abandonaram a esperança de penetrar no porto de Gibraltar, passando a escolher como objetivo navios ancorados ao largo. Na noite de 7 de maio três torpedos-humanos, partindo do Olterra, efetuaram um novo ataque e regressaram sem baixas. Dois cargueiros aliados foram pesadamente danificados, um terceiro perdeu-se inteiramente.
Outro ataque vindo do Olterra teve lugar a 3 de agosto de 1943, dirigido pelo comandante Ernesto Notari. Sob o objetivo—o navio norte-americano Harrison Grey Otis, tipo Liberty, de 7.000 toneladas—Notari encontrou um novo dispositivo de defesa, arame farpado pendente na escuridão. Seu auxiliar era o sub-oficial Giannoli, um substituto de última hora. Relativamente bisonho, Giannoli deixou escapar o cabo que deveria ser passado de um para outro dos frisos laterais e a cabeça do torpedo teve de ser diretamente pinçada à quilha. Enquanto isso se fazia, o torpedo começou a subir. Notari abriu demais as válvulas de emersão e o torpedo mergulhou sem controle. Com os pulmões estourando, a cabeça rébentando, Notan lutava com os controles, enquanto a agulha do indicador de profundidade ia passando do limite de 34 metros—três vezes a profundidade normal de treinamento.
Tão rápido como mergulhara, o torpedo disparou para a superfície. Notari pensou espatifar a cabeça de encontro ao fundo do navio ou estraçalhar a roupa de borracha nos arames farpados, mas, com um forte ruído peculiar, o torpedo rompeu a água e se encontrava a um metro de distância do navio.
Semi-inconsciente, incapaz de pensar ou de agir, Notari permaneceu tombado sobre os botões de controle, aguardando gritos ou tiros. Nada aconteceu. Lentamente, readquiriu a capacidade de raciocínio. O motor só funcionava à velocidade máxima, e, a essa velocidade, mergulhar era impossível.
Optou pela única possibilidade de salvação que lhe restava—a retirada a toda velocidade pela superfície, numa extensão de cerca de quatro milhas, esperando que a qualquer momento a viva fosforescência da água em sua esteira pusesse um barco-patrulha no seu encalço.
Então aconteceu um milagre. Um cardume de golfinhos fez-lhe companhia até Algeciras, brincando e proporcionando-lhe assim um perfeito disfarce para a sua esteira e um regresso seguro ao Olterra.
Nesse ínterim, Giannoli, arrancado de seu assento no torpedo pela velocidade do mergulho, mantinha-se à tona, do outro lado do navio, pensando que Notari se tivesse afogado. Nadou para a popa, desvencilhou-se do equipamento respiratório e do invólucro de borracha e, durante duas horas, deixou-se ficar agarrado ao leme, gelando na água por dentro do macacão de lã.
Quando, pelos seus cálculos, seus companheiros já deviam estar de volta ao Olterra e, portanto, se aproximava o momento da explosão da ogiva de combate que ele próprio havia fixado, nadou ao longo do navio e gritou por socorro.
Foi içado para bordo. A notícia de sua captura foi imediatamente radiografada para o Comando Naval, que, sem perda de tempo, enviou uma lancha-patrulha, com um tripulante mergulhador, ao Harrison Grey Otis, para recolher o prisioneiro e examinar o navio. A lancha foi atada junto ao costado.
Já Giannoli tinha sido levado para a lancha e o suboficial Bell, o mergulhador, estava metendo o pé na água, quando a carga de 230 quilos explodiu do outro lado do navio.
A explosão abriu um enorme rombo na casa das máquinas. Um estilhaço, atravessando toda a largura do navio, matou o marinheiro que guardava Giannoli junto à roda do leme.
Minutos depois dessa explosão, a ogiva de combate do aspirante Cella partia em dois o navio-tanque norueguês Thorshovdi, espalhando pela baía grandes manchas de óleo grosso. A terceira bomba avariou seriamente o Stanridge, navio inglês de 6 mil toneladas. Os três navios afundaram em água rasa.’
Com exceção de Giannoli, todos os italianos regressaram sãos e salvos ao Olterra, partindo no dia seguinte para a Itália.
Os GRUPOS de assalto italianos não limitaram suas atividades à área de Gibraltar. Em 1941, três torpedos-humanos italianos penetraram no porto de Alexandria e, graças à ação dos seis homens que os tripulavam, alterou-se do dia para a noite o equilíbrio do poder naval no Mediterrâneo oriental, ficando os Aliados em inferioridade.
Às três horas da madrugada do dia 19 de dezembro, dois italianos—o Tenente de La Penne e o suboficial Bianchi—foram vistos nadando ao longo do navio de combate Valiant, que se encontrava no porto, juntamente com seu companheiro de classe, o Queen Elizabeth. Os dois homens foram içados para bordo, mas nenhum deles respondeu às perguntas que lhes foram feitas. O Comandante Morgan (mais tarde Vice-Almirante Sir Charles Morgan) ordenou sua detenção no porão do navio, no ponto em que imaginava que houvessem colocado uma ogiva de combate. Por espaço de duas horas e meia os italianos permaneceram calados.
Às 5 e 45, o Tenente de La Penne pediu para falar ao comandante. Disse:
—Quero preveni-lo de que seu navio vai sofrer uma explosão em poucos minutos.
Não quis dizer mais nada. O comandante Morgan deu ordens para que a tripulação subisse ao convés e mandou fechar as portas de vedamento d’água. Às 6 horas e 4 minutos uma forte explosão pôs o Valiant fora de ação. Não houve baixas a lamentar.
Quase simultaneamente a casa das máquinas do Queen Elizabeíh foi avariada e inundada por outra explosão de igual violência. Um navio-tanque ancorado perto perdeu a popa e as hélices.
Em 1944, depois do armistício italiano, o Tenente de La Penne ingressou nas unidades de assalto dos Aliados e tomou parte, com distinção e nobreza, num ataque combinado anglo-italiano aos navios do porto de Spezia, sob domínio alemão. Um cruzador e um submarino foram afundados. O Almirante Morgan pretendeu obter para o Tenente de La Penne uma condecoração britânica, mas a Itália estava ainda em guerra com a Inglaterra e a condecoração foi recusada.
EM MARÇO de 1945 o Príncipe Regente da Itália foi a Taranto inspecionar as unidades navais italianas que serviam junto aos Aliados, e distribuiu condecorações. O Tenente de La Penne adiantou-se para receber a medalha de ouro concedida por sua bravura no ataque ao Valiant. O Príncipe Umberto voltou-se para o Almirante Morgan:
—Venha aqui, Morgan, disse. Isto lhe compete.
O Almirante Morgan tomou a medalha e colocou-a no peito do homem que três anos antes pusera fora de ação o navio sob seu comando.

O Teatro do Pacífico e Toda a sua Destruição

No início de dezembro publicamos um artigo que tinha como título uma pergunta:  Teatro de Operações do Pacífico – O Pior da Guerra? Esse tipo de pergunta é aquela que não há uma resposta conclusiva. Todos estão certos, todos os fronts foram terríveis, principalmente para aqueles que lutaram. A FEB lutou em dois períodos distintos e, para uma tropa saída dos trópicos, podemos afirmar que lutou bravamente no frio. Mas o Pacífico tem algumas peculiaridades tenebrosas, além das doenças tropicais, do isolamento a qual as tropas eram submetidas e das constantes alterações de terreno que as tropas tiveram que lutar contra um inimigo que, diferentemente de outros povos, lutava por um semi-deus que possuía pleno poder sobre a lealdade do soldado! Não creio que esse conjunto de fatores torna o PIOR dos Fronts, mas torna-o diferente, em uma guerra diferente!

 Estamos publicando a melhor, na nossa humilde opinião, coleção de fotos sobre o Teatro de Operações do Pacífico, não apenas pela sua dramaticidade, mas principalmente pela coragem dos fotógrafos da Associated Press por serem um soldado junto com a tropa ou estarem em um avião ou um navio realizando um registro que hoje fascina, mas que amedrontou o mundo naqueles anos de profunda tristeza para a humanidade.

Quatro transportes japonês, atingidos por dois navios de superfície e aeronaves americanas. Encalhados e queimando em Tassafaronga, a oeste de posições em Guadalcanal, em 16 de novembro de 1942. Eles faziam parte da força enorme de embarcações em 13 de novembro e 14. Somente estes quatro chegaram Guadalcanal. Eles foram completamente destruídos por armas de fogo de artilharia dos navios, e de aeronaves.(AP Photo).

Seguindo a tampa de um tanque, a infantaria americana assegura uma área em Bougainville, Ilhas Salomão, em março de 1944, depois que as forças japonesas infiltraram em suas linhas durante a noite.(AP Photo)

Torpedeado destroyer japonês Yamakaze, fotografados através de periscópio de USS Nautilus, 25 de junho de 1942. O Yamakaze afundou dentro de cinco minutos depois de ser atingido, não houve sobreviventes.(AP Photo / US Navy).

Patrulha de reconhecimento americana entra em selvas densas na Nova Guiné, em 18 de dezembro de 1942. O tenente Philip Winson tinha perdido uma de suas botas ao construir uma jangada e fez um improviso de uma folha de terra e de cintas de um de seus kits para subir na elevação.(AP Photo / Ed Widdis)

Soldados japoneses mortos, em Guadalcanal nas Ilhas Salomão, após o ataque de Marines em agosto de 1942.

Um soldado australiano capacete, rifle na mão, tem vista sobre uma paisagem típica de Nova Guiné nos arredores de Milne Bay em 31 de outubro de 1942, em que uma tentativa anterior de invasão japonesa foi derrotada pelos defensores australianos.(AP Photo)

Bombardeiros japoneses voam muito baixo para um ataque a navios de guerra dos EUA e transportadores, em 25 de setembro de 1942, em um local desconhecido no Oceano Pacífico. (AP Photo)

Em 24 de agosto de 1942, durante a operação na costa das Ilhas Salomão, a USS Enterprise sofreu pesados ​​ataques por bombardeiros japoneses. Vários ataques diretos sobre o convés de voo mataram 74 homens. O fotógrafo da imagem estava entre os mortos(Foto: AP).

A boia de calções é colocado em serviço para transferência de um destróier dos EUA para uma cruzador de sobreviventes em um navio, 14 de novembro de 1942 que tinha sido afundado em ação naval contra os japoneses fora de Santa Cruz, ilhas do Pacífico Sul em 26 de outubro. A Marinha americana voltou-se aos japoneses na batalha, mas perdeu um porta-aviões e um contratorpedeiro.(AP Photo)

Estes prisioneiros japoneses estavam entre os capturados pelas forças dos EUA na ilha de Guadalcanal, nas Ilhas Salomão, mostrado 05 de novembro de 1942.(AP Photo).

Aviões em novembro de 1943.(AP Photo)

Agachado, Marines das primeiras levas em uma praia na Ilha de Tarawa para tomar o aeroporto japonês em 2 de dezembro de 1943.(AP Photo).

Baterias secundárias de um cruzador americano formando esse padrão de anéis de fumaça. Ilhas Makin,  antes de as forças dos EUA invadiram o atol em 20 de novembro de 1943.(AP Photo).

As tropas da infantaria 165, o ex-New York “Fighting 69” avança na praia de Butaritari, Atol Makin, que já estava em chamas graças ao bombardeio naval que precedeu em 20 de novembro de 1943. As forças americanas tomaram o Atol.(AP Photo)

Corpos espalhados de soldados americanos na praia de Tarawa, testemunham a ferocidade da batalha por esse trecho da areia durante a invasão dos EUA das ilhas Gilbert, no final de novembro de 1943. Durante a Batalha de 3 dias de Tarawa, cerca de 1.000 fuzileiros navais morreram, e outro 687 marinheiros da Marinha dos EUA perderam suas vidas quando o USS Liscome Bay foi afundado por um torpedo japonês.(AP Photo)

Marines são vistos avançando contra as posições japonesas durante a invasão em Tarawa, neste final de novembro 1943 da foto. Dos quase 5.000 soldados japoneses e trabalhadores na ilha, apenas 146 foram capturados, os demais foram mortos.(AP Photo)

Infantaria da Companhia “I” aguardam a ordem para avançar em busca de forças japonesas recuadas na Frente Ilha Lavella, nas Ilhas Salomão, em 13 de setembro de 1943.(Exército dos EUA)

Dois de doze A-20 Havoc bombardeiros leves em uma missão contra o Kokas, Indonésia em julho de 1943. Quando um dos bombardeiros foi atingido por fogo antiaéreo após ter deixado cair suas bombas, e mergulhou no mar, matando dois membros da tripulação.(USAF).

Pequenas embarcações japonesas fogem de navios de maior porte durante um ataque americano sobre Porto de Tonolei, base de japoneses na Ilha de Bougainville, em 09 de outubro de 1943.(AP Photo / US Navy).

Dois fuzileiros lança-chamas em defesas japonesas que bloqueiam o caminho para o Monte Suribachi em Iwo Jima em 4 de março de 1945. À esquerda está Soldado Richard Klatt, do Norte de Fond Dulac, Wisconsin, e à direita é Soldado Wilfred Voegeli.(AP Photo / US Marine Corps)

Um membro de uma patrulha descobre esse escondendo de uma família japonesa em uma caverna nas encostas, 21 de junho de 1944, em Saipan. A mãe, quatro filhos e um cachorro se refugiaram na caverna da luta feroz na área durante a invasão dos EUA das Ilhas Marianas.(AP Photo)

Colunas de tropa embarcadas em um LCI (Landing Craft, Infantry) trilha na sequência de um LST (Landing Ship, Tank) em rota para a invasão do Cabo Sansapor, Nova Guiné em 1944. (1 Cl. Harry R. Watson / Guarda Costeira dos EUA)

Com o seu artilheiro visível no cockpit de traz de um bombardeiro de mergulho japonês, a fumaça saindo da carenagem,  caminha para a destruição na água abaixo depois de ser atingido perto de Truk, reduto japonês nas Carolinas, por um PB4Y da Marinha americana em 02 de julho de 1944 . Tenente Comandante William Janeshek, piloto do avião norte-americano, disse que o artilheiro agiu como se ele estivesse prestes a ser resgatado e, de repente, sentou-se e ainda estava no avião quando ele atingiu a água e explodiu.(AP Photo / US Navy)

Detalhes Históricos Gerais da Segunda Guerra

Aparências

A Guerra entra no seu quarto ano contra o Japão, as forças militares chinesas reforçam a sua força aérea, produzindo seus próprios armamentos, e formação dos seus militares nos modernos métodos de guerra. Aqui, cadetes chineses, em trajes de batalha, que curiosamente tem similaridade com o capacete de aço alemão. Em algum lugar na China, em 11 de julho de 1940. (Foto: AP).

Infantaria

Infantaria britânica na posição em uma trincheira rasa perto Bardia, um porto líbio, que havia sido ocupado por forças italianas, e foi tomada pelos Aliados em 05 de janeiro de 1941, após um cerco de 20 dias.(AP Photo).

Aviões Aliados

Em uma formação rochosa, um bombardeiro britânico decola em 15 de maio de 1941, de algum lugar no leste da África, deixando para trás um rastro de fumaça e areia. (AP Photo).

No Mar

Navios de guerra da Frota do Mediterrâneo britânicos bombardearam Fort Cupuzzo em Bardia, na Líbia, em 21 de junho de 1940. A bordo de um dos navios de guerra estava um fotógrafo oficial que gravou imagens durante o bombardeio. Antiaérea e o disparo de armas prontas para a ação. (AP Photo).

Na África

Uma vista aérea de Tobruk, na Líbia, mostrando depósitos de gasolina queimando após ataques pelas Forças Aliadas em 1941.(AP Photo).

Marcha de Prisioneiros

Bardia, um porto fortificado da Líbia, foi capturado pelas forças britânicas, com mais de 38.000 prisioneiros italianos, incluindo quatro generais, e vastas quantidades de material de guerra. Um fluxo interminável de prisioneiros italianos deixa Bardia, em 05 de fevereiro de 1941, depois que os australianos tomaram a local. (AP Photo).

No deserto

Um esquadrão através do deserto egípcio em janeiro de 1941. As tropas realizavam manobras em preparação para a campanha dos Aliados no norte da África.(AP Photo).

Que Serviço!

Preparação uma bomba para a missão contra as forças italianas em campanha na África. 24 de outubro de 1940.(AP Photo).

Patrulha de Ataque!

Patrulha de aviões de combate britânicos, voando sobre um setor Oriente Médio, quebrou formação para atacar aeronaves inimigas, em 28 de dezembro de 1940.(AP Photo).

Morto

O corpo de um soldado italiano encontra-se caído durante a batalha, em uma fortaleza de pedra em algum lugar do deserto ocidental da Líbia, em 11 de fevereiro 1941.

O Rei

Haile Selassie (direita), imperador exilado da Etiópia, cujo império foi absorvido pela Itália, retorna com um exército etíope recrutados para ajudar os ingleses na África, em 19 de fevereiro de 1941. Aqui, o imperador inspeciona um aeroporto, um intérprete ao seu lado. Em 05 de maio de 1941, depois de os italianos na Etiópia foram derrotados pelas tropas aliadas, Selassie voltou para Adis Abeba, e retomou a sua posição como governante.(AP Photo).

Highlanders

Highlanders, um regimento de infantaria escocesa do exército britânico, e tropas indianas passado a Grande Pirâmide no deserto Africano do Norte, em 09 de dezembro de 1940.(AP Photo).

Rommel

Marechal de Campo general Erwin Rommel, comandante do Korps Afrika, bebendo com um oficial alemão não identificado. Eles estão sentados em um carro durante a inspeção das tropas alemãs enviadas para auxiliar o exército italiano na Líbia em 1941.(Foto: AP ).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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