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Arquivo para a categoria ‘Mais Assuntos’

Um Soldado de Infantaria – SEMPRE!

 Particularmente não poderia deixar de publicar a inestimável contribuição desse SOLDADO DE INFANTARIA DA POLÍCIA DO EXÉRCITO, PE Bendl, diga-se de passagem 07-29 (Quem é PE SABE!), enviou o comentário sobre o Dia da Infantaria e, mesmo que alguns não entendem o verdadeiro valor da Infantaria, essa tem por premissa honrar o sangue derramado dos nossos antepassados na defesa da terra e dos nossos valores. Essa é a INFANTARIA!

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Imensa formação de brancas cruzes, Desfile mortuário de fantasmas, Exótico mercado de miasmas, Exposição de ossadas e de urzes… Calado e mudo queda-se o canhão, Apenas trevas cobrem a amplidão, Que outrora foi um campo batalha… Calada e muda queda-se a metralha, É morta na garganta a voz do obus, O sabre traiçoeiro não reluz Dilacerando, ensangüentado a terra… A paz voltou, é terminada a guerra. Os heróis tombaram das alturas, Os covardes e os bravos olvidados, Seus feitos aos livros relegados, Nada mais resta, apenas sepulturas. E eu? Quem sou? Perguntam eu quem sou? Pois bem, eu lhes direi: sou um soldado, Igual a qualquer outro que avançou, combateu, foi derrubado. Cruzes iguais… Terrivelmente iguais… Exército que cresce mais e mais, No festim diabólico da morte. Aqui jaz o covarde. Ali o forte. Aqui dorme um estranho. Ali estou eu… Mas ninguém sabe como ele morreu… Não se lembram do campo de batalha, Nunca ouviram o riso da metralha… Não sentiram tremer o corpo inteiro Ante o rugido brutal de um morteiro… Não viram a cor dos olhos do inimigo. Não sentiram o medo do perigo, Que vos faz desejar a morte breve. Nunca sonharam. Nunca, nem de leve. Mas… Nem todos se esqueceram do soldado Que está longe, bem longe sepultado… Mamãe, minha boa mãe, se tu soubesses Que tua imagem adornei com flores, Que tuas flores foram minhas preces, Preces colhidas no jardim das dores… Minha querida mãe, se te contasse O medo que senti sem teu carinho, Um medo horrível de morrer sozinho. Medo mesmo que o medo me matasse… Mas deixei meu abrigo e avancei Julgando ver a morte a cada passo Ao ouvir o sibilar de um estilhaço… Parei… Pensei em ti… Continuei… Minha querida mãe se te dissesse Que quando derrubou-me uma granada Atirando-me na terra enlameada, Foi por ti que chamei desesperado. Por um momento deixei de ser soldado E fui novamente uma criança Sentindo na morte a esperança De ainda adormecer no teu regaço. Mamãe. Matou-me um estilhaço… Minha querida noiva, por que choras? Relembras por certo as boas horas Que passamos juntos. Só nós dois… Íamos casar. Lembra-te ? E depois… E depois uma casa retirada. Cortinas nas janelas enfeitadas, Tu me esperando… eu vindo do quartel… A nossa casa um pequenino céu, Aberto a vinda de um herdeiro… Meu sonho, meu sonho derradeiro, Foi de beijar-te antes de morrer. Mas ao golpe frio da granada, Beijei apenas a terra ensangüentada. Mamãe, minha noiva, aqui se encerra Uma história de sangue, esta é a guerra. Não chorem. Tudo é terminado Rápido como coisa de soldado… Mas mamãe… Se novamente a pobre humanidade Mais uma vez em busca da verdade Rufar seus tambores sobre a Terra Anunciando mais sangue e outra guerra, Se outro filho a Pátria te exigir, Sem lágrimas mamãe, deixe-o ir… Embora te destrua o coração, Ainda que te alquebre a agonia Faça-me um favor mamãe, Peça a esse irmão, Para que seja também da INFANTARIA !

PE Bendl e PE Cassal

Exemplo dos Valores da Infantaria Sargento Rigoberto Souza – 11º Regimento de Infantaria da Força Expedicionária Brasileira

 

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O BLOG nas Redes Sociais

   Estamos disponibilizando no Facebook, no Orkut e no Twitter três canais de comunicação e debate do BLOG. Nas Comunidades vamos disponibilizar, além dos debates todas as fotos já publicadas pelo BLOG, fazendo republicações dos mais de 500 posts que já passaram pelo BLOG.

 Adicionem as comunidades e sigam no Twitter que teremos bons debates e surpresas legais:

FACEBOOK

http://www.facebook.com/profile.php?id=100003850068831

 

ORKUT

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=122476866

 

Twitter

https://twitter.com/#!/mirandahistory

 

Ganhadores da Promoção – 500 Mil Acessos!

Amigos a Promoção dos 500 mil acessos foi encerrada. Agradecemos os quase 1000 votos e emails enviados. Segue o nome dos ganhadores:

1. Tayná Romitti - Coleção da Segunda Guerra Battefield – Editora Abril

2. Mauro Moriarty - Enciclopédia Sobre a Segunda Guerra – Edição RARA da Década de 60 – Editora Primor.

3. Anderson Panzer – Camisa Estilizada da Segunda Guerra

4. Pedro Ferreira - Caneca Personalizada

5. Vinicius Latuada  - DVD – The Longest Day (O Dia Mais Longo) – Filme de 1962 sobre o Dia D

 Os sorteados devem enviar email para blogchicomiranda@gmail.com informando o endereço para que possamos enviar a partir do início do próximo mês.

 PARABÉNS AOS CONTEMPLADOS E OBRIGADO A TODOS. E OBRIGADO A TODOS OS PARTICIPANTES!

AGUARDEM MAIS SURPRESAS ESTÃO POR VIR

 

 

 

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Pixação nos Muros de Berlim! Aviso aos Invasores – Parte II

Continuação de interessante sequência de fotos que foram capturadas logo depois a invasão da queda de Berlim em 1945. Quem quiser melhorar ou retificar a tradução, por favor fiquem à vontade!

Vitoriosos apesar do Terror

Vitoriosos, apesar do Terror

Façamos: A Vitória Total!

Protejam nossas crianças e mulheres ...(quem quiser ajudar nessa tradução)

Tradução enviada no comentário por Alexmarques  “Proteja nossas mulheres e crianças da besta (ou animal) vermelha”

Ouvintes Inimigos e Propagadores de Boatos da traição nacional encontram a morte (melhor tradução)

Idem

Viva o Führer!

Um Povo, Uma Nação, Um Líder

Um Povo, Uma Nação, Um Líder

você quer Berlim - mas Moscou recebe você - tradução livre

Agora, mais do que nunca:Heil Hitler!

Os Navios Brasileiros Torpedeados – Terceira Parte

           O Navio “Cabedelo” consta nos anais ter sido torpedeado pelo submarino italiano Leonardo Da Vinci, entretanto o Almirante Saldanha, pesquisando junto ao Almirantado italiano, não obteve esta confirmação. Originalmente, esta embarcação se chamava “Préssia” e foi comprado na Alemanha, pertencendo ao Lóide Brasileiro e tinha 3.557 toneladas, e seu comandante era o Capitão Pedro Veloso da Silveira, e sua tripulação era composta por 13 oficiais, 3 suboficiais e 37 marinheiros, totalizando 54 homens.

             Ele partiu da Filadélfia, nos Estados Unidos com destino ao porto brasileiro que lhe deu o nome, mas não completou a viagem. Desaparecido a mais de um mês, fez com que o Itamaraty entrasse em contato com a embaixada em Washington, e esta com o Departamento de Marinha Mercante em busca de informações sobre o paradeiro da embarcação.

             Nada foi informado e, consta que viajando ao largo das Antilhas, transportando uma carga de carvão, na posição 16ºN e 49ºW no dia 25 de Fevereiro, cruzou com o submarino italiano sob comando do Capitão Longanesi-Catani, que o atacou não deixando sobreviventes.

Navio Olinda

              O torpedeamento do Navio “Olinda” provocou muitos protestos do governo brasileiro. Ele viajava com a nossa bandeira pintada no casco e fartamente iluminado e, no dia 18 de Fevereiro de 1942 e recebeu tiros de canhão provenientes do submarino alemão U-432 que, por ordem do seu comandante Heinz Otto Schultz,  havia submergido.

             Todos os tripulantes foram recolhidos ás baleeiras, e o comandante do submarino o fez atracar o mesmo à baleeira de seu comandante Jacob Banemond, o intimando a ir a bordo da nave agressora em companhia do radio telegrafista e, em inglês foram submetidos a interrogatório sobre a carga e os papéis do navio. Após o término, foram fotografados e levados de volta à baleeira.

             Os náufragos chegaram às parais americanas e, quando perguntados, afirmaram com toda a certeza tratar-se de um submarino alemão, pintado de cor escura, cujo tamanho se comparava aos três submarinos comprados na Itália pelo Brasil.

             Este ataque levou o Chanceler Oswaldo Aranha, a formular veementes protestos através de Portugal, país encarregado de tratar os assuntos brasileiros junto ao III Reich. Em 11 de Março de 1942, foi assinado o decreto Lei nº 4.166, que dispunha “sobr indenizações devidas por atos de agressão contra bens do Estado Brasileiro e contra a vida e bens de brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil”.

             De nada valeram essas e outras sanções, pois os torpedeamentos se sucederam em ritmo acelerado, cortando as nossa comunicações marítimas e aumentando dia a dia o números de vítimas indefesas.

Navio Olinda

                                                                    

              O Navio “Arabutã(Arabutan)”, partiu do Porto de Norfolk e, ao passar a cerca de 80 milhas só babo Hatteras, na Carolina do Norte, com uma carga de carvão destinada à Central do Brasil, recebeu o impacto de torpedo disparado pelo submarino alemão U-155, sob comando do Capitão Adolf Cornellios Piening.

             A tripulação brasileira, sob o comando do Capitão Aníbal Prado, era composta de 51 homens, dos quais um faleceu, o enfermeiro de bordo Manoel Florêncio Coimbra, atingido pela explosão do torpedo.

             Após o navio ser atingido, o submarino submergiu para assistir ao macabro espetáculo da tentativa de salvamento da tripulação e, depois de dar a volta inteira ao redor dos barcos de salvamento em marcha lenta retirou-se. O Navio “Arabutã” afundou em vinte minutos.

Navio Arabutã

Os Navios Brasileiros Torpedeados!

 Deixa-me aterrorizado ver professores de História explicando ao aluno do ensino médio que o Brasil entrou na Segunda Guerra por ter navios mercantes “supostamente” serem afundados por submarinos alemães. Isso é uma aberração histórica. Já publiquei outros artigos sobre as evidências e provas irrefutáveis que atestam para operações submarinas no Atlântico Sul. Infelizmente parece que alguns professores deixam de lado a análise histórica para colocar em prática o antiamericanismo de formação tendenciosa. Os alemães atingiram os navios brasileiros! Fato! Qualquer tipo de questionamento deverá ser pautado apenas pela observância do argumento histórico, é assim que as coisas funcionam. Pelo menos para os historiadores sérios.

 Estamos publicando uma série de artigos sobre os torpedeamentos dos navios brasileiros. Essas publicações foram realizadas pelo pesquisador Rigoberto Souza Júnior que, como colaborador da verdade histórica nos enviou para divulgação. A História agradece!

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 O Brasil entra na 2ª Guerra Mundial

            Na reunião do Rio de Janeiro, que ocorreu na cidade do Rio de Janeiro de 1942, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, o Dr. Oswaldo Aranha comunicou no último dia deste encontro(28 de Janeiro) que, cumprindo ordem do seu governo, os nossos representantes diplomáticos em Berlim, Tóquio, e o encarregado de negócios em Roma estavam comunicando aos respectivos governos, junto aos quais estavam credenciados, que o Brasil estava cortando relações definitivamente com eles, solidarizando-se com as repúblicas deste continente, as quais estava ligado por laços de amizade.

             Em represália à atitude brasileira, os submarinos alemães e italianos passaram a atacar nossos navios mercantes, embora estes viajassem com a bandeira brasileira pintada nos dois lados do casco e no convés. Os navios de  passageiros navegavam mais próximo possível da costa e totalmente acesos.

             A declaração de guerra do Brasil não podia deixar de ocorrer, uma vez que nossa dignidade e a nossa soberania haviam sidos ofendidas.

             O Brasil vinha sofrendo pressões por mar por parte da França e da Inglaterra, e  a prova disto foi o incidente com o Navio “Buarque”, no dia 27 de Setembro de 1940, quando este se encontrava em Port of Spain (Trinidad e Tobago) e as autoridades locais de controle ao contrabando de guerra retiraram dele 32 caixas e 32 fardos destinados a países neutros e que estavam sendo transportados em um navio neutro. Outro caso a ser citado, ocorreu com o Navio “Itapé”, que na madrugada de 1º de Dezembro de 1940, ao longo do território brasileiro, a 18 milhas do Farol de São Tomé, foi abordado por um cruzador inglês que dele retirou 22 cidadãos alemães que viajavam com destino à Região Norte.

            Posteriormente o Navio “Siqueira Campos”, queno início de Outubro de 1940, quando retornava da Europa, transportando cerca de 400 passageiros, mercadorias e armamentos adquiridos na Alemanha em 25 de Agosto de 1938, só sendo entregue naquela época, foi obrigado pelas autoridades inglesas de policiamento em alto mar, a recolher-se à Base de Gibraltar. Somente no dia 18 de Dezembro de 1940, tiveram autorização para seguir viagem, assim mesmo, depois de muitas rodadas de negociações, como também ao precário estado de saúde em que se encontravam os passageiros e tripulantes.

             A primeira vítima brasileira da declaração de Guerra às Potências do Eixo, foi o conferente do Navio “Taubaté”, quando este viajava com destino ao Porto de Alexandria(Egito) transportando somente mercadorias, e com a bandeira pintada dos dois lados, sendo atacado com fogos de metralhadora de um avião alemão e, que apesar dos lenços brancos içados, e de ter parado as máquinas, sofreu ataque por cerca de 70 minutos, matando o conferente que estava no passadiço.

Navio Taubaté

 

Navio Siqueira Campos

 

 


Malfeitos, Malfeitores e Malfazejos

 Já que estamos hoje reavivando o papel das forças políticas que atentam contra a credibilidade de homens forjados pela honra, apego e amor pelo país. Segue abaixo artigo escrito magistralmente pelo General Maynard Marques de Santa Rosa.

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Por: Maynard Marques de Santa Rosa

A prática de relativizar conceitos não encontra limites na propaganda petista que nos governa. Agora mesmo, adota-se o eufemismo de malfeito, para qualificar delitos como corrupção ou roubo no governo, procurando abrandar o impacto na opinião do povo.

Contudo, quem comete malfeito é malfeitor. E se este age como psicopata, comprazendo-se no mal e jactando-se, por exemplo, da prática hedionda do aborto, é malfazejo.

Outro problema é que a denotação é genérica e pode ser estendida a qualquer desmando, como o fato de aplicar, arbitrariamente, um bilhão em dinheiro público na recuperação de porto estrangeiro, a fim de salvar uma economia falida, sem submeter-se ao debate popular e autorização formal do Congresso.

Enquanto isso, nossa diplomacia surfa na onda dos BRIC`s, com o Brasil desarmado e o setor de Defesa sucateado.

Já a intolerância ao contraditório, explícita na censura aos oficiais da reserva, revela o despotismo encastelado no Planalto, caracterizando um malfeito, digamos, menos democrático, por ignorar o Art. 5º da CF (inciso IV): “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.

Na França jacobina, quando Hébert radicalizou à esquerda e Danton tornou-se moderado, contrariando o “incorruptível”, Robespierre engendrou motivos para guilhotiná-los. Felizmente, para nós, os tempos são outros.

Aqui, o gramscismo subjacente nas decisões políticas mantém mobilizada a sociedade civil, por meio do “Terceiro Setor”, em favor dos candidatos ideológicos da base do governo, desde 2002. Em 2007, certas publicações estimavam em R$ 44 bilhões o total dos repasses federais às ONG`s, tudo à margem do SIAFI e sem controle do TCU. Portanto, é com dinheiro público que se financiam os malfeitos dos movimentos sociais, como invasões do MST e outras operações inconfessáveis, resguardados na “Cláusula de Parceria” da Lei das OSCIP`s.

 Antes de completados os tentáculos do Leviatã, velemos todos pela autonomia do Judiciário, último recurso da liberdade, pois que “O conformismo é carcereiro da liberdade e inimigo do crescimento” (John Kennedy).

Artigos sobre o Protesto dos Militares da Reserva

Nunca foi o objetivo desse BLOG politizar ou ser tendencioso em questões contemporâneas, contudo os assuntos dos posts abaixo é mais uma reflexão histórica do que um partidarismo. Não queremos discutir ou entrar em debates sobre a legitimidade da Comissão da Verdade, mas a injustiça na imposição do silêncio a um setor tão importante da sociedade quanto os militares é um precedente extremamente perigoso para um país com a maturidade democrática que alega ter. Se o julgamento do passado for com o objetivo de fazer com que o Brasil conheça sua própria História, isso é salutar e deve ser implementado, mas é imperativo que englobe todos os culpados, inclusive os que cometerem crimes em nome de uma revolução que nunca aconteceu.

Como podemos começar a discutir a verdade se um dos lados tem seu direito de livre expressão caçado?

Íntegra de novo manifesto de militares da reserva

Gol de placa de Amorim: em 4 dias, decisão destrambelhada e ilegal de punir militares da reserva gera 500 novas adesões.

Gol de placa de Amorim: em 4 dias, decisão destrambelhada e ilegal de punir militares da reserva gera 500 novas adesões.

Pois é… Na manhã de ontem, eram 455 os militares da reserva que haviam assinado o texto de protesto contra a censura praticada pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, a um manifesto dos clubes militares. Achando que não bastava a censura já ilegal ao texto — a lei garante aos clubes o direito de se pronunciar —-, a dupla do barulho também decidiu punir os signatários do segundo documento, o que é igualmente ilegal. Eram, então, 98.

Pois é. Ontem de manhã, a lista já trazia 455 militares — 61 generais. No último balanço, feito às 23h, os números haviam mudado bastante: 66 generais,  338  coronéis, 67 tenentes-coronéis, 13  majores, 29 capitães, 36 tenentes, 23 subtenentes, 21 sargentos e 5 cabos e soldados. Ao todo, são 598 militares, um desembargador do TJ-RJ e 272 civis.

Relembro: 1 – A lei garante aos militares da reserva o direito de se manifestar; 2 – o segundo texto, que motivou a decisão de punir os militares, não contesta a autoridade de Amorim coisa nenhuma; diz que ele não tem autoridade específica, isto é, para tirar um manifesto do ar, como fez.

Foi mesmo um gol de placa do Megalonanico, que é quem está botando fogo na governanta. Em quatro dias, ele conseguiu aumentar em 500 as adesões ao protesto. Exibe, assim, a mesma eficiência já demonstrada no Itamaraty. Quem não se lembra daquela brilhante operação para reconduzir Manuel Zelaya, o maluco do Chapelão, no poder em Honduras? Ou a estupefaciente negociação sobre o programa nuclear iraniano?

O Colosso de Rhodes da diplomacia dá agora suas luzes na Defesa!

PS: Qualquer um que debata este assunto sem discutir o conteúdo da Lei 7.524 é vigarista. De novo: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art 1º Respeitados os limites estabelecidos na lei civil, é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.

Por Reinaldo Azevedo

Íntegra de novo manifesto de militares da reserva

“ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”

 Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente. Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar, a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.

O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria. A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns. O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP). O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria. Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo. Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.

OFICIAIS GENERAIS Gen Gilberto Barbosa de Figueiredo Gen  Amaury Sá Freire de Lima Gen Cássio Cunha Gen Ulisses Lisboa Perazzo Lannes Gen Marco Antonio Tilscher Saraiva Gen Aricildes de Moraes Motta Gen Tirteu Frota  Gen César Augusto Nicodemus de Souza Gen Marco Antonio Felício da Silva Gen Bda Newton Mousinho de Albuquerque Gen Paulo César Lima de Siqueira Gen Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira Gen Elieser Girão Monteiro

OFICIAIS SUPERIORES  Cel Carlos de Souza Scheliga Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis Cel Seixas Marques Cel Pedro Moezia de Lima Cel Cláudio Miguez Cel Yvo Salvany Cel Ernesto Caruso Cel Juvêncio Saldanha Lemos Cel Paulo Ricardo Paiva Cel Raul Borges Cel Rubens Del Nero Cel Ronaldo Pimenta Carvalho Cel Jarbas Guimarães Pontes Cel Miguel Netto Armando Cel Florimar Ferreira Coutinho Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes Cel Carlos Rodolfo Bopp Cel Nilton Correa Lampert Cel Horacio de Godoy Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes Cel Luiz Veríssimo de Castro Cel  Sergio Marinho de Carvalho Cel Antenor dos Santos Oliveira Cel Josã de Mattos Medeiros Cel Mario Monteiro Campos Cel Armando Binari Wyatt Cel Antonio Osvaldo Silvano Cel Alédio P. Fernandes Cel Francisco Zacarias  Cel Paulo Baciuk Cel Julio da Cunha Fournier   Cel Arnaldo N. Fleury Curado Cel Walter de Campos Cel Silvério Mendes Cel Luiz Carvalho Silva Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha Cel Wadir Abbês Cel Flavio Bisch Fabres Cel Flavio Acauan Souto Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá Cel Plotino Ladeira da Matta Cel Jacob Cesar Ribas Filho  Cel Murilo Silva de Souza Cel Gilson Fernandes Cel José Leopoldino Cel Evani Lima e Silva  Cel Antonio Medina Filho Cel José Eymard Bonfim Borges Cel Dirceu Wolmann Junior Cel Sérgio Lobo Rodrigues Cel Jones Amaral Cel Moacyr Mansur de Carvalho Cel Waine Canto Cel Moacyr Guimarães de Oliveira Cel Flavio Andre Teixeira Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida Cel Roberto Fonseca Cel Jose  Antonio  Barbosa Cel Cav Ref Jomar Mendonça Cel Nilo Cardoso Daltro Cel Carlos Sergio Maia Mondaini Cel Nilo Cardoso Daltro Cel Vicente Deo Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo Cel José Roberto Marques Frazão Cel Luiz Solano Cel  Flavio Andre Teixeira Cel  Jorge Luiz Kormann Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza Cel Aer Edno Marcolino Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco Cel CARLOS LEGER SHERMAN PALMER Capitão-de-Mar-e-Guerra Cesar Augusto Santos Azevedo TCel Osmar José de Barros Ribeiro T Cel Mayrseu Cople Bahia TCel  José Cláudio de Carvalho Vargas TCel Aer Jorge Ruiz Gomes. TCel Aer Paulo Cezar Dockorn Cap de Fragata Rafael Lopes Matos Maj Paulo Roberto Dias da Cunha

OFICIAIS SUBALTERNOS 2º Ten José Vargas Jiménez

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/documentos/integra-de-novo-manifesto-de-militares-da-reserva/

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Indicação de Livro: Pistóia, Quadra 28.

 Segue a indicação do Livro de Paulo Paiva, o autor tem cinco livros publicados e é oficial da reserva da Marinha do Brasil. O custo do livro é de 33,90 (frete incluso).

O livro “Pistóia, Quadra 28″, versa sobre um grupo de rapazes retirado de seu cotidiano e enviados para lutar num lugar que eles nem sabiam onde era. É um livro simples, falando de sentimentos. Tenho cinco livros publicados , sendo este o primeiro romance.

Quem se interessar entre em contato pelo e-mail paivap50@gmail.com

0 PRIMEIRO TIRO DA ARTILHARIA DA FEB

Mais uma contribuição a História do Brasil:

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Em 31 de agosto de 1942 o Brasil declarou a existência do estado de guerra com a Alemanha e a Itália. Nesse contexto, foi criado, em 1943, o 1º Regimento de Obuses Auto-Rebocado (1º ROAuR), composto por dois grupos de obuses a três baterias de 105mm cada.

O 2º Grupo de Obuses, (2º Grupo, do 1º Regimento de Obuses Auto-Rebocado – II/1º ROAuR), foi então formado com o pessoal e o material do 1º Grupo de Artilharia de Dorso – 1º GADo , aquartelado no Forte Nossa Senhora do Campinho. Em seguida, foi incorporado à Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária.

O Grupo, com 510 homens e comandado pelo Coronel Geraldo Da Camino, embarcou para a Itália no primeiro escalão, dia 1º de julho de 1944, sendo a primeira Unidade de artilharia brasileira a cruzar o Atlântico. A tropa, embarcada no transporte americano General William A. Mann chegou à Itália, mais especificamente na baía de Nápoles, no dia 16 de julho, sendo, em seguida, deslocada para a região de Livorno, precisamente em Vada, onde foi incorporada ao V Exército Norte-Americano. Nessa mesma região, a Unidade recebeu materiais novos, como material de comunicações, viaturas e obuseiros. Passou-se, assim, aos exercícios de reconhecimento, escolha e ocupação de posição e, por fim, ao treinamento do emprego conjugado do Grupamento Tático, composto pelo Grupo e pelo 6º Regimento de Infantaria, caracterizado como o último exercício antes de entrar em operação.

Em 12 de setembro, finalmente, o V Exército decidiu empregar o Escalão Avançado da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE) em linha de frente, como força diretamente subordinada ao Comando do IV Corpo de Exército.

O Grupo estava em apoio direto ao Destacamento do qual faziam parte o 6º Regimento de Infantaria (6º RI), um pelotão de carros americanos e um pelotão de reconhecimento brasileiro, que tinham por missão ocupar ou conquistar a linha Massarosa – Bozzano – Marti -La Certosa – Via del Pretino – Santo Stefano.

Na noite de 15 para 16 de setembro de 1944, o Grupo iniciou o deslocamento, em total escuridão, para ocupar posição nas encostas do Monte Bastione. Não realizou regulação de tiro para não denunciar a progressão do 6º RI, que estava substituindo tropas norte-americanas. A Unidade aguardou em posição durante toda a madrugada. O Comandante da 1ª Bateria de Obuses era o Capitão Mário Lobato Valle; o Comandante da Linha de Fogo, 1º Ten R/2 Alceu Grisolia e o Chefe da 2ª Peça (peça diretriz), Sargento Miguel Ferreira de Lima. Durante toda a manhã do dia 16, a Bateria, entre tensa e ansiosa, aguardava os primeiros comandos de tiro. Mesmo com muita dificuldade para determinar as posições do inimigo, o 2º Tenente Ramiro Moutinho enviou, do Posto de Observação em Torre di Nerone, sua mensagem de tiro e, às 14 horas, a Central de Tiro encaminhou o comando de tiro à Linha de Fogo.

Precisamente às 14 horas e 22 minutos foi lançado contra o inimigo nazista o primeiro tiro da artilharia brasileira fora do continente sul-americano, atingindo com precisão o objetivo previsto: Massarosa. Era o primeiro dos milhares de tiros disparados pela nossa Artilharia Expedicionária no Teatro de Operações da Itália.

Fig. 1 – Soldado Francisco de Paula

A foto do C3 (soldado carregador) Francisco de Paula, prestes a municiar o obuseiro 105mm com uma granada onde está escrito“A Cobra está Fumando”, foi estampada na capa de diversos jornais brasileiros, lhe rendendo a fama involuntária de ser o “autor” do primeiro tiro de artilharia da FEB. Mas a matéria transcrita nos jornais nacionais foi provavelmente mal traduzida da cobertura de uma equipe de reportagem norte-americana, criando um equívoco que durou muito tempo.

Num obuseiro 105mm, sob o comando de um sargento Chefe de Peça, os serventes cumprem missões específicas: o C1 (cabo apontador) realiza a pontaria em direção; o C2 (soldado atirador) registra a elevação e dispara a peça; o C3 (soldado carregador) municia o obuseiro, etc. O final desse processo resulta na ordem de FOGO! com o simultâneo e brusco puxão na corda do mecanismo de disparo, efetuado pelo C2.

Fig. 2 – Guarnição de artilharia da FEB. O soldado Francisco de Paula aparece ao fundo, o terceiro da esquerda para a direita, de frente para a foto, já ocupando a posição padrão do C3 – Sd carregador da peça

Em momento cercado de grande emoção, às 14 horas e 22 minutos do dia 16 de setembro de 1944, o Cabo Adão Rosa da Rocha, C2 (atirador) da 2ª peça, disparou contra o inimigo nazista, nos contrafortes dos Montes Apeninos, o primeiro tiro da Artilharia brasileira fora do continente sul-americano, atingindo com precisão o objetivo previsto, Massarosa.

O Grupo prosseguiu em combate até o final da guerra e participou ativamente das conquistas de Camaiore, Monte Prano, Fornacci, Monte Castelo, Monte Belvedere, Gorgolesco, Abetaia, La Serra, Belvedere, Monte della Torracia, Montese, Vignola e Levizzano. No total, foram cumpridas 2.995 missões de tiro e disparadas mais de 55.000 granadas. A nossa poderosa Artilharia fez a diferença na Itália.

Muitos dos que partiram com a Unidade não retornaram. Deram suas vidas à Pátria. Todos aqueles bravos merecem o nosso respeito e eterna gratidão.

* Pesquisa de Sérgio Pinto Monteiro. O autor é historiador e 2º Tenente R/2 de Artilharia. É presidente do Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil e autor do livro “O Resgate do Tenente Apollo” (Ed. CNOR, 2006)

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USS Indianapolis (CA-35) – Uma das História mais Tristes da Segunda Guerra – Parte I

Evidentemente um pedido de um grande amigo a gente não deixa passar em branco. Joaquim Fernandes me passou um email para uma publicação sobre uma das histórias mais sofríveis da Segunda Guerra Mundial, a história do USS Indianapolis (CA-35). Resolvemos realizar um especial sobre esse episódio, com todos os desdobramentos desse triste acontecimento.

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O cruzador pesado Indianapolis partiu do Porto de San Francisco logo após o amanhecer em 16 de julho de 1945 envolto sob forte sigilo. Em seus compartimentos carregava a bomba atômica que três semanas mais tarde seria lançada sobre a cidade japonesa de Hiroshima. A embarcação seguiu, sem escolta, para a ilha de Tinian, onde descarregou a sua carga letal em 26 de julho. Com sua missão cumprida, o Indianapolis, em seguida, começou uma jornada para o inferno que iria terminar com o pior desastre naval da história dos EUA.

 De Tinian, partiu para a ilha de Guam e de lá foi enviada ao Golfo de Leyte, nas Filipinas, para se preparar para a invasão do Japão. Viajando sem escolta, sua viagem iria levá-la através de um oceano infestado de submarinos japoneses e tubarões.

Em poucos minutos após a meia-noite do dia 30 de julho, dois torpedos japoneses atingiram a embarcação, causando uma explosão que partiu o navio em dois. Levou apenas 12 minutos para o navio a proa afundar. De sua tripulação de 1.196, estimasse que pelo menos 900 sobreviveram à explosão – mas o pior ainda estava por vir.

 Alguns sobreviventes na água foram capazes de atingir botes ou detritos para se agarrar. Muitos usavam coletes salva-vidas que oferecia flutuabilidade mínima. Muitos, no entanto, não tinham nem botes, nem colete salva-vidas e foram obrigados a nadar continuamente para sobreviver, encontrando alívio somente quando encontravam um colete salva-vidas disponíveis nos corpos dos marinheiros mortos. Os tubarões começaram a atacar assim que o sol nasceu e continuou seu ataque durante todo o calvário.

 O alarme não foi acionado quando o navio não conseguiu chegar ao seu destino. Não foram enviados forças de resgate para encontrar o navio – seu afundamento passou despercebido. Durante quatro dias, um número cada vez menor de sobreviventes lutavam uma batalha de vida e morte. Então, a sorte interveio. Um avião de reconhecimento da Marinha em patrulha de rotina encontrou os sobreviventes e transmitiu a posição. Navios próximos correram para o local e começaram a resgatar os marinheiros. A contagem feita após a conclusão do resgate revelou que apenas 317 dos 900 originalmente estimado que sobreviveram ao afundando do navio conseguiram ser resgatados.

Sobreviventes encontrados esgotados

No estaleiro USS Indianapolis (CA-35)

 

Sobreviventes

 

Comoção nos Estados Unidos

 

 

Resumo das Publicações sobre a Vitória de Monte Castelo

Desde o início do mês estamos realizando publicações para lembrar um feito histórico do Exército Brasileiro representado pela Força Expedicionária Brasileira, a Tomada de Monte Castelo. No dia 21 de fevereiro o BLOG registrou aproximadamente 5.000 acessos diretos, e se for contabilizado os acessos dos demais posts alusivo às comemorações de aniversário dessa vitória da FEB, totalizamos mais de 12 mil acessos.

 Esses acessos ainda são poucos em relação à falta de conhecimento sobre o assunto entre nós brasileiros. Todavia, é uma pequena luz sobre uma imensa escuridão da falta de consciência histórica e esquecimento do sangue dos brasileiros derramados há muitos anos. Temos esperança de que essa pequena contribuição possa se expandir, e que em breve, possamos contabilizar mais brasileiros que conheçam o sacrifício de nossos pracinhas.

Também não poderia deixar de citar dois bravos guerreiros da pesquisa histórica que, sem eles, esse humilde internauta estaria em uma luta solitária: Rigoberto Souza Júnior e Alessandro dos Santos Rosa, mestres na pesquisa e defensores do reconhecimento histórico dos nossos bravos soldados.

Monte Castelo – A Bravura do Soldado Brasileiro

A Conquista do Monte Castelo – 67 anos depois

Especial Monte Castelo – 67 Anos da Vitória

Especial Monte Castelo – 67 anos: 3º ataque ao Monte Castelo

Especial Monte Castelo – 67 anos: 4º ataque ao Monte Castelo

Especial Monte Castelo – 67 anos. O Ataque Vitorioso de 21 de Fevereiro.

Na maca, o Batalhão de Saúde transporta um pracinha ferido num dos assaltos ao Monte Castelo

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Os Aviões da Segunda Guerra – A Morte e a Tecnologia Lado a Lado!

Não! Não há como negar que o desenvolvimento da aeronáutica foi a outro patamar depois da Segunda Guerra Mundial. Não há precedente para determinar o quão importante os aviões foram para as nações envolvidas nesse conflito. Frases como a do velho Churchil: “Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos”, só foi possível graças aos pilotos e seus aviões, que defenderam a Inglaterra contra o terror vindo dos céus, algo impensado se voltarmos apenas cinquenta anos antes do conflito. Nesse contexto podemos afirmar que foi assustadoramente maravilhoso o desenvolvimento dessas máquinas.  Expressões como “Superioridade Aérea”, “Bombardeios Aéreos”, “Força Aérea”…Passaram a ter um peso importante na estratégia militar dos países.

Por fim, não podemos negar que recebemos como herança o avanço tecnológico de uma área que avançou sobre o custo de milhões de vidas, mas, infelizmente, assim caminha a humanidade…Assim voa a humanidade.

A Agressão Alemã Contra o Brasil

Reblogged from Francisco Miranda - BLOG:

Figurou por muitos anos a tola menção de que os navios torpedeados na costa brasileira era fruto inevitável de submarinos aliados com o objetivo de incriminar deliberadamente a Alemanha, e forçar a entrada no Brasil na Segunda Guerra Mundial. Evidentemente essa teoria nunca se sustentou, muito embora ainda haja pessoas que acreditam em tão fraco argumento.

A convite do então Ministério da Marinha, o Almirante Jorgen Horhwer esteve no Brasil e, no dia 28 de março de 1982, na Escola de Guerra Naval, pronunciou uma conferência intitulada “Operações navais da Alemanha”.

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É necessário lembrar uma vez mais!
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BV 141 Aeronave de Reconhecimento – Isso Voa?

O BV 141 avião de reconhecimento tático foram projetados em resposta à solicitação por solicitação do governo alemão em 1937 de uma aeronave monomotor dedicada à função de reconhecimento. O design, elaborado pelo Dr. Richard Vogt da Blohm & Voss, era único. O BV 141 era uma aeronave assimétrica. A fuselagem da aeronave ficava do lado da porta da aeronave, enquanto as estruturas de gôndola, muito mais curta, foram montadas a estibordo para abrigar a tripulação. O projeto permitiu um campo muito maior de visão do que os aviões de reconhecimento convencionais, enquanto as características de voo foram consideradas bastante estáveis, embora a aeronave fosse assimétrica. Ordens para produzir um total de 38 aeronaves foram dadas, mas no final elas nunca entraram status operacional.

Resposta: Voa e voa bem…

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A alimentação da FEB nos campos da Itália

Artigo enviado pelo nosso amigo e colaborador Rigoberto Souza Júnior sobre a alimentação da tropa brasileira na Itália.

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Às vezes imaginamos como os nossos Pracinhas se alimentavam durante o período em que enfrentaram as agruras da guerra, além do impiedoso inverno europeu no final de 1944, uma situação completamente inusitada para a maioria dos nossos soldados.

Ao contrário do que se pode pensar a alimentação distribuída ao contingente da FEB, foi orientada por médicos e cientistas americanos, pois a saúde dos nossos soldados eram tido como fator preponderante para o sucesso nos combates que iriam ser travados com um exército profissional, que já tinha enfrentado muitas outras batalhas.

A alimentação distribuída à Força Expedicionária Brasileira era quase toda de origem norte americana, o que no início trouxe algumas reclamações, não só por parte dos praças, como também pelo oficialato, que invariavelmente que sentiam falta da dupla feijão e farinha de mandioca, achavam pouca a quantidade de arros que era servida, não gostavam do molho de tomate, nem do milho, nem dos temperos utilizados, nem tampouco dos frios e embutidos, que os americanos adoravam, e que não eram comuns em nossa alimentação. Grande parte dos alimentos vinham desidratados, como abóbora, batata, cenoura, ovo, e o café era sem cafeína, mas em compensação os doces oferecidos eram maravilhosos, frutas em calda, além de termos sempre galinha ou peru, servidos quentes.

Com a passar dos dias, os nossos soldados passaram a ficar mais corados, e se fortaleciam a olhos vistos, seus corpos ficavam visivelmente mais fortes, apesar do trabalho árduo que foram  impostos pelas batalhas, pelas noites sem dormir nas patrulhas constantes.

De acordo com a estação do ano, a alimentação era mais ou menos  calórica, visando não deixar que os soldados ficassem ou fracos demais, nem engordassem o que dificultaria seu deslocamento naquele terreno tão acidentado. No inverno por exemplo, notava-se que recebiam uma quantidade maior de queijo e manteiga e, nos ataques eram empregadas um tipo de ração que um indivíduo pudesse transportar, que fosse leve e que ele mesmo pudesse preparar.

Dentre estes princípios, eram fornecidas à nossa tropa quatro tipos de ração: “Tipo K”, “Tipo C”, a “Tipo 10 por 1” e a “Ração quente”, que eram assim constituídas:

1 – Ração K que era subdividida em 3 caixas: uma para o café da manhã, outra para almoço     e outra para o jantar, e cada caixa tinha aproximadamente o tamanho de um tijolo (daqueles     antigos, sem furos), e que para exemplificar continha: Bife de carne de porco, 6 biscoitos, sopa de vegetais desidratados, uma barra de     chocolate(aproximadamente 60 gramas), dois chicletes, três cigarros, seis fósforos e papel     higiênico.  Pelo seu pouco peso, esta ração era utilizada nos ataques pois o soldado a     carregava com extrema facilidade, e servia para um dia completo de alimentação.

2 – Ração C que se constituía  de duas latas por indivíduo, sendo uma mais leve, contendo     por exemplo: quatro bolachas, dois cubos de açúcar, quatro caramelos de leite , cinco gramas     de café em pó, papel higiênico, cigarro, desinfetante para água(para combater a cólera),     fósforos e chicletes.

A outra lata, com alimentação mais rica em calorias, poderia conter carne de porco com     feijão branco, carne com macarrão, ou galinha com batata, etc. Esta ração era empregada     para alimentar as tropas em locais de difícil acesso, em virtude das péssimas condições das estradas, devido à topografia do terreno ou por se localizar sob observação da tropa inimiga.

3 – Ração 10 por 1 era um conjunto de alimentos para um dia de comida, para ser consumida por 10 pessoas, e era constituída por um certo número de pacotes e latas que vinha num pequeno caixote de madeira, que poderia ser assim repartida:

Suco de laranja                Suco de grape-fruit
Bife                                   Carne e arroz
Milho                                Tomate
Biscoitos                           Biscoitos
Doce                                 Caramelos de leite
Café                                  Chocolate em pó
Açúcar                             Açúcar
Pudim de ameixa           Doce de leite

Além destes itens, ambas possuíam também: quatro cigarros, seis fósforos, desinfetante para     água, papel higiênico e dois chicletes.

   Outra informação importante que deve-se frisar é que sempre que possível a alimentação fornecida à tropa era quente, como a que foi servida logo que foi possível após o ataque em que a FEB conquistou o tão famigerado Monte Castelo.

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Da Glória do Reich a sua Destruição Total – O Queda!

 Um retrato desolador entre os berlinenses é pouco para expressar o quanto esse povo sofreu. Sacrificado por bombardeios incessantes, Berlim foi sitiada e em pouco mais de duas semanas de combates cai frente a uma força devastadora e com sede de vingança. Esta cidade, nem de longe lembrava a exuberância exibida alguns anos antes. A população não contava com qualquer tipo de socorro, e todos só tinham um objetivo: sobreviver! Além de excessos cometidos pelo invasores, ainda havia os espólios de guerra e, após a divisão da cidade, a tarefa dolorosa de enterrar seus mortos e retirar os escombros de uma cidade, que nunca representava o “Reich de mil anos” e que foi destruído em míseros 06 anos.

Walt Disney foi à Guerra!

Durante a Segunda Guerra Mundial todos os esforços de guerra eram válidos e aceitáveis. Não por acaso, a grande popularidade da propaganda infantil não poderiam ficar de fora. Todos sabiam que uma guerra de propaganda estava sendo travada em todos os fronts, portanto nenhuma oportunidade poderia ser dispensada para consolidar o moral para o esforço de guerra. Para tanto, os Estados Unidos contaram com a participação de um dos maiores criadores de estórias infantis de todos os tempos, Walt Disney. E os esforços estavam direcionados para o país e para o exterior. Não por acaso, Walt Disney criou o personagem Zé Carioca para popularizar as ideias defendidas pelos Aliados.  Segue abaixo algumas Histórias interessantes:

Nesta ilustração para a edição de setembro 1942 da revista Coronet, personagens da Disney participam de atividades linha de frente. Pato Donald, como marinheiro, simboliza que a caneta é agora igual à espada, enquanto outros personagens representam uma variedade de papéis em tempo de guerra: o porquinho simboliza o poder da indústria, Minnie é uma voluntária da Cruz Vermelha, o anão Dunga compras bônus de guerra , Flor do skunk é um membro do serviço de guerra química e o coelho é sinalizador do exército. Os caracteres e insígnias para o Tigre Voador e o Esquadrão de Mosquito no céu representam duas das mais de 1.200 projetos criados no estúdio Disney.

Criação da Disney para propaganda no país do Departamento do Tesouro. O estúdio produziu dois filmes sobre imposto de renda e uma infinidade de publicidade de títulos e de poupança-relacionadas, tornando um dos maiores sucessos do estúdio em tempo de guerra. A vitória de Março de um livro publicado em 1942 para ser doado a jovens para incentivá-los a adquirir selos de poupança. Ele descreve o Lobo Mau e dois lobos como fascistas alemães, japoneses e italianos. Os lobos roubam tesouro do Pato Donald, que continha um selo de poupança. O personagem da Disney persegue os lobos por Washington, DC.

Artistas da Disney criaram uma riqueza de material relacionado com a guerra para muitos outros órgãos federais, estaduais e departamentos do governo locais e de agências. Esta ilustração foi projetado para a Comissão de Guerra em 1943, para tentar convencer os funcionários a permanecer no emprego que foram treinados e ajudar a aliviar a escassez de mão de obra crítica provocada por homens que estão sendo convocados para o serviço militar.

Disney forneceu arte para dezenas de organizações que promoveram atividades de front, de campanhas de salvamento e unidades de doador de sangue. Este folheto promocional, publicado pela Chest Los Angeles em 1943 e distribuído para crianças em idade escolar, conta a história de Chesty, seus dois ajudantes Polly e Paulo, e seu amigo Coptie.

A Quinta Unidade de Crédito de Guerra incluiu em 1944 a pequena denominação E Bond. Disney permitiu certificados para ser impressa com as imagens de seus personagens mais populares para promover a campanha de Bônus para Bebês. Um certificado foi dado a todos que compraram bônus em nome de um bebê ou criança pequena.

Durante a guerra os americanos tiveram que lidar a inconveniência do racionamento de comida. Açúcar e café foram os primeiros itens a serem racionados, seguido por alimentos processados ​​e produtos de carne e laticínios. Este 1943 um livreto produzido com cupons de racionamento. Mickey, Minnie, Donald e Pluto são retratados na capa, com expressões aparentemente de satisfação, depois de deixar o Mercado Super Duper com suas compras.

Entre as mais bem sucedidas campanhas de participação civil foi a Victory Gardens, o que encorajou os americanos a cultivar e preservar suas próprias frutas e legumes. Concursos foram realizados em nível local, estadual e nacional, com o vencedor nacional levando para casa bônus de guerra de US $ 1.000.

Durante o curso da guerra, artistas da Disney desenharam mais de 1.200 insígnias de combate para todos os ramos das Forças Armadas dos EUA e seus aliados. Além do famoso Flying Tigers, um dos desenhos mais famosos feitos para a Força Aérea Real da Inglaterra. Antes de Pearl Harbor, muitos pilotos norte-americanos juntaram-se a Força Aérea Real da Inglaterra como membros de esquadrões Águia 71, 121 e 133.

Em uma outra publicação veremos as histórias de outros personagens, mas já adiantaremos as figuras:

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